Poesias sobre palavras
Nas fronteiras da elipse — no eterno instante sobre um horizonte de eventos massivo —, o olhar se perde além do limite da razão. O paradoxo revela-se mera metáfora na amplidão do espaço sideral.
A verdade do universo ressoa em nossos pensamentos: fragmentos esquecidos pelo tempo e pelo espaço, capazes de transcender uma vida inteira no simples esboço de um olhar.
Na escuridão da caverna profunda, guardam-se segredos dos quais as sombras da essência humana teimam em nos lembrar. Na origem, a falácia ganha contornos em uma realidade ambígua e primordial; éramos apenas células errantes de um mundo pujante e pulsante. Sonhamos, desejamos viver cada sonho e pertencer a uma aldeia global.
Vemos inovações em nossas origens cósmicas, células de uma aglomeração de estrelas. Seremos parte de um organismo maior e faminto por existir, no momento irônico em que acordamos: pois, ao olhar para o universo, ele olha de volta para nós como quem contempla a existência através de um telescópio de partículas.
— Celso Roberto Nadilo
A conclusão sobre ações da consciência o traumatico encontro com a realidade ambígua.
Nos faz existir dentro do possível paradoxo.
Cada paradoxo temos equações e equilíbrio de realidade no fato que teoria tenha base e fragmentos do do conhecimento reminiscência da virtude da compreensão inata do vemos.
O conceito inicial visto nas arestas da superfície inicial. Compreender mistérios da camadas superiores ao inferiores até o infinito vemos aglomerados de convergência, respostas mais perguntas no espaço continuo e tempo relativos ao Paradoxo inicial.
Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...
Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.
Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.
Seus maus dizeres sobre minha pessoa são flores no meu jardim.
Se me xinga eu ignoro pois que xinga nao tem argumentos!
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
DEPRESSÃO
Uma vez, refletindo sobre a depressão, tentei encontrar uma forma lúdica de explicar algo tão complexo.
E me veio a seguinte imagem:
Imagine que você percorre um caminho.
Esse caminho é feito de escolhas.
Você escolhe, cria oportunidades, dá passos, acredita que está indo na direção certa… e segue.
Segue sem olhar para trás.
Até que, ao final desse percurso, você se depara com um muro enorme.
Uma rua sem saída.
Você caminhou, caminhou… para chegar exatamente ali.
Então você olha para trás e pensa em voltar pelo mesmo caminho.
Mas não é possível.
O caminho por onde você veio agora está tomado por obstáculos imensos.
Obstáculos que surgiram ao longo do percurso.
Eles são as escolhas feitas, as decisões tomadas, as histórias vividas — e escolhas não podem ser desfeitas.
Diante desse muro, dessa rua sem saída, o que resta é sentar, encostar nele e olhar para trás.
Encarar uma trilha cheia de bloqueios, lembranças e pesos.
Alguns conseguem permanecer ali.
Fazem uma fogueira, sobrevivem como podem, encostados no muro, olhando para o passado.
Vivem presos às escolhas que os trouxeram até um lugar sem saída.
Outros não conseguem existir nesse espaço.
Presos entre o que foi e o que nunca chegou a ser.
Porque à frente há apenas um muro intransponível,
e quando não se enxerga futuro, a esperança desaparece.
E sem esperança, a vida perde o sentido.
Isso é depressão.
SOBRE AMOR
Quando a gente ama, num tem porquê, não.
A gente ama e pronto, sem motivo, sem razão que o outro dê… e sem invenção na cabeça da gente.
Amor não usa máscara, visse?
Por isso é que não se explica, nem se entende com palavras — só sentindo mesmo.
O amor é que nem água limpa: a gente vê logo quem é a pessoa de verdade.
E, mesmo ela sendo o contrário de tudo que a gente já sonhou um dia… olha, num tem jeito: a gente ama assim mesmo.
É coisa doida, sem pé nem cabeça.
Mas quando é amor de verdade, daquele que vem do fundo do peito…
Ah, minha filha, num tem força nesse mundo que desate.
Talvez você esteja carregando um peso que nunca deveria ter sido colocado sobre você.
A responsabilidade de manter sua família bem.
A necessidade de resolver os problemas de todo mundo.
A sensação de que, se você parar, tudo ao seu redor vai desmoronar.
Então você continua.
Ajuda.
Serve.
Cuida.
Resolve.
Até esquecer que você também precisa ser cuidado.
Mas escute:
você não é Deus.
