Poetas Cristãos
Há cristãos que gostam de contar vantagem: só faltam dizer que vão derrubar o Monte Everest com um assopro.
Sinto-me extremamente triste ao conhecer cristãos que entraram no clímax do conformismo religioso. Cristãos que perderam (ou que nunca encontraram) o foco e encaram o ministério pastoral como único meio responsável pelos serviços de salvação e consolidação de almas. Isso é cláusula de mente velha, mente que precisa de renovação, libertação das cadeias de conformismo.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Muitos cristãos são populares como Sansão, mas não têm a integridade de José. A história de cada um ensina com qual final de vida queremos terminar.
Nós Cristãos, estamos mudando até a Oração que Jesus nos ensinou, trocando o "V" de Vosso Reino, Vossa Vontade. Pelo "N" do nosso reino mundano e da nossa vontade material, numa apostasia sem precedentes.
Manuscrito de Mateus 6: 9-13
Não fui chamado para agradar aos vários cristãos; aos vários do Islão; nem aos vários do Judaísmo; nem mesmo aos de todo o mundo. Mas fui chamado para dizer a verdade de Jesus Cristo ao mundo!
Será que os evangélicos ou outros cristãos acreditam que Jesus Cristo vive? E também que vai voltar?
Para os cristãos Bíblicos e Ortodoxos, o livre-arbítrio é uma capacidade dada por Deus para que o ser humano faça escolhas contrárias. Caso não houvesse livre-arbítrio, como tagarelam os deterministas, não haveria responsabilidade em nenhuma das ações humanas, pois tudo já estaria determinado, sem opção de escolha.
Ateu e desinformado: “Os cristãos cometem um grande erro ao assumir que o universo não poderia ter tido uma causa NATURAL, ou seja, não sabemos de tudo ainda, logo foi Deus! O eterno Deus das lacunas e suposições.”
Resposta: Deus das lacunas? Deus não é resposta para o que não sabemos, pelo contrário, é conclusão para o que já sabemos. Assim, a única conclusão logica possível para o fato de que a causa do universo precisa, necessariamente, transcender espaço, tempo, matéria, energia e possuir livre-arbítrio. Agora, quando um ateu insiste que algo atemporal, imaterial, eterno, onipresente, incriado, e livre é algo “natural” dá vontade de gargalhar.
"Nas grandes crises e nas dores em geral, mesmo entre cristãos é difícil aceitar que, na infinita escala de bens e males que há na realidade,** tudo concorre providencialmente para o bem. Somente quem aceita o mistério e compreende esta difícil verdade consegue dar graças a Deus no infortúnio e nas derrotas, pois crê na infalibilidade da divina providência.
Estrepar-se pode até ser sublime, mas não para quem vive sob o peso moral da mediocridade.
O sofrimento é o ordálio de fogo da fé, como também o modo próprio de aperfeiçoamento das virtudes, a começar pela fortaleza (que suporta) e pela temperança (que modera), ambas plasmadas na luta".
Parece que alguns cristãos esqueceram-se de que ser membro de uma denominação não é o mesmo que ser um cidadão do Reino de Deus. Ser parte do corpo de Cristo requer negar a si mesmo e tomar sua cruz na contramão desse mundo caído.
Os Fundadores não eram realmente superortodoxos. Eles eram todos nominalmente cristãos, mas não passariam no teste decisivo para muitos evangélicos hoje. Mas eles concordavam absoluta e enfaticamente que você não pode ter uma sociedade livre com uma constituição como a que eles criaram, a menos que você esteja tentando governar um povo religioso. Se você não tem religião como força controladora, então os tipos de leis que temos não poderiam funcionar.
Quando os teólogos cristãos assumiram o poder no quarto século, o foco mudou de “segue-me” para “estuda-me”. Teólogos eruditos afirmavam ter visão e entendimento especiais das Escrituras. Esperava-se que o restante da igreja ficasse assentado, aceitando o que os teólogos lhes diziam que as Escrituras significavam. Dar fruto do Reino não era mais tão importante. O essencial era aceitar as doutrinas “corretas”.
