Poesias sobre o Corpo
Aquele beijo intenso me deixou ofegante
Meu corpo estremeceu, não conseguia mais pensar
Nunca havia sentido algo semelhante
Apenas o que eu queria, era sua boca beijar.
Não seja um nome a mais na boca,
daqueles que usam seu corpo para se aparecer.
Seja mulher daquele que está sempre ao seu lado,
deixa você o declarar como seu namorado
e que nunca esteja disposto pra te esquecer!
Seu beijo gostoso,
o calor do seu corpo
é melhor que absinto.
Passo o dia a me lembrar,
foi gostoso mergulhar,
no mar do seu carinho!
Depois do seu corpo,
a sua casa,
é o lugar mais sagrado,
que existe...
Cuidado, com quem e o que,
você leva para dentro,
da sua casa!
Escuta essa...
Alguém que diz adoro fazer amor com você, adoro seu corpo,Seus beijos. Mas só tenho desejo por você.
Não prometi, e não prometo nada
Não estou apaixonado, mas tenho desejos por você, você quer meu desejo ? Se não quer, me deixe em paz
🤔🤔🤔🤔
Imaginando o que esse ser pensa que somos, no caso o que sou, um robô ou o que ? Bora seguir o baile, fica parado é desperdício!
memória de um amor
estremeceu ao tocar seu corpo, o beijo sem jeito, atrevido provocante, suas mãos a tocava por todo seu corpo. Como um garoto que acabou ganhar seu brinquedo novo, mal podia conter a euforia. seu sorriso era de gratidão, por tela ali com ele. Estremeceu
Inteiro ou metade
Ele sempre está lá pra mim
Diz que sou a melhor
Que adoro meu corpo
Meus beijos
Mas eu sempre estou só
Sem ele
Exceto aos domingos
Pela manhã
Quando faz de mim
Uns capítulos da história.
Amor você sabe o que é dormir abraçado ao seu próprio corpo? e saber que quem você ama o faz nesse momento mas no corpo de outra ?
Chora chora todos os dias de saudades desse alguém? E saber que você não significa nada pra ele e quanto machuca saber que não saída a ser esquece-lo não ter nenhuma outra opção.
Não você não sabe amor
Que saudades do seu cheiro, do calor do seu corpo e do sabor do seu beijo, bom seria se tudo fosse um pesadelo.
Mas não é, é a mais dura realidade, ter que viver sem você e como fazer para viver?
Não durmo, não como, estou sobrevivendo por não conseguir morrer
O Bolo de Coco e os Dias da Semana
Por Diane Leite
Ainda deitada, com o corpo entregue ao travesseiro e a mente girando devagar,
ouvi a cena como quem assiste a um filme sussurrado pela casa.
Era manhã de domingo.
E por coincidência — ou delicadeza do destino —,
também era dia primeiro.
O bolo era meu.
Mas deixei meu filho de sete anos pegar.
Ele queria dividir com o irmão de vinte e um.
Só que o mais velho já tinha comido outro doce,
e eu disse:
“Come sozinho, meu amor. Esse é todo seu.”
E foi aí que a vida virou roteiro.
“Eu acho que eu não gosto tanto assim de bolo de coco…”
disse ele, pensativo, como quem descobre que cresceu um centímetro por dentro.
O irmão, curioso, perguntou:
“Mas que nota você deu?”
“Sete.”
“Por quê?”
“Porque hoje eu não tô gostando muito de coco.”
E o mais velho, com aquela sabedoria prática que só os irmãos mais velhos têm:
“Ah… é que você gosta de bolo de coco de segunda a quarta.
De quinta a domingo, você já não gosta tanto.”
Era domingo.
E eu sorri.
Porque entre uma mordida e uma conversa,
eles me deram a melhor metáfora para começar o mês:
— Tudo que é nosso pode ser ofertado.
— Tudo que sentimos pode mudar.
— E tudo que muda pode ser recomeço.
Na simplicidade de um bolo dividido,
aprendi de novo que o amor mora nos detalhes.
Que a escuta silenciosa é presença.
E que ser mãe é isso:
testemunhar o mundo sendo redesenhado todos os dias pelas palavras dos nossos filhos.
Às vezes, o bolo de coco é só bolo.
