Poeta
Cinza
Edson Cerqueira Felix
23/02/2019 17:54
Querida, eu olho para o céu que está nublado
Quem me déra que você fosse um raio
De sol no meu coração
Ou que trovejasse sobre mim
O meu espelho quebrou
E agora?
Eu estou em pedaços
Espalhados pelo chão
E não há uma esperança
De você pra mim
Mas em algum lugar do cosmos
Há um alguém pra me livrar
Eu vi isso num sonho
Alguém que me ensina
Uma nova forma de amar
Com tantos delírios
Que me fazem
Só me fazem
SONHAR
Eu aprendi, que todos merecem respeito. Até mesmo aqueles que nos desrespeitam, esses (mais que qualquer outro) merecem o nosso respeito.
Carlos Silva.
Indiana, ela é
Indiana Nayana, vossa é.
Da Índia ela é.
Seu criador a fez linda,
da cabeça aos pés.
Pele caramelo, cabelos de tâmara com ondas.
Destaque para os olhos, de cor âmbar.
Move-se ao dengo e graça,
maravilhando qualquer um que passa.
A mais bela ela é.
A mais magnífica indiana sim, ela é.
Canela, páprica, seda e mel.
A mais preciosa especiaria de sua vó, Cléo.
Sigo plantando poesias em cada rua eem cada esquina. Nosmuros e vidros da vida, porque alegria de poetaé ver seus versos germinando,florescendo além das rimas.
Amando...
Curta muito...
Conheça alguém,
convide-a para sair,
permita-se amar.
Ame muito...
Se entregue ao amor,
aprenda com os erros,
Ame-se muito.
Seja o amor...
Se planeje,
viva da melhor forma,
siga em frente sempre.
Reconstruí meu mundo,
Mudei nele cada segundo,
E como um beija-flor,
Voando de flor em flor,
Conheci o verdadeiro amor.
Que trinfa e range os dentes, faminta, me olhando a par das mandíbulas ferozes, que me atroz um grito soberbo, e perante um grito, gemido, que me tenha calado. Junto ao pé do holofote cenográfico, sou um ator.
E hoje choro lágrimas de confete, assim como a maquiagem no riso do palhaço, assim como a graxa que faz lustrar e rodopiar os asfaltos.
Hoje estou vivo, porém aflito, de que nada mais poderá me ferir; a não ser eu mesmo. Mas não temo. Já fui meu herói algumas vezes.
Hoje sou a cruz diante da aversão ilusória em uma metáfora de magnitude ambulante, que me alarma, porém não me avisa quando parar.
Eu te amo, e sei como te desarmar.
