Poeta

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NO CAMINHO DE UM AMOR

Aqui tu passaste numa hora viva do amor,
Invocando os meus profundos sentimentos...
Aqui tu passaste sem trevas e sem dor,
Aprofundando, em mim, os teus momentos.

Aqui tu passaste e deixaste o teu furor...
Tão quente, tão vivo, nos meus pensamentos...
Aqui tu passaste tão viva no teu esplendor,
Que não pude conter os teus movimentos!

Tão ledo, fraco, confuso nos teus encantos...
Minha alma, por te amar, esquece os prantos,
Esquece a noite, ao véu do dia, pra te envolver.

E se minhas noites por ti não tem cansaços...
Sim, quero envolver-te sobre os meus braços
Pra cantar a vida, na hora viva do teu querer!

TUAS VERDADES

Eu sou a inspiração viva do teu amor...
Sou a chama que queima em teu coração.
Eu sou a vida, a luz, a alma da tua paixão,
Sou teu perfume, o suor, sou teu calor...

Eu sou o teu desejo de tão vivo fulgor...
Sou as tuas saudades do amor ardente...
Eu sou a tua aflição, sou teu beijo quente,
Sou a tua harmonia e seu pranto sem dor.

Eu sou o teu mar de tempestade alta...
Sou a tua fonte de água pura que não falta,
Sou os sentimentos que te fazem chorar...

Eu sou a ilusão que tão pouco importa...
Sou a solidão que em ti não tem porta...
Porque sou as verdades, que te fazem amar!

UM LOUCO SONHADOR

Saudade que me invade, em ilusão...
De um amor que não aconteceu, oh, dor!
Que bem, oh, sonho, não fosse de amor,
Talvez não quiseres o meu coração...

Já bem que tu foste ao teu esplendor,
Por que não voltas? Deixaste solidão
Neste louco Poeta que já sofres o rigor
Desta vida tão fria de sagas em vão!

Sim, sou louco! Não sabes? Vou dizer:
Entendas como podes, um amanhecer
Dum sofredor que a noite sofre também!

Sou alma, sou vida que tanto sonha...
Talvez, se eu tivesse alguma artimanha,
Faria por mim louco o amor d’um alguém!

À FLOR DE SILÊNCIO

Te amo como nunca amei antes
Outro alguém cá onde vivo...
Nos céus, as estrelas distantes
São quais ouvem o amor que digo!

Te amo qual a lua dos amantes...
Por paixões, nas noites que abrigo!
Nos sonhos que a faz brilhante,
Eis recordar nosso amor antigo...

Te amo à voz de tua boca santa,
Por tu’alma que me acalanta
À espera de nosso amor distinto...

Te amo sem que a mim escutas;
Aos cantos de as flores mudas,
Por te amar que amar não minto!

a pessoa ter dupla cidadania é aceitável,porém, dupla personalidade é repugnante.marquinho poeta petrópolis R-J

Se você pensa que a palavra felicidade tem dez letras,redondamente se engana,éla tem quantas letras tem,o nome de quem se ama.

A que viestes?
Que mensagens trouxestes contigo?
Palavras servem. Sevem também um sorriso.
Que trouxestes para este espaço?
Um abraço?
Um aperto de mão,sementes de amor?
Que trouxestes para que ouçamos ou recebamos?
A que viestes?
Por ti por mim ou por alguém?
Que nada trouxestes para aqui?
Voce
Que tudo trouxestes?
Que muito ou que pouco a nós ou a mim trouxestes?
Trouxestes a ti? Então trouxestes muito.
Trouxestes amor, amizade,coragem e fé?
Trouxestes o saber, o conhecer?
Trazes o que tens, mas traga algo, Sempre.
Sempre! Sempre! Sempre!

A maior preciosidade que temos é a sensibilidade. Sê tu sensível e entenderá tudo no seu ponto de vista; até o inexplicável.

Reservei em meu coração;
Um lugar especial para cada pessoa especial.
Quem sabe seja voce uma dessas pessoas.
Meu coração é amplo e aconchegante!

Aquela mulher não sabia que eu era solteiro. Coitada dela. Depois que soube que eu era infiel, nunca mais quis me ver.

