Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Depois de toda guerra
alguém tem que fazer a faxina.
As coisas não vão
se ajeitar sozinhas.
Alguém tem que tirar
o entulho das ruas
para que as carroças possam passar
com os corpos.
Alguém tem que abrir caminho
pelo lamaçal e as cinzas,
as molas dos sofás,
os cacos de vidro,
os trapos ensanguentados.
Alguém tem que arrastar o poste
para levantar a parede,
alguém tem que envidraçar a janela,
pôr as portas no lugar.
Não é fotogênico
e leva anos.
Todas as câmeras já foram
para outra guerra.
Precisamos das pontes
e das estações de trem de volta.
Mangas de camisas ficarão gastas
de tanto serem arregaçadas.
Alguém de vassoura na mão
ainda lembra como foi.
Alguém escuta e concorda
assentindo com a cabeça ilesa.
Mas haverá outros por perto
que acharão tudo isso
um pouco chato.
De vez em quando alguém ainda
tem que desenterrar evidências enferrujadas
debaixo de um arbusto
e arrastá-las até o lixo.
Aqueles que sabiam
o que foi tudo isso,
têm que ceder lugar àqueles
que sabem pouco.
E menos que pouco.
E finalmente aos que não sabem nada.
Alguém tem que deitar ali
na grama que cobriu
as causas e conseqüências,
com um matinho entre os dentes
e o olhar perdido nas nuvens.
A teologia da libertação é a arma de guerra que Satanás deu a governantes comunistas. E, estes repassaram aos consagrados (padres, bispos, religiosos), aos pastores evangélicos e teólogos inimigos de Deus para destruírem o cristianismo.
Ataíde Lemos
A batalha é constante,
A guerra é invisível,
Tem muitos feridos no caminho...
Tenho medo, por vezes não sei o que fazer...
Orei, chorei, entreguei...
Ouvi Jesus dizer :
"Filha, vai em frente, lance as sementes,
Chorando ou sorrindo e eu cuidarei de todo o resto "
Acaba com essa guerra, herói zezinho, pois, está a chegar ao fim teu vil reinado!
Andais a dispensar, ser militar;
Os filhos e enteados de quem pode;
Pagar, tornando o POBRE, em pobre bode;
Só pra vos proteger, e pra ENTERRAR!
Porque o agir, após ser noticiado;
Tão triste destino de quem é pobre;
Por nada, heróico, haver em vós, nem nobre.
É visto, em iludir, desmascarado.
Tens actuado após noticiadas;
Essas mordomias, pra os mafiosos;
Que como tu, não passam de uns tinhosos;
TÃO aliados, às máfias; malvadas!
Mas não enganas a visão desse POVO!
Martirizado, por ti/vós políticos;
Como tu, pra a justiça, paralíticos;
Pra o SOFRER do Velho, e o MORRER do novo.
Todos vemos, que o DESTRUIR não sentes;
Tal como o TRISTE de a o POVO, matar;
Por um no rico, futuro mamar;
Te garantir, mamas gordas, bem quentes!
Mas isso herói, zezinho Ucraniano;
Por só, após ano e meio, actuares;
Para a opinião pública, calares;
Já fez, desmascarar teu vil engano!
Acaba com essa guerra zezinho...
MENTINDO, no filme, "o servo do povo" ;
Foste eleito pra Ucrânia governar!
Não para a destruir, vendo a MATAR...
Seu POVO, desde o mais velho ao mais novo!
Vai depressa o filme Oppenheimer, ver;
Pra veres o que achou desse inventar;
Nuclear, com que tão andas a brincar;
Que a por pai, com o Einstein, teve o prever.
Pois, verás o que ambos dois concluíram;
Após verem poder desse inventar;
Que foi: ver VIDA na Terra acabar;
Que foi: o que ambos, pois, por tal PREVIRAM.
Por isso, vis políticos que estais;
Espalhados por toda a NOSSA Terra;
Evitai essa derradeira guerra;
Porque a brincar com TODA a VIDA andais!
Não obrigueis o putin ter que ir usar;
O poder que tão tem desse fazer;
De a toda a VIDA havida, desfazer;
Se as tais, o obrigardes a utilizar.