Você não foi chamado para sustentar o mundo.
Você pode amar sem carregar tudo.
Pode ajudar sem assumir o controle.
Pode servir sem se destruir.
Pode cuidar de alguém sem ocupar o lugar que pertence a Deus.
Existe apenas um Salvador.
E não é você.
É Cristo.
“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”
— 1 Pedro 5:7
Talvez esteja na hora de entregar novamente a Deus aquilo que você tentou carregar sozinho durante anos.
Você não precisa salvar todo mundo.
Você precisa aprender a descansar no Salvador.
Eu não escrevi nenhum poema sobre ti que tu goste ler. Porque não existe palavras, rimas, figura de estilo, métrica, verso o estrofe que substitui tua presença, palavras não chegam para descrever o conjunto de emoções e sensações que eu sinto só de olhar em seus olhos.
Você é minha tentação perfeita, minha história predileta
Meu sorriso encantado sabes é um grande prazer ser teu namorado.
Quimeras
Uma nuvem noturna pairava sobre ele
Dia e noite
Noite e dia.
Não via solução pras dores de seu coração.
Já tentara de tudo:
Gritara... ficara mudo.
Sorrira... chorara...
Nada adiantava.
No meio de tudo isso,
deu-se conta de que ninguém se importava...
Começou a duvidar de que a vida não era nada do que sonhara...
Quimeras...
Quem sabe a realidade de todos eram puros devaneios?
Tentavam todos se equilibrar na corda bamba...
Lutar contra a corrente...
Escapar da areia movediça que aos poucos os engolia.
Talvez fosse pura utopia a existência de um lugar onde reinasse dia e noite a alegria.
Aceitou então seu trágico destino: viver entre faces confusas, jogar os dados, consolar-se com perguntas sem respostas... um trevo de quatro folhas de ouro no pescoço... torcer para ganhar as apostas...
Um laço invisível, astúcias astuciosas sempre em ação...
A bater no ritmo da roleta, então, acostumou-se, seu coração.
Por vezes, ponho duas refeições sobre a mesa, embora eu viva só.
É um pequeno engano que concedo ao coração: por alguns instantes, imagino que há alguém comigo, e a solidão se torna menos severa.
Com o passar dos dias, o gesto tornou-se hábito; ainda assim, toda vez que o repito, algo em mim se comove.
Talvez esta seja minha única maldição: preparar um lugar para quem jamais há de vir.
"Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco dela.
Escrevo sobre as dores, decepções, dos amores, as mazelas.
E sempre reflito; não existiriam amarguras em meus escritos, se ela fosse minha e eu dela.
O que escrevo são gotas, para narrar um oceano, o que sinto é todo um universo, o que pode ser expressado, quirela.
Se a amo, eu a escrevo, e por isso tudo tem um pouco dela.
E é 'Tutto Per Ella'.
Ela transita livremente por meus escritos, enquanto me pego escondido, no amor que sinto, minha eterna cela.
Palavras para umas e outras, paixão a algumas poucas, fé ao Cristo, amor e devoção somente a ela.
Se meus escritos são o céu, o azul é ela.
Se meus escritos são os mares, cada gota é ela.
Se escrevo o Sol, cada raio é ela.
Se escrevo a praia, cada grão de areia é ela.
Se escrevo sobre as árvores, pomares, as flores; é ela, toda folha e cada pétala.
Quando escrevo sobre a morte, percebo: a minha vida é ela.
Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco, mas bem pouco, acerca dela..."
Mundo Da Hipocrisia
Hoje já não se trata de amor, hoje é sobre quem paga mais.
É galhofeiro como a sociedade metamorfoseou o amor verdadeiro à um negócio para contrair bens de valia.
Hoje, já não se trata mais de dignidade, hoje os corpos são vendidos publicamente e cada uma atribui um preço ao seu corpo como se fosse um simples produto de compra e venda.
CONTINUA…
Lula sobre Lulinha!
Ele sabe o que é ver na TV te chamarem de ladrão. Sabe que minha mulher morreu por causa da Lava Jato.
Ando todos os dias sobre o Rio Saracura. Não que eu seja Jesus Cristo para andar sobre as águas, mas trata-se de um curso d'água soterrado e canalizado aqui no bairro da Bela Vista, na capital de São Paulo.
Benê Morais
Flávio, sobre a Michele!
"Eu tenho certeza de que a Michelle pensa igual a mim", disse. Disso ninguém duvida! É cobra comendo cobra!
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