Aquele touro era um chifrudo. Mas bom mesmo foi saber que aquele cavalo era um filho da égua.

Voce pode realisar seu sonho, desde que seja o primeiro a crer.

Pessoas otimistas te farão mais feliz.

PASSADAS DE LIBERDADE

Na dança da alma,
Eu sou a passada mais usada...
Sou o toque que toca nos corações destes que me têm acompanhado...

Eu sou a rumba das veias
A kizomba dos neurônios
O tango dos pulmões
Sou a monotonia dos sons que enaltecendo o espírito,
Abre horizontes de esperança
Num cravo boêmio no vasto deserto árabe...

Despedida
É o último abraço em alguém que a gente gosta.
É uma tristeza no olhar ao ver a pessoa partindo.
É como olhar pelo retrovisor e ver o rosto sumindo.
São as últimas horas de velório.

São as salva de palmas na saída do caixão.
É o a Deus e a separação.
São as últimas palavras do sermão.
É um aperto no coração.

É a dolorosa caminhada ao lado do caixão.
É aquela música que faz a gente chorar.
É alguém com a mão a acenar.

São momentos de dores.
São os Buques De flores flores e coroas para funeral
E no cemitério, a homenagem final.
Poeta Adailton

Ela é como uma chuva de primavera...
Delicada...
Gélida...
Silenciosa...
Melancólica...
Eu sou como uma tempestade de verão...
Efêmero...
Abrupto...
Fúlgido...
Turbulento...
Mas somos chuva...
A mesma essência...
A mesma natureza...
Como almas gêmeas...
Derramando gotas de amor...

Nesta noite escrevi...
Os versos mais tristes...
Escrevi seu nome...
Nas chamas...
Escrevi seu sobrenome...
Nas cinzas...
Escrevi seu número de telefone...
Nos cacos de Vidro...
Escrevi seu endereço...
No nó da corda...
Mas seu "te amo"
Esse escrevi no ponto final.

Poeta Solitário

Não adianta disfarçar, fingir, dissimular ou bancar o esperto, o que somos sempre acaba aparecendo no que fazemos, fizemos ou pregamos. Portanto seja sempre verdadeiro porque a mentira é notada até por cachorros.

(Des)Ilusão

Calem-se os poetas,
Ruam as paixões,
Matem-se os ascetas,
Afastem-se ilusões,
Cativem-se as musas,
Destruam-se uniões,
Imagens difusas,
E bobos corações.

Vivam os cobardes,
Que ao som de trombetas,
Dancem em alardes,
Quedas de cometas!
Vivam, os errantes,
Obtusos, patetas!
Morram os amantes,
Estirados em valetas!

Viva eu, senhor cruel,
De ti, um tirano,
Lábios de mel?
Danado insano
Destilando fel
De ti flor, profano,
Actor de papel:
Fim! Fim! Desce o pano...

Vem! Vem, doce Morte,
Abriga os sem sorte,
Traz ventos do norte,
Faz-me teu consorte,
Cede à minha corte,
de noivo sem porte,
Prisão negra, forte,
Vem, querida morte!

Alucinação

És a minha realidade e o meu sonho,
a íngreme montanha escalada.
És o meu mais belo desejo secreto,
e eu a verdade que tanto almejas.

Permaneces irredutível,
mas não totalmente distante,
porque és um sonho de felicidade
e muito mais do que mera sorte.

És a minha mais bela ilusão,
és o pólo da minha juventude!
E na tua sombra está o eco
de tudo o que evocámos.

O meu coração tem uma história restrita,
Abandonado na dor e por desejo
no grande amor que te dedica.
A verdade é a tua alma de poetisa.
Onde nos beijamos, amantes
Perfeitos, no mundo do encontro
e de um desditoso adeus.

És a minha alucinação tecida,
A tua aura cheia de sol girou
fora deste meu inebriado sonho.
Que disse que serias, cruel,
apenas um volúvel encanto,
um símbolo farto de vaidade,
esmagadora, fria, desdenhosa.

Assim não existirias mais,
nem viverias dentro de mim,
pelo que choro no silêncio
do meu caminho errante.
Mas espero-te como o sol
no meu coração ferido.

Porém, és a chama que me abrasa
porque tudo que nós amamos,
teimosamente, nós vivemos!