Poesias e poemas sobre Silêncio

Cerca de 18800 poesias poemas Poesias e sobre Silêncio

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Falso pastor não tem coração.
Tem engano.
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Rouba em silêncio e ignora sua dor.
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⁠⁠Nesta noite tão aguardada,
tudo o que for inoportuno ficará em silêncio, o tempo estará em pausa, agora, nada terá mais relevância,
o nosso deleite que terá a prioridade,
estás maravilhosa em todos os detalhes, a suavidade da tua pele,
as curvas da tua boca, os teus cabelos graciosos, o fulgor do teu olhar sedento, minhas pupilas chegam a dilatar de tanto entusiasmo que provocas, ficas muito excitante com este teu vestido preto, sabes o quanto que isso me agrada, nem consigo disfarçar,
quero tirar proveito da tua sensibilidade, fazendo arrepiar cada parte do teu corpo
através do meu toque, de beijos intensos, dos nossos sentimentos vívidos,
fico fascinado pela vivacidade dos teus movimentos,
adoro este teu jeito doce e atrevido
que faz meu desejo por ti só aumentar e sei pela verdade e avidez dos teus olhos que é recíproco
da maneira que tem que ser,
se não fosse assim, não teria tanto apreço, aliás, não faria sentido,
não é mesmo?

Os Pensamentos que Voam pelo Vasto Céu do Silêncio

Determinados pensamentos ganham asas no vasto céu do silêncio; conduzidos pelos ventos da madrugada ou, às vezes, de outros momentos do dia; seus voos são intensos, graças a euforia e a adrenalina — o desejo pensativo pelos versos de uma linda poesia, que faz entrar numa fenda do tempo; que ressignifica temporariamente a realidade, a qual passa a ser movida por sentimentos até que aquele silêncio seja, infelizmente, quebrado pelo bom senso de um despertar sensato.

Onde a Sinceridade não é Bem-vinda, o Silêncio passa a ser uma Opção

A sinceridade nem sempre é bem-vinda, mesmo por aqueles que dizem valorizá-la, pois, muitas vezes, preferem a mentira, daquelas que afagam; então, a depender da situação, o silêncio é uma ótima alternativa: melhor não dizer nada e manter a sua paz protegida.

A Face do Silêncio que Deve Ser Quebrado

O silêncio certamente tem mais de uma face: a tranquilidade distante dos conflitos, a omissão de um sofrimento, o desconhecimento de uma triste realidade, a melodia que a alma precisa ouvir em um determinado momento, uma zona de conforto atraente e inapropriada ou aquela sensação confortável que não deixa a mente ficar esgotada.

E quando uma paixão desenfreada toma conta, uma das consequências é a falta de amor-próprio — que pode resultar em uma prisão silenciosa devido a uma inconsistência de reciprocidade e uma frequência de angústia numa falsa tradução de felicidade, onde sempre apenas um dos lados luta e faz a sua parte.

Nesse caso tão danoso, o quanto antes, em alguma oportunidade, o silêncio tem que ser quebrado, o desgosto do desrespeito deve ser reconhecido e logo ser rejeitado, caso contrário, será cada vez mais destrutivo. Portanto, não deve permanecer camuflado debaixo de migalhas de afetos ou de sentimentos fingidos.

Não é nada fácil ter seus princípios e valores violentados, principalmente por quem tanto se ama, mas é exatamente isso que faz ser um privilégio encontrar paz na violência, enxergar o conforto verdadeiro: o reconhecimento da própria existência, da importância da mutualidade, que um laço sadio não tem prisioneiros e que os sinais estão nos detalhes.

O SILÊNCIO PROVOCANTE DE UMA SEDUÇÃO SEM VULGARIDADE

A doçura e a audácia estão juntas na tua sedução assim como a beleza das tuas curvas e a profundez da tua alma. Coração intenso seletivo — uma forte chama que não se apaga, mas que aquece no momento certo após ser naturalmente conquistada. Um fervor de renascimento.

O atrevimento do teu olhar é hipnotizante, chama para perto sem usar palavras — um silêncio provocante que transmite calma e confiança. Claramente, estás segura a respeito daquilo que precisas: uma ocasião intensa de loucura com as tuas sensações correspondidas.

Sedutora atípica, pois a vulgaridade não fica exposta, é a tua elegância que permanece explícita com apenas algumas partes da tua delicadeza à mostra — as pistas para chegar até um paraíso, onde o passar do tempo não importa e os desejos são recíprocos. Paixão avassaladora, venustidade irresistível.

