Poeta
Poeta: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
2023:
Poema: A familia e a vida
Sentado num sonho acordado
Bato a uma porta por dentro
Calada num clarão
Que suspira como vento
Revelação de um poeta
Que quer encontrar
Rompendo a barreira
Dá corrente que pulsa
Pelo bater
Do sentido do amar
Quero saber por onde pairar
E no despertar acordar
Abraçar a vida, ou a musa divina
Ninfa que translada
Com olho da Europa
Nome feminino
Que nos ache
Num abraço consome
O nosso sumo
Que se torna musgo
Até ser humos
E o desejo é só ser unos
Partido por um e dois
Vem depois a Gana
De vencer a guerra entre
O espírito e alma.
O mar e terra
O feminino e o masculino
Dividido e em cumplicidade
Procriam e dão um filho
Rebento da natureza de Deus
E dos céus
Tenho muito que dizer
Não me quero perder
Deixem crescer...
Por Escrita de Emanuel Andrade
Poeta apaixonado
Ademiravel um ser que reflene e emana uma energia positiva que aquece a alma,
Estou num dialelio entre duas bitolas de medida a razão de ser e paixão de ser, emoção que vibra no meu coração.
Estando catacenico sem saber o que fazer, apelo pelo teu socorro para me dar folgo do viver.
Penso num resultado formando por ambos
Ser correspondido dá animo
Dando valor a meu pedido
De um abraço, calororoso
Para demonstrar o meu lado amoroso
Para subir ao ceu descer atravessar o mar escalar montanhas
Sussurrando as palavras encantas a uma pessoa desejada. Clamo prroclamo porque meu pensamento só flui para si.
Sua beleza interna e externa tem uma dimensão elevavada.
Você AMA?
Perguntaram a um famoso poeta se ele não seria antiético por publicar os poemas dedicados a todas as ex-namoradas num mesmo livro. Ao que ele respondeu: É o mesmo livro, não a mesma cama!
A magia da poesia é o leitor se identificar com o sentimento do poeta como se as palavras tivessem sido adivinhadas.
Talvez eu seja mesmo o poeta intitulado
"de mim mesmo", sem retrato, dores e canções. escrevendo páginas em branco de sonhos, seguido pela estrela de maior inspiração... você, o amor...
infinito, o ponto que a mente do poeta determina como possível morada do seu amor... que nunca se acabe.
O poeta escreveu a dor
com tanta perfeição
que a chamei de amor
Amor mexe, faz doer e mói a gente
A dor que o poeta escreve
é feito pão que morre no dente
sem ser dor de amor, nem serve
Essa que o poeta escreve
é a ausência tua
fui eu que emprestei
a dor que o poeta escreve.
Enquanto houver um professor que ensine,
um escritor que registre
e um poeta que compõe ...
a Memória do Museu Nacional
não será cinzas.
