Poesias sobre a Cultura Indigena
JURAMENTO DO BRAÇAL DE ROMU:
Juramento de Honra e Dever
Ao ser incorporado à Ronda Ostensiva Municipal, assumo, com firmeza e determinação, o compromisso solene de dignificar este braçal e esta boina, insígnias máximas de honra, decoro e justiça.
Declaro, perante meus superiores, pares e subordinados, o meu juramento irrevogável de proteger e servir aos interesses do povo de Taboão da Serra, conduzindo-me, em todas as circunstâncias, pelos mais elevados e rígidos princípios do Grupamento ROMU da Guarda Civil Municipal desta cidade.
Comprometo-me a enfrentar e superar todos os desafios, mantendo o espírito de perseverança inabalável, com o propósito de, incondicionalmente, honrar a Dignidade, Lealdade e Respeito à minha corporação, aos cidadãos que sirvo e às autoridades constituídas.
H.A.A
Levei a maior parte da minha infância para perceber que as tradições têm um poder infinito sobre nós.
“Eis a fase atual da contestação cultural; com a ideologia prevalecendo sobre a arte, Salvador Dalí, se fosse daqui sofreria o descarte como caroço de pequi. “
Falar sobre paz mundial é ouvido hoje apenas entre os povos brancos, e não entre as muito mais numerosas raças de cor. Esta é uma situação perigosa. Quando pensadores e idealistas individuais falam de paz, como fazem desde tempos imemoriais, o efeito é insignificante. Mas quando povos inteiros se tornam pacifistas, é um sintoma de senilidade. Raças fortes e não gastas não são pacifistas. Adotar tal posição é abandonar o futuro, pois o ideal pacifista é uma condição terminal contrária aos fatos básicos da existência. Enquanto o homem continuar a evoluir, haverá guerras.
Faz-se necessário que tenhamos um olhar biopsicossocioespiritual sobre o ser humano, enxergando-o de maneira integral, pois se trata de um ser que está para além do visível corpo físico.
Permita-te se questionar sobre tudo a respeito do mundo e de ti mesmo, principalmente as tuas maiores certezas.
Pra você ser foda sobre o assunto internet, você não precisa entender de internet ou como usa-la; você precisa entender A internet.
Para alcançar uma sociedade justa, precisamos raciocinar juntos sobre o significado da vida boa e criar uma cultura pública que aceite as divergências que inevitavelmente ocorrerão.
A superficialidade nunca nos dá a ideia precisa de algo ou alguém, o raso conhecimento sobre um assunto, nunca nos ajuda a decidir de forma inteligente ou suficiente.
As hagiografias e os clássicos da literatura nos informam sobre distintas dimensões da existência. A leitura das vidas dos santos enfatiza a dimensão vertical da existência humana, ou seja, o homem existe para Deus, e amá-Lo, aproximar-se Dele é todo o sentido da existência. Essa dimensão vertical é o centro da existência humana. Já os clássicos da literatura tratam da dimensão horizontal, isto é, da diversidade da condição humana. Eles informam ao leitor sobre inúmeros tipos e circunstâncias humanas, oferecendo, assim, uma ideia do quanto a alma humana pode variar segundo as mais diversas circunstâncias. Ter uma ideia razoável da amplitude da condição humana é muito importante, mas essa amplitude torna-se, por vezes, um pouco virtualizada nas vidas dos santos, porque elas enfatizam não a diversidade da condição humana, mas o seu sentido essencial. As vidas dos santos dizem que a vida humana tem um centro e este centro deve voltar-se para cima para encontrar-se com o centro da realidade total, que é Deus. Então ambos os tipos de literatura são indispensáveis para que possamos tirar o máximo proveito de nossa inteligência; para sabermos que não basta sermos inteligentes, mas é preciso que estejamos informados acerca da nossa situação, de quem nós somos, do que é um ser humano, do que é a vida humana.
" Para criamos um ambiente de trabalho sadio, todas as pessoas precisam aprender sobre comunicação positiva."
"A maioria das pessoas simplesmente cresce sem aprender absolutamente nada sobre a melhor forma de se comunicar. Precisamos falar e aprender sobre isso."
Como a guerra cultural é sobre crenças irreconciliáveis sobre Deus e o homem, certo e errado, bem e mal, e é, na raiz, uma guerra religiosa, ela estará conosco enquanto os homens forem livres para agir de acordo com suas crenças.
A verdadeira arte não destrói o que quer que seja, o que destrói sobre qualquer coisa que existe como plataforma é uma ilegitima perversão destrutiva da anti-arte. A arte criativa em qualquer tempo exalta o que já existe, respeita e dialoga em seu tempo diante do esquecido, despercebido e do mais comum, revigora a existência na quintessência regenerativa da criação.
Época infantil, sei tão pouco sobre tudo, hoje. Que as vezes me parece que tenho que reaprender tudo de novo.
o artista Moacir Andrade foi o meu maior mestre sobre as cores da Amazônia. Tudo de um jeito simples, como é típico de quem sabe, entre os igarapés, igapós e balneários da Grande Floresta. Suas palavras embebidas de magia do dia a dia, das que se encontra por esperança nas populações ribeirinhas ecoam no meu imaginário nas noites de lua cheia.
Parafraseando Olavo Martins Bilac, o príncipe dos poetas brasileiros e meu grande patrono sobre amor cívico das estrelas da cultura do Brasil, exercido ininterrupto pela Liga da Defesa Nacional, desde 1918, o poeta diz em seu soneto - Ora (direis) ouvir estrelas, o soneto de número XIII da coletânea de sonetos Via Láctea. " E eu vos direi: Amai para entendê-las!Pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas." Assim também vos digo " Amai para entendê-la. Pois só quem ama pode ter ouvido e olhos, capazes de ouvir e de entender a Amazônia. Ela existirá para sempre, bem mais que um grande punhado de verde, distante de tudo que dizem os teóricos da grande floresta.
O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.
Meu conhecimento sobre a Amazônia está intimamente ligado ao saber, ver e pensar de meu grande mestre e amigo o artista amazonense Moacir Andrade.
A dramaticidade sempre foi uma das maiores armas estratégicas, sobre tudo entre os vencidos em todas as guerras.