O seu silêncio provavelmente tem muito a dizer, pode ser tão expressivo e interessante que a necessidade de usar as palavras não é sentida neste momento, assim, o seu jeito é naturalmente intenso, emocionante, um comportamento sedutor de quem não costuma desperdiçar o seu tempo, indo logo sabiamente para o ponto que lhe interessa,

Demonstrando um lado belo e audacioso que penso que não revela para todos e que poucos tem a percepção suficiente para percebê-lo, que possui a essência da noite com um fogo abrasador inextinguível como se fosse uma densa escuridão com uma estrela fortemente radiante, o esplendor de uma ocasião apaixonante inesquecível, então, de várias formas impactante

Este versos comprovam este impacto silencioso profusamente entusiasmante, tendo em vista, que mesmo sem termos nenhum diálogo a respeito, pude deduzir sobre esta versão da sua personalidade a partir do seu olhar confiante e determinado que fala bastante com a minha sensibilidade de poeta, posso ser que esteja enganado, mas de fato, ela é bem mais do que uma mulher bela.
Jefferson Freitas.

A lua, sempre admirável, que usa com eficácia uma fala em silêncio, que alcança mesmo sem palavras o amor imensurável que se guarda no lado esquerdo do peito,

Aquele que incendeia a alma com o fogo intenso dos sentimentos acalorados, da grande riqueza dos pequenos gestos, da simplicidade de um momento memorável,

Um diálogo que acontece apenas entre Selene e quem a admira com entusiasmo e o respeito que lhe são merecidos, o mínimo que já é esperado diante deste feito Divino.

A expressão do olhar que fala em silêncio

O teu silêncio e a expressividade do teu olhar, em determinados momentos, possuem uma grande profundidade, tão atraente quanto um instigante mistério que prende muito a atenção: desperta a curiosidade, provocando certos pensamentos, aquelas emoções repletas de intensidade que, com facilidade, aceleram e aquecem o coração com um sabor prazeroso de renascimento e ludicidade sem nenhuma hesitação.

Em pouco tempo, discretamente, com essa tua motivação silenciosa e expressiva, dentro de um imaginário inquieto, uma conversa despida de palavras começa entre aquilo que pode estar passando na tua mente — que guardas lá no teu íntimo — e uma vontade intensa de aguçar os teus sentidos, de merecer a tua companhia, de tornar essa imaginação em realidade, numa euforia recíproca, marcando a temporalidade.

O resultado típico de quando a fertilidade criativa, proveniente de uma percepção profunda se volta para uma expressão assim comunicativa, como essa tua que, mesmo que não digas nada, fala muito; inclusive, a língua do teu desejo, da tua fogosidade, dos teus sentimentos, do teu amor-próprio, da tua liberdade, a partir dos teus olhos — belas estrelas do céu da tua face; detalhes emocionantes da tua composição, da tua venustidade, cuja perfeição é farta e vira inspiração, do teu físico à tua alma.

Onde o Silêncio Floresce
No silêncio, não tenho respostas, nem ao menos
algumas palavras de conforto,
porém ainda ouço a sua voz ecoando nos meus pensamentos,
dizendo aquelas frases confiantes e sensatas
que alimentam a minha esperança,
mesmo que nada seja como era antes
depois que aquela nossa reciprocidade de outrora
deixou de ser uma constância,
pois perdi a sua confiança e não quero que sinta pena,
apenas estou desabafando.

Você não se importa mais provavelmente,
mas entre angústia e revolta, vem aquele sentimento de culpa,
está chovendo lá fora, estou chorando enquanto observo o céu chorar.
Em pouco tempo, as lágrimas da chuva e o meu choro se misturam,
uma das maneiras que, às vezes, a minha alma usa
para falar aquilo que não sei se vale a pena dizer através da fala;
assim, ela consegue desabafar até quando a minha boca se cala.

Na escuridão demasiada, fica difícil enxergar a saída,
não é fácil me manter de pé, fico pensando:
“será que se você me ouvisse ou me visse de alguma forma, viria me ajudar?”
Acredito que eu já saiba a resposta, então, é melhor não ficar esperando.
Agora já é tarde, não tem mais volta, os nossos mundos estão separados,
portanto, seguirei em frente, darei um passo de cada vez,
deixarei o passado e acenderei a luz do presente.

Aos poucos, certamente, com a permissão Divina,
o meu ânimo será restaurado e ficarei ainda mais forte.
Usarei o silêncio para ouvir os batimentos do meu coração
e o som do recomeço a cada nascer do sol.
A chuva voltará a ser melodia para os meus ouvidos,
tal qual a emoção celeste que faz florescer
é a decepção que, consequentemente, permite amadurecer.
E quanto à escuridão, ela exaltará as luzes do meu bem-estar,
como lindas estrelas durante a escuridade da noite.