Por não ser possível a alguém vencer;
A em nós, maior potência NUCLEAR;
Só nos resta com a GUERRA acabar;
Só resta, os políticos; convencer!
Ou acaso o tais teimem continuar;
A fazer-te a vontade, herói zezinho;
Devido a teu julgar tão pobrezinho...
Com a VIDA na Terra, vão acabar!
Por mais de oito mil milhões, TODOS sermos;
São horas, pois, de a tais parvos convencermos;
Par' às mãos dos tais ditos não morrermos!
São horas, de EM PAZ, cá na Terra; VIVERMOS.
Posto tal, por estar a verificar uma tão irresponsável e negligente vontade política, só me resta desejar, que: (o que pouco gosto) político Donald Trump, volte, mas depressa!!!
A mobilização das massas, quando ocorre por ocasião da guerra de libertação, introduz em cada consciência a noção da causa comum, de destino nacional, de história coletiva. Assim, a segunda fase, a da construção da nação, vê-se facilitada pela existência desse morteiro moldado no sangue e na cólera. Então compreende-se melhor a originalidade do vocabulário usado nos países subdesenvolvidos. Durante o período colonial, convidava-se o povo a lutar contra a opressão. Depois da libertação nacional, ele é convidado a lutar contra a miséria, o analfabetismo, o subdesenvolvimento. A luta, como afirmam, continua. O povo percebe que a vida é um combate interminável.
A violência do colonizado, como dissemos, unifica o povo. Na verdade, em virtude de sua estrutura, o colonialismo é separatista e regionalista. O colonialismo não se contenta em constatar a existência de tribos, ele as reforça e diferencia. O sistema colonial alimenta as chefaturas e reativa as velhas confrarias de marabus. A violência, em sua prática, é totalizante, nacional. Por esse motivo, traz no seu íntimo o aniquilamento do regionalismo e do tribalismo. Da mesma forma, os partidos nacionalistas mostram-se particularmente impiedosos com os caides e os chefes tradicionais. A eliminação de ambos é um pré-requisito para a unificação do povo.
A actual guerra na Ucrânia e a sua ainda oculta, mas já ACORDADA PAZ...
Que bom estarmos a tal ver em esta;
Vil GUERRA, ou a mais atroz barbaridade;
Imposta a todos nós, humanidade;
Por o humano, que mais parece besta!
Que bom a força da diplomacia;
Entre Americanos e Russos, tida;
Estar a pôr tal guerra de partida;
E a todos livrar de outra guerra fria!
Que bom sentirmos que o da PAZ odor;
Está, onde o pestilento da morte;
Tão esteve, e infelizmente ainda está...
Que bom sentirmos que o da PAZ sabor;
Pra bem de TODOS, e pra nossa sorte;
Finalmente, em breve a nós chegará!
Que bom ter havido um negociar;
Embora escondido pra não humilhar...
Parvos, que iam tal guerra eternizar.
Com uma indescritível alegria por tal sentir, dado que nestes 63 anos de idade, que em mim, por sorte já conto, nunca tinha sentido a VIDA de toda a HUMANIDADE e não só, tão perto do fim...
Urge, pois, doravante começarmos a EM PAZ, pensar em algo que nos permita uma proibição, ou impedimento Total, do uso do arsenal nuclear de que, infelizmente para toda a VIDA existente na Terra, dispomos.
Francamente, não sei o que dizer
estamos à beira da III Guerra Mundial
e ninguém parece se dar conta de nada
se vocês destruírem o mundo
acham que eu vou criá-lo outra vez?
Não sou a ventania.
Não há nada a varrer do céu.
Desprezo a guerra
por ser vulgar por excelência.
Procuro antes
estar alinhado comigo mesmo.
Pacificar-me
é a minha tarefa diária.
Meu vinho é o sol
no centro de uma noite de chuva.
Avançar nesse nada,
eis o que vos ofereço.
Vieste a mim (eu só) com tal braveza
E vieste a fim de guerra, em campanha,
Buscando caça mais fraca e em lerdeza.
Porém vê só como é a vida estranha:
Tu que vieste atrás de fraca presa
Foste presa abatida em tal façanha.
