Poesias Infantis sobre Amizade
UM RASCUNHO DA RELAÇÃO ENTRE CASAIS
Somos, os dois, muito confusos e infantis. E é muito fácil que isso um dia acabe com a gente.
Mas não é por que me enganei que vou desistir (pois não sou fraco para não lutar pelo que quero).
Nossa vida sempre foi muito difícil ursinho, e isso é a única coisa que ma leva a crer que nosso amor é realmente fortíssimo, mas como nós sabemos mesmo a maior arvore, se não receber água e sol, acaba morrendo. E nem eu nem vc sabemos se será fácil reconstruir cada galho dessa árvore. É o que vc diz: “_se tiver de ser, será”. Mas pelo menos eu não quero arriscar, de forma alguma. Eu confio mais no ditado: “é melhor prevenir do que remediar...”.
Essa é uma historia que acontece muito, é verdade: um casal precisa receber o choque da separação para se dar conta do quanto eram infantis e não sabiam o que era de verdade a linda vida que tinham juntos. Mas mesmo assim eu sugiro que não deixemos isso acontecer. Não por medo de ficar sozinho não, mas com certeza por medo de não encontrar no mundo alguém como vc e que faça o que vc faz por mim. De acordo com a ultima frase vc deve estar se perguntando: “_SE SOU TAO BOA PARA VC, POR QUE SIMPLESMENTE NÃO ESQUECEMOS TUDO E FICA TUDO CERTO???”.
Não é tão simples assim bê, vc sabe. Há um limite para o que suportamos como dor, ou para o que abrimos mão pelo próximo, e as boas ações que vêm acopladas a essa dor ou a essa negação de si próprio.
Não deixemos chegar a um extravasamento desse limite.
Não foi uma frase de quem queria espetar seu companheiro, mas de quem não gostou de não ter sua reclamação atendida.
Deixemos que o outro resolva, apoiando-o e não o cobrando a cada hora que se passa.
CORAÇÕES INFANTIS
Detesto corações tão suaves e pequeninos sendo machucados! Adoro quando esses mesmos corações transbordam em força, superação e paciência com aqueles que ainda estão fora da luz!
Epifania boêmia
Não posso culpar alguém
por meu erros alienados
infantis e desajeitados
a culpa não foi de ninguém
Cansei-me de lamentar
por algo que não sei
por algo que pouco me dei
nao aprendi como amar
Não aprendi a te dizer
não aprendi a me virar
não aprendi a te perdoar
não aprendi... a viver
Um dia, quem sabe
eu morra para o mundo
e seja mais vagabundo
antes que tudo desabe
No fim somos apenas pobres mortais infantis e carentes...
A única coisa que a maioria precisa é ser notado, acariciado e amado.
Passado e aprendizado
Naquele tempo meus pensamentos ainda eram infantis, por mais que eu tentasse, não conseguia enxergar com clareza tudo aquilo que estava acontecendo ao meu redor, mas eu sabia que aquele lar, outra hora invejado devido a união de seus integrantes estava desmoronando, mas o que eu poderia fazer diante daquilo, eu era apenas uma criança que naquele momento apenas almejava um pouco de paz e quietude entre duas pessoas que já se amaram tanto um dia, muitas vezes me deparava sozinho, diante daqueles cômodos me perguntando onde foi que deu errado, pra uma tentativa falha de achar um concerto , mas já era tarde , aquela relação já estava completamente estremecida por obra do acaso , foi então que os laços foram rompidos, depois daquele dia eu soube o que era dor de verdade , mesmo assim sempre tentei me manter firme , mais era difícil porque a cada parte que eu tentava me apegar, era um acontecimento diferente, naquele momento eu vi que não adiantava mais chorar, porque o tempo não ia voltar , as feridas abertas demorariam a cicatrizar, nesse momento eu percebi que as mesmas pessoas que amamos, podem nos machucar e nos causar muita dor , na minha dor eu aprendi que devemos confiar em Deus , porque ele sempre estará olhando por nós, por isso jamais devemos deixar de acreditar nele, pois ele sabe o que faz.
Tantos "entos", quantos "ãos"!
Queria que as festas infantis não virassem festas de casamento.
Que fosse ensinado que o luxo maior, é um nobre sentimento.
E quando fossem gastar, investissem mais no conhecimento.
Pois a roupa brilhante das crianças, perdem o brilho em pouco tempo.
Que as luzes dos sorrisos, brilhem mais que a ostentação.
Que o maior reconhecimento fosse o ato do perdão.
Que as crianças a chorar recebessem compreensão.
E ao invés de apanhar, ganhassem mais educação.
Elas precisam mesmo da sutileza e disponibilidade do nosso tempo.
Pois às vezes um rancor, se transforma em aprimoramento.
Que as mães ao ensinar, incentivassem o autoconhecimento.
Quando crescessem para trabalhar, saberiam ao certo responder
os seus próprios questionamentos.
Tantos "entos", quantos "ãos"!
Quanto tempo ainda precisarão?
Quanto falta a entender que o futuro da nação
dependem das crianças que hoje estão em nossas mãos?
