Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Ninguém consegue vencer uma guerra, quando se torna desacreditado, sem estratégia, visivelmente apresenta diversas variações, arrumando ou atraindo para si a cada novo dia, novos inimigos...!
Ninguém deve fazer uma guerra santa contra a Páscoa secular ou a Páscoa do coelho. Mas devemos nós lembrar sempre que, na Páscoa secular não há lugar para a Cruz, e, muito menos para se celebrar a nossa própria morte com Jesus. Assim, todo Cristão Bíblico não pode se esquecer de que a Páscoa Bíblica é uma morte diária enquanto estamos peregrinando nesse mundo caído.
Somente quem suporta o processo é capaz de ativar o seu chamado. Não há ferramenta de guerra que não tenha sido antes forjada pelo fogo.
Quem fala que já conquistou uma cidade,só na palavra,esqueceu-se que para ganhar uma guerra,é preciso treinar corretamente seus valorosos soldados!
Se você eliminasse todas as armas do mundo,acabaria por pouco tempo a guerra,mas é no coração do homem aonde dorme toda a maldade!
Lutar contra os próprios pensamentos é o mesmo que tentar ganhar uma guerra com um guerreiro só. Ao invés de lutar, comece a ignorar.
Como ter auto estima na guerra ou fome grave? E doente? E pobre? E desempregado? Realmente, um conceito burguês para se manter um status quo numa sociedade mesquinha e injusta.
Recomeçar não exige beleza, exige coragem. Tem guerra que só a alma entende. E você venceu e isso, ah… isso te faz imenso.
Me ofereça PAZ e eu aceitarei a PAZ- Me ofereça GUERRA e tentarei a PAZ mais uma vez - Insista na GUERRA então terá sua desejada GUERRA.
Já pensou, você todo dia com as pessoas que você ama, derrepente começar uma GUERRA e te afastar de todos, o sofrimento a dor da distância, das incertezas, então, aproveite cada momento, o fim pode chegar mais cedo que imaginamos e no final só restará saudades.
Na arte da guerra, quando o diálogo falha e o perigo é certo, a única virtude que resta é a coragem das armas.
A melhor guerra que um político pode declarar, para o bem do seu próprio Estado, passa por lutar contra a fome real que dilacera o seu povo e, não perder tempo em lutar por meras ideologias políticas tendentes a atingir o poder.
Um guerrilheiro será sempre um guerrilheiro, ainda que não haja guerra bélica para enfrentar, será sempre a reserva moral e colectiva de um País independente, cuja nova guerra a travar agora, resulta da moralização da juventude sobre a importância de preservar a paz e a reconciliação nacional.
O povo não assume apenas as consequências da guerra provocada pelos seus líderes, assume igualmente as contas pela compra das armas e pela reconstrução do País destruído pela estupidez dos seus governantes.
A diplomacia em tempos de guerra só é funcional se a parte agredida ceder e satisfazer os caprichos do seu agressor, de contrário é tudo fantasia socrática.
O mundo está a perder para a guerra, não porque o material bélico tenha melhor expressão, mas, porque os humanos perderam a sua essência de bondade.
Não devemos normalizar a guerra, pois, ela não é apenas um mal que destrói o planeta e os seres que nele habitam, ela é também o inferno que dilacera a felicidade dos homens e mulheres que passam pelo mundo.
O sangue que derramamos nos treinos será o sangue que pouparemos na guerra, por isso, não nos esqueçamos, que todo o sacrifício que consentimos numa vida presente, será o reflexo da nossa satisfação numa vida futura.
