Poesias sobre Mãos

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Eu vejo que, cada lágrima que cai de mim, Deus a segura com as Suas mãos e até chora junto a mim. É inaceitável o mal neste mundo; ele corrompe, ele afasta você de Deus.


A verdade de Deus é imutável sobre este mundo. Mesmo que eu esteja no infinito e solitário vazio, Deus está comigo. Ele não me nega, mesmo quando não há fôlego, mesmo quando sou rejeitado.


Toda essa dor que carrego, e esse ódio que não posso direcionar... Que Deus esmague o mal! Que não exista nenhum resquício, pois portaram algo divino e forte, mas são arduamente covardes contra a raça humana, que foi amada pelo meu Senhor Deus.


Por que essa prostração diante do mal? Por que essa ingratidão?"

É com fé que sigo o meu caminho
todos os dias...
E é entregando nas mãos de Deus as minhas escolhas
que me tranquilizo, pois sei que o melhor por mim
ele fará, e o que não for para o meu bem,
ele afastará.

' Dança comigo?'

" Envolvidos pela doce canção,
seguro as tuas mãos...
Neste espaço,não existe
mais ninguém...
Além de nós,há
o perfume inebriante do amor,
que invade
o nosso ser,tú és o
Meu Bem Querer."

Tatiane Oliveira-14.12.2012*

"Com os olhos fechados
Peço que segure
as minhas mãos e
Dance comigo
essa canção,
Nesse compasso,lento
e delicado quero
sentir o teu abraço.
Meu corpo junto ao teu
Sente as batidas do nosso coração,
Pois nesse instante
Somos dois em um
Só corpo.
Ardentes,desejosos de paixão.
Toque-me suavemente,
e me ame eternamente."

Gostaria de ter trazido um jardim,
mas, como não caberia
em minhas mãos,
trouxe as mais belas flores
que colhi de coração.

Eu sempre começo o
meu dia, entregando
todos os meus
propósitos
nas mãos de Deus.
Pois sei que,
se eu não suportar,
ele vai me sustentar.

Tão bom estar aqui com você
Queria que o tempo parasse
Você olhando nos meus olhos suas mãos no meu rosto
Como é bom sentir teu cheiro
E meu cheiro que está no seu corpo
Falo bobagens
Você ri...
E continuamos ...
Já perdemos as horas e os dias
Ficando lado a lado
Sem música
Luz
Ou água ...
Mato a sede nos teus beijos
Me alimento da tua carne
Faço do teu corpo deu templo
E você se aconchega no meu

Você fala baixinho no meu ouvido
Eu não entendo mas te olho
Fico mapeando seu corpo
Agora meu mundo

Meus músculos enfrequecem
Deixo meu peso cair sobre você
Você passa seus dedos em minhas costa
Em sintonia nós olhamos e dizemos em uma única voz
Te amo 💕

ALTANEIROS

Mãos que abanam
Que afinam
Que afanam
E abstrai
São Mãos que exaltam, proclamam, reclamam
E sempre querem mais.
As Mãos que enxugam
As lágrimas que percorrem
O relevo irregular de uma face singela,
São as mesmas Mãos que
Socam, trituram e torturam
Nas misturas do fino trato
Que num disparo viajante, sufocante e delirante;
A agonia traz.
Os ilustres, altaneiros, Aristocratas, facínoras e gentios.
Carregam desde o ventre a máscara da ilusão.
Assim enganam
Não só as carnes ambulantes!
Com aquele sorriso persuasivo tentam ludibriar até mesmo DEUS!

060925

Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”

* ⁠Técnica PCS *
Antes de começar uma discussão, tenha em mãos:
• O Problema,
• O Culpado,
• A Solução!

Além do Visível

Na travessia da vida, encontrei olhares que valorizavam aparências... mãos que mediam valores na superfície breve das coisas.

Mas meu coração, abrigo sem grades nem vitrines, anseia por aqueles que sabem ver aquilo que a pele não revela... aquilo que não cabe em molduras.

Desejo os que tocam a essência, os que valorizam a vida... os que enxergam o invisível, como quem vislumbra horizontes no brilho de um olhar.

Que se aproximem de mim, não os que julgam vitrines, mas os que conseguem transformar pequenos instantes em grandes momentos.

Porque a essência não se mede em molduras, mas na coragem de despir-se das aparências, reconhecendo que viver é o maior tesouro... livre como verdades que não precisam de vitrines.

Bagagem da alma


Nesta estrada que a gente caminha
O que as mãos seguram o tempo desfaz,
Partimos um dia na hora marcada
Deixando o cansaço e buscando a paz


A gente percebe no último instante
Que a vida é um sopro um breve portal
Desta vida nada se leva nada…


Só deixamos a saudade no peito de alguém de mãos vazias seguimos o plano
O que levamos é o que somos por dentro
A alma preparada pro eterno momento


Ficam os risos e os laços de amigos O rastro de afeto que a gente plantou
O abraço guardado os velhos abrigos
E toda semente que o amor cultivou


Pois o que vale não é o que se guarda
Mas como a alma se transformou aqui

Silhueta
Quando te conheci, a sua luz já estava no fim, e, quando percebi, as mãos da morte já estavam aqui.
Porém, ainda vive a lembrança
do seu andar explodindo em mim — um semblante sombrio e, ao mesmo tempo, brilhante.
Isso é cativante: gira, contorce, e o ar se ausenta dos meus pulmões.
Mas tudo se distancia, e tudo vira uma imagem borrada ao fundo,
como uma silhueta em névoa brilhante.