A Dança Poética a partir do Silêncio

As horas já estão avançadas. Mais uma vez, temporariamente, estou cercado pelo silêncio que, aos poucos, foi tomando conta. Entretanto, na minha mente, o seu poder não tem nenhum efeito; pois certos pensamentos despertaram e convidaram, gentilmente, algumas palavras para dançar uma dança poética. Tendo como plateia apenas o meu sono e a minha insônia, mostrando a eles uma apresentação intensa.

Faço quando possível uma breve pausa durante a noite, então, desfruto de um silêncio momentâneo, olho para o alto e observo as estrelas, corpos celestes radiantes radiando na escuridão do céu, resultando numa brevidade entusiasmante,

Tipo de oportunidade que contém uma simplicidade impactante, daqueles impactos que não costumo evitar pelo bem que fazem ainda que de um jeito discreto como se fosse um incentivo para desacelerar e assim manter o máximo de equilíbrio,

Quem não faz o mesmo pode até achar esquisito, entretanto, é um bom uso do tempo, oportuno para o espírito, para mente cansada e para outros aspectos, a contemplação de uma noite estrelada, dos olhos aos pensamentos, uma amostra iluminada de tudo que observo.

O Silêncio Acolhedor do Reencontro Consigo Mesma


Quando um laço importante se desfaz na matéria, a vida nos convida a retornar para a nossa própria morada interior. O esvaziamento das relações que já não têm afinidade não é um abandono divino, mas um espaço sagrado que se abre para que possamos ouvir a nossa própria voz. É no silêncio que se segue às despedidas que conseguimos reorganizar nossos sentimentos, avaliar nossos aprendizados e entender quais são as nossas reais necessidades atuais. A separação, vista por esse prisma, funciona como uma poda necessária: dói no momento, mas limpa os galhos para que novos frutos possam nascer. Estar mais distante do mundo e mais próxima de si mesma é o caminho mais bonito para o verdadeiro auto reencontro.

Do silêncio em mim


E eu não lhe disse nada...
E, o silêncio que se fez em mim, disse-lhe tudo.
No peito ficou guardado o que não encontrou coragem na voz.
Engasguei-me com a dor e o medo do som das palavras que poderiam de mim sair.
E cá estou eu: vivendo há séculos de frases inacabadas... palavras tartamudeadas, balbuciadas, só dentro de mim...

Silêncio inscrito


Repetidamente ouve-se o eco de um silêncio escrito dos dois lados da rua...
Perpetua-se, pela alameda vazia e fria, o eco de vozes antigas
guardadas na memória... revive-se dolorosamente o peso da ausência.
Enredam-se as palavras, sufocam-se as lágrimas engolindo-se em seco uma dor que insiste em se fazer sempre presente...
Suprimem-se as doces lembranças, que
iludem as veias de um tempo adormecido nos ombros cansados, esgotados de vida.
Insinuam-se em ondas de frio sobressaltos e temores – fantasmas de uma força invisível e maior do que o mundo.
Espalham-se palavras contra os muros, por debaixo de pontes... afogam-se sonhos
que o vento insiste em de volta trazer.
Há em minha lama uma sede feroz a consumir-me a razão... um pulsar loucamente do meu coração numa recusa insistente a ceder... deixar simplesmente acontecer.
Acumulam-se as sombras nos meus olhos...
Persiste sempre esse louco desejo de romper o vazio... de gritar o seu nome...
cravar no peito do impossível seu sobrenome.
Meu caminho segue...
Corda bamba...
Fumaça desgarrada de mim...
Preso à vida por um desgastado, quase roto fino fio.

Um Universo inteiro


Há palavras frágeis demais
para atravessar a distância do silêncio que ficou
quando você de mim se afastou.
Então, tenho ficado num silêncio abissal...
Tenho vivido de frases inacabadas,
palavras balbuciadas dentro do meu coração.
guardo, sem testemunhas, esse amor que deveria ter morrido quando você se foi.
Um Universo inteiro deveria acontecer entre nós...
Mas está suspenso...
parado no tempo...
esperando pra acontecer em algum momento... sempre jogado pra depois.