Perda total da razão,
só pensa na guerra,
ações sem sentido,
só anda com a cabeça
no mundo da terra!
GUERRA E PAZ
Da guerra... o que se espera?
São filhos meus... são filhos seus.
São olhos que se fecharam.
Para sempre num permanente breu.
São céus enegrecidos
por fumaça escura.
Dias como noites anoitecidos...
Cadê o Sol?
Envergonhado... ficou, entre nuvens espessas, dos homens escondido.
É tanta morte.
É tanta noite.
É tanto sangue.
Açoite, atrás de açoite.
O rio segue seu curso.
O mar – maré vermelha – a vergonha da Lua espelha.
Cadáveres armados
lado a lado...
Heróis... anti-heróis...
A paz... na guerra... era só o que haviam buscado.
... desesperados... desesperançados!
Pai! O que é guerra?
- É um “brinquedinho” que os poderosos facínoras usam matando inocentes pobres para conquistar seus desejos cruéis.
Seja Resistência
Subversivo
Intrépido
E audacioso
Leve paz onde há guerra
Luz onde há escuridão
Amor onde só há violência
E resistência onde há opressão
Seja um rebelde
Um herege
Mas nunca um covarde
Lute até a sua última gota de sangue
Até suas forças se esvaírem
Até o cansaço se apossar do seu corpo por inteiro
Onde quer que vá
Leve revolução!
Alguns homens entraram na guerra sem mesmo querendo ir,
disseram que era necessário. “Se todos os nossos guerreiros lutarem
nós venceremos” mas na minha opinião todos perdem.
Seja confiança, piedade ou vontade de viver. Mas, todos ganham
uma única coisa. Culpa.
Alguns também fugiram, para terem uma vida calma e criaram sua
família.
Alguns queriam ir, porque tinham confiança. Mas no meio da
batalha a confiança sai como uma bala na cabeça deles.
Eles são apenas marionete nas mãos do governo. No qual teriam
uma boa chance em conseguir uma parceria com o povo adversário.
Setembro e seus dias curtos mas que demoram a passar
nunca me deixei ser vencido pela guerra
mas nem só de vitorias se faz um guerreiro
não me considero um vencedor apenas um sobrevivente
onde o azul de agosto vai embora aos poucos
E vem chegando o laranja amarelado de setembro
é a primeira guerra que não vejo um vencedor
mas sim um tratado de paz
Onde os dois lados jogam as cartas na mesa
Onde um dos lados tem uma flor de espadas
e o outro tem uma flor de basto
fico feliz de estar do lado da flor de espadas
O argumento
De manhã
lemos anestesiados
as notícias da guerra (qualquer uma),
uma manchete
bem merece alguns combates;
cada bando
quer demonstrar que Deus
está de seu lado
com o argumento definitivo;
nossos olhos percorrem
as páginas
– buscamos mais confirmações
de nossa derrota
e o jornal traz o que esperamos encontrar.
Dentre tudo que já escrevi,
Eis aqui uma possível guerra,
Unica, somente deles...
Sendo que talvez não existam.
Detre tudo isso, há a mensagem,
Irás entender o que está dito?
Ainda se acha capaz de entender?
Boa sorte pois é muito fácil...
Ore para que não tenha guerra.
Quando a guerra favorecer o desejo inimigo,
Não lutar pode ser a melhor arma...
Quando o coração humano buscar a guerra;
Viver pela paz pode ser a solução!
MUNDO COLORIDO...
colorido de risos,colorido de lágrimas,coloridos de dor,de sangue, de guerra, coloridos de verdades,mentiras,coloridos de horror,de medo,de gratidões e ingratidões...mundo colorido,de falsas amizades,colorido de verdadeiros amigos,de hipocrisia,pobrezas,riquezas,prostituição...tanto adultas quanto infantis...mundo colorido,de violências as mulheres,crianças,homens,do bem ou do mal...esse é o mundo colorido...INCOLOR É O AMOR, que muitos já não tem,e os que tem, tem medo de repartir por medo do colorido,da borra grande que pode virar...,INCOLOR É A PAZ,que se quer mais existe....(FELICIDADE?...VAMOS DIZER A VERDADE?ESSA É TOTALMENTE INVISÍVEL)...