"Quando nos conhecemos eramos infantis imaturas!!!
ate a cara de criança carregavamos...
Hoje crescemos e com o tempo aprendemos muito,
podemos dizer q somos grandes mulheres...
Que a gente continue como eramos antes, mas com um pouquinho de hoje.
Com a ingenuidade de uma criança, e uma alma de uma grande mulher!
Pirilampo encantado
de luz verde fosforecente
afastando o medo
do escuro, dos
sonhos infantis
Uma fadinha com
varinha de condão
a soltar estrelinhas
e a iluminar a escuridão
Como um ratinho assustado,
olhinhos redondos a te acompanhar...
espantando com a negritude
sem fundo da noite.
Mas estes olhinhos não vão chorar...
Montado numa libélula...
com asas transparentes
em pontas de pavão e
longa cauda de cometa...
no colo de papai que acalenta
o sono em pleno vôo se misturando
aos sonhos de criança...
Falamos de crianças como se não fossemos infantis, como se estivéssemos disputando quem voa mais alto no balanço, sendo que sabemos que desastrosamente sempre caímos de costas no chão.
Empurramos o medo com a barriga, enchemos a barriga com qualquer besteira, nos enjoamos de desculpas para podermos vomitar com maior facilidade todo resto ressentido.
Para os braços nunca marcamos hora na agenda, compromissos, estão sempre ocupados segurando o mundo junto com as mãos.
Mas ainda somos minúsculos, quase ninguém, e as mãos, pequenas, não importa o tamanho do coração, da força, ou da rapidez, elas ainda não poderão segurar todo peso por alguém, e isso inclui você.
Por trá de cada olhos infantis
uma estória silenciosa..
Se entrelaça com minha estória
vara de condão revela
estórias minhas a cada encontro
quando me deixo entregar ás Fabulas
sou Criança novamente...
Ah! esse Adulto que não me deixa...
dizer: Seja Feliz para sempre!
Viver a Intensidade na Impermanencia...
Nas revistas infantis o Pateta come amendoim e vira o Super-Pateta.
Na vida real há muitos que nem precisam de amendoim.
Dizemos que as crianças têm atitudes infantis: brigam por qualquer coisa, viram a cara etc.
Nós, adultos, somos diferentes. Puxamos tapetes dos outros, fazemos fofoca, elegemos corruptos, apoiamos guerras...
Ah, Papai do Céu! Abençoai as Crianças do Mundo, Papai do Céu!
Imagino que todos os usuários de qualquer droga, são além de infantis, também tolos.
A vida lhe entregou uma porção de desafios e estes vitimizados correm em direção contrária.
Tudo era só pra aprender a evoluir e superar está carcaça frágil e débil.
Porém entregam-se aos delírios caindo num poço escuro em que sofrerão muito mais.
Adultos infantis
Na era de adultos-meninos, a imaturidade vigora, uma epidemia aflora.
Buscam-se significados divinos num mercado que promete felicidades sem cessar.
Um futuro disperso pairando no ar, na publicidade, anunciam-se sonhos de cetim para deslumbrar.
Marketing de existência vazia, oferece significados efêmeros, para almas ávidas por algo além do ser, parecer e agradar.
Adultos infantis seguem iludidos, buscando significados na existência do papel machê que aprisiona, impede o amadurecer.
Muitas vezes por brigas
infantis, o orgulho nos
deixa à margem da
história porque
perdemos momentos
preciosos que não farão
parte das páginas de
nossas memórias..
Santo em Queda
Mundo
Contemporâneo
Repleto
De
Adultos
Infantis
Em clima
De
Egocentrismo
Adolescente
Politicamente
Estamos
Em crise
De puberdade
Que
Nossa Santa
Novinha
Em folha
De nós
Tenha
Piedade
" Sinto os livros infantis como campos de girassóis, sempre buscam a luz, então, iluminam as vidas das crianças."
Laços de Inocência
Entre as mãos infantis, a inocência
Cuidando de outra criança desprovida
Um século de mãos, em negligência
Que negam amor e segurança à vida
Mas na escuridão, uma luz reluz
A compaixão, como estrelas a brilhar
Aqueles que estendem a mão, a sua luz
Podem nas almas feridas, cura plantar
Assim, na correnteza da existência,
Onde a dor e o amor se entrelaçam,
Encontramos na nossa experiência,
Que é no ato de dar que nos abraçam.
Que o mundo se encha de mãos que doem,
E o amor nasça onde antes havia só poeira,
Pois é na ajuda mútua que floresce o que é ser humano,
Nessa dança de dar e receber, a vida verdadeira.
Do que vivi na casa antiga
restou distância
e o tempo escondido
em momentos infantis
Daqueles amigos
dormem no peito
saudades e peraltices
Outros sonhos,
embarques sem fronteiras
tomados de esperanças
e desejos a realizar
A vida é um caminho
Alguns decolam fácil,
criando futuros novos,
oportunidades a mais
Foi ontem que nos despedimos
Em cada rosto vi saudade,
angústias de afastamentos,
certezas de esquecimentos
Cada um levou uma alma minha
A vida vai me dando outras
Mas as almas daquela época
foram-se todas (as que eu tinha).
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