A palavra nasce do silêncio, mas não lhe pertence por inteiro. Ela carrega a matéria do mundo: o peso da pedra, a aspereza da terra, o calor da pele, o rumor das águas. Quando nomeamos, tocamos. Quando escrevemos, deixamos marcas no corpo do tempo.
A memória é uma casa sem paredes. Guarda vozes, gestos, cheiros, caminhos. Às vezes, permanece em uma cicatriz; outras, no espaço vazio de quem partiu. O corpo sabe o que a boca esquece. Cada osso traz um território. Cada passo redesenha a distância entre o medo e a coragem.
Resistir é permanecer sem ficar imóvel. É lançar raízes em solo ferido e, ainda assim, procurar a luz. É transformar a dor em presença, a ausência em lembrança, o silêncio em testemunho. Há palavras que quebram muros. Há silêncios que recusam a mentira.
Somos feitos de matéria e passagem, de ruína e recomeço. O território que habitamos também nos habita: entra pelos olhos, permanece nos músculos, reaparece nos sonhos. Nada desaparece completamente. A terra conserva pegadas. A palavra conserva o grito. O corpo conserva a história.
E quando tudo parece se desfazer, resta a insistência de existir: uma voz baixa, uma mão aberta, um nome dito contra o esquecimento. Permanecer é isso: continuar sendo presença onde quiseram deixar apenas silêncio.

A Resposta do Meu Silêncio


Apesar de todas as expectativas contrárias e de todos aqueles que não acreditavam, eu consegui. Caminhar quando se tem torcida é fácil, mas seguir em frente quando os olhares ao redor duvidam da sua capacidade exige uma força que vem direto da alma. Quantas vezes ouvi sussurros de desânimo, julgamentos disfarçados de conselhos e o silêncio frio de quem esperava pela minha queda. Mas eu escolhi não dar ouvidos ao barulho do mundo; fechei os olhos para as dúvidas alheias e abri o coração para a minha própria capacidade. Cada "você não vai conseguir" virou combustível para os meus passos. Minha maior resposta não veio com palavras ou discussões, mas com o resultado do meu esforço. Contra todas as probabilidades e apesar de toda a torcida contra, eu permaneci de pé e venci. Saborear essa conquista é saber que a minha luz foi mais forte do que qualquer sombra que tentou me apagar.

Foi no silêncio que você deixou de ouvir a própria voz,
abrindo mão do seu espaço para caber no mundo de alguém.
Você se apequenou até virar sombra,
esquecendo que o seu universo nunca coube na mão de outro alguém.

Colocou no pedestal um espelho de ilusão,
e entregou a chave do seu templo a quem não sabia cuidar.
A queda foi alta, o chão foi duro,
e o coração se partiu em mil estilhaços pelo ar.

Há quanto tempo você não caminha a sós com os seus passos?
Há quanto tempo não olha para o céu sem buscar outro olhar?
Na urgência de amar o outro, você se abandonou no caminho,
e deixou os seus próprios sonhos poeira acumular.

Agora o peito pesa com essa pergunta que ecoa na alma:
*Como fui capaz de me esquecer assim?*
Mas não carregue a culpa do abandono como uma sentença final,
pois o deserto também é o lugar onde nasce o recomeço do fim.

Não corra para outros braços, não procure outro refúgio no escuro.
A cura que você busca não está em mãos alheias, mas na sua reconstrução.
Recolha cada pedaço dilacerado do chão,
pois cada caco ainda guarda a força da sua própria essência.

Para onde ir agora? Para dentro de si mesma.
O que fazer? Voltar a se habitar.
Descer desse pedestal emprestado,
estender a mão para a sua própria dor e aprender, de novo, a se amar.

Você não se perdeu para sempre; apenas se distraiu da sua luz.
É hora de sair sozinha, encarar o vento e retomar o seu lugar.

O Templo do Silêncio e a Escolha da Paz


Viver em uma casa física marcada pelo barulho excessivo, pelos gritos, pela desorganização e pelo desassossego é abrir as portas para o desânimo de viver. Ninguém cresce e ninguém vence em um lar espiritualmente desestruturado, onde as paredes ecoam raivas, ressentimentos e discórdias cotidianas. O caos externo contamina o altar interno. No entanto, em meio a esse mundo conturbado, nós sempre temos uma escolha, uma opção sagrada. Podemos escolher silenciar a mente, fechar as portas para as energias de destruição e transformar o nosso lar — e o nosso próprio ser — em uma casa espiritual de acolhimento. O silêncio não é a ausência de som, mas a presença da paz divina. Buscar a ordem material e a harmonia espiritual é o único caminho para resgatar a nossa força e vencer as batalhas da vida. A paz do seu lar começa na escolha que você faz hoje.