Mas às vezes,
ele é tudo que precisamos para lembrar
que até o amor tem gosto diferente dependendo do dia —
e tá tudo bem.
Porque amar também é isso:
respeitar o paladar emocional do outro,
e ainda assim, continuar oferecendo o melhor pedaço.
Não me tomes apenas de corpo;
Acalante e doma minha alma também;
Físico e espiritualmente, nem reto e nem torto;
Envolva-me como um todo e além.
Mostrá-me tua essência, linda essência singular;
De uma forma que dois seremos um, não mais;
Viajemos por vários mundos, sem sairmos do lugar;
O tempo já se faz parado, tudo para o agora ou jamais.
E quando o nosso envolvimento, tentar respirar o fim;
Que não nos sentiremos na moral do inferno;
Nem pecados ou bençãos, para você ou para mim;
Para que o nós seja o mais lúcido sinônimo de eterno!
"O que importa é o talento que vem da alma, o corpo é perene e em breve se desfaz... a alma se perpetua na imortalidade!"
É gratificante ver como as palavras ganham vida e alcançam corações em momentos de despedida e saudade.
Essa frase de minha autoria, que agora ilustro nesta imagem, foi o canal usado pela atriz Isis Valverde para expressar sua admiração por nossa eterna Rita Lee, pelo seu falecimento em 08 de maio de 2023, conforme registrado pelaRevista Caras.
Gratidão Isis!😘
Lu Lena / 2026
PAIXÃO INSANA...
Vejo emoções coloridas entrando pelas frestas
do meu corpo fechado que orbita num mundo
cinzento…
Penso em voce…
E aí?
- sensações insanas e libidinosas
despertam-me e estremeço nesse momento…
AUSÊNCIA
Hoje acordei ausente e sentindo um vazio sem fim…
Como assim?
- Meu corpo dormiu e minha alma teima em voltar pra mim…
VAZIO...
A vida brinca lá fora, e aqui dentro um corpo sem alma que chora….
E quando ela cansar de brincar?
- Virá esbaforida com um sorriso!
E aí?
- Entre as lágrimas que agonizo, irei embora num último suspiro!
VEM...
Vem e traga-me a luminescência
à esse corpo inerte dê vida…
cores sorrisos e indulgência…
para minha alma atônita e perdida!
Tens sido Tu
Que me tira do juízo,
que me excita a mente,
o Corpo e a Alma.
Dois corpos, uma só canção!
Sintonia, Sinfonia,loucuras da nossa,
despudorada Paixão.
Tens sido tu o meu querer,
meu Desejo, meu Despudor.
O Prazer do meu corpo,
o Prazer da Minh'alma,
a Felicidade em meu Sorriso
desde o momento em que o teu
Sorriso, convidou minh'alma a
Te Amar!
Incêndio e Silêncios
No contorcer do corpo lascivo,
o meu pensar divaga disperso
aos lábios que declamam em versos
versos que rasgam véu paraíso.
Te leio qual livro indiviso
da boca ao umbigo e ventre
d'onde tu pulsas d'as margens quentes
Meus dedos, um ardente aviso
Febril, e entreaberta treme
tua voz arqueja agonia,
e tua boca em versos geme.
Te possuo, em fel fantasia, —
de corpo e verbo se consome,
sem pudor, verso e poesia.
Como encaramos a morte?
Será que quando falamos em morte , falamos somente do corpo que cessa suas funções e se decompõe inerte?
Há várias mortes, posso afirmar.
A morte não é somente aquela que está a sua frente, como um acontecimento futuro. A morte permeia nossa vida a cada segundo que se passa, isso porque tal momento não se repetirá, apenas ecoará em lembranças que com o tempo também serão sepultadas.
Cada hora de nosso passado, findado, pertence a morte.
Com esse pequeno pensamento, podemos concluir que a vida, deve ser bem valorizada e bem vivida.
Se valorize, de valor ao seu presente, viva alegrias, deixe as tristezas para depois, sorria, cante, ame, dance. Largue o sofrimento e o que lhe faz sofrer. Tenha conceitos e aprenda a se desfazer deles também.
Uma vida plena se faz no presente. Pois a cada segundo que se passa, morremos um segundo.
Viva.
Pense, reflita.
Paz e bem.