A luz na sala de aula


Docentes esperançosos
Põem fé nos estudantes
Com a caneta nas mãos
Seguem firmes, confiantes
Mesmo com dificuldades
Superando adversidades
Que são muito semelhantes.


Os livros são esquecidos
Trocam por telas atraentes
O saber fica abafado
Nos olhares adolescentes
Triste desmotivação
Tornam mais dura a missão
E a vida dos seus docentes.


Muitos não têm base firme
Falta apoio familiar
Ninguém cobra, nem auxilia
São poucos a colaborar
Familiares pouco incentivam
E os saberes não se ativam
Chega é triste de lembrar.


Há escolas sem recursos
Faltando boa biblioteca
Sem espaços pra reforço
A aprendizagem resseca
Não garantindo o saber
Como é que vai crescer?
Compromete até o ECA.


O tempo voa, relógio gira
Chegam as provas do ensino
São demais as cobranças
A cada menina e menino
Se a leitura não fluir
Como vitória conseguir?
É grande nosso desatino.


É preciso dar a ferramenta
Com a letra, a interpretação
Diminuir pessoas nas salas
Aumentar a participação
Buscar sempre dar um jeito
Que haja ensino direito
Com a mais pura atenção.


Governos trazem projetos
Com nomes e bons intentos
Mas no meio do caminho
Há falhas nos suprimentos
Mesmo com bons objetivos
Melhorando rotas e incentivos
Ainda há muitos impedimentos.


Professores não desistem
Fazem círculo, roda, oficina
Procurando dar atenção
A quem falha e desanima
Busca renovar a prática
Agindo de forma empática
Que o saber os ilumina.


Mas quando a luz se acende
Estudante, enfim, alcança
A alegria é imensurável
E a vida ganha esperança
O sorriso vai prevalecer
Pela vitória do saber
E o fim da desconfiança.


A satisfação é sem igual
Como é chuva para o calor
Vê-los o mundo decifrar
Com mente livre e mais sabor
Mais que o salário a ganhar
É a certeza de transformar
A educação com muito amor.

O homem honesto perde atalhos,
mas não perde o chão.
Pode ter menos nas mãos,
porém carrega algo raro:
a paz de não precisar se explicar ao espelho.
— Sariel Oliveira

Do signo dos gêmeos nascerá o governante,
com trombeta em mãos anunciará seu triunfo.
O leão ascendente brilhará em sua face,
e Sagitário guiará seus sonhos de expansão.
O mundo ouvirá sua voz duplicada,
ora promessa, ora discórdia sem fim.
Entre vitórias e ruínas será lembrado,
como sombra que divide povos e reis.

Seja paciente. Um dia, alguém lhe entregará o mundo inteiro sem que tuas mãos precisem implorar.
Com dinheiro, colecionam-se presenças. Sem ele, permanece quem ama a tua essência


É no caminho arduo, entre quedas e silêncios, que o verdadeiro caráter das pessoas se revelam.

O vício não prende as mãos, mas corrói as raízes invisíveis que sustentam quem você sonhou ser.


EduardoSantiago

Eu lamento não ter o poder nas mãos para consolar a todos,
nem o poder de abraçar cada um.
Resta-me apenas fechar os olhos e, em minha mente,
fazer minha alma ajoelhar-se
e pedir ao Supremo que olhe por seus filhos.

Olhando a tela móvel em minhas mãos, a vejo, e ao ver
percebo o finito tempo que escorre, as incertezas da vida,
algo tão passageiro e sem sentido que faz em nós repassar o destino.

Por que saber de tudo? Vendo as memórias que o tempo registrou e apagou,
vejo amargura, felicidade, surpresa, tudo que por horas, e naquelas horas,
decidimos o qual decidido seria o nosso fim. Queria ver as estrelas,
mas estrelas são distantes, e vê-las seria o mais esplêndido sonho.

Por que o espaço-tempo é tão ambicioso? Por que não mais tempo? Por que desperdiçamos o tempo?
Por que não entregamos o conhecimento sem o perder ao dormir pela última vez?
Por que vangloriar para os descendentes, se nem o conhecemos?
Por que os amamos tanto, se nem poderemos vê-los crescer?
Relembro o sonho de ver as estrelas, o qual decidido era vê-las na infância,
mas a jornada até encontrá-las era um desgaste.

Desligando a tela móvel, vejo neste instante as estrelas no céu,
um céu que choro ao relembrar, pois era o céu que via na infância,
um céu que compartilhei a visão de estrela cadente, mas o seu brilho diminuiu.

Pois a magia… por que dizer magia? Pois era isso.
Relembrando, vejo que a visão infantil estava embaçada.
O que o fazia especial era a família, os conhecidos, a pureza do mundo.
Talvez o espaço-tempo não seja cruel, talvez ele tenha percebido que
a beleza do mundo só é percebida no fim e vivenciada no início,
e lapidada enquanto corremos, deixando os sonhos infantis no percalço do mundo.