Poesias de Dor

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Meu Deus sinto uma dor enorme no fundo do meu coração, não quero mas sofrer por alguém que não me da valor, sinceramente as vezes acho isso normal mas magoa muito mesmo quanto mas ignoro mas tem acontecido. Prefiro ficar sozinho pela primeira vez eu digo chega de ser o namorado perfeito obediente e que aceita tudo.
Gosto dela e muito mas desta vez preciso mesmo cuidar de mim.

Inserida por souomilitao

a dor do meu destino

seria final
seria começo
talvez
em tudo sinto
tudo acabou
nada pode ser
nem será
tudo já passou,
terminou quando...
acordei não te vi,
só um bilhete,
foi bom esta noite,
no vacou estou,
não compreendo,
a solitude,
tem seu desdenho,
o feitiço é pura lagrimas
não sinto meu olhos,
que destino?
será um magia?
ou um encanto?
só que tenho!
oh pensamentos,
que sois?
alem do nada,
num patemar,
desolado,
a magnitude
é a esperança,
no qual te encontrei.
por celso roberto nadilo

Inserida por celsonadilo

Minha duvida sem explicaçao
Já aconteceu com voce?
sentir uma dor uma Emoçao.
E tentar explicar para alguem
o seu sentimentos, voce explica e explica
Mas nao consegue explicar nem um por cento
do que realmente voce esta sentindo?

Inserida por francisdaviola

Dos momentos vem a felicidade,
Das Lembranças a saudade!
Da tristeza vem a dor,
Do carinho vem o amor!

A amizade trás a confiança,
Com o tempo, vem a lealdade,
O amigo trás sua presença,
E no bolso trás a fidelidade!

As pessoas vem e vão,
Algumas ficam na lembrança,
Outras permanecem no coração.
Algumas lembra, de mim,
Outras de mim, nem se lembrarão!

A vida é uma eterna passagem,
O que muda é a estação,
Em um dia , é outono frio,
Em outro primavera flores,
Mais adiante, calor, suor e Verão!!!
( criado em 11/01/14 )

Inserida por Polaka1208

E a dor que fere a alma,
eu faço o que???
Atropelo, arranco, mato, o que fazer???
( criado em 18/12/13 )

Inserida por Polaka1208

Serras de fragas cheias de dor,
montes escondidos do sol dos nossos olhos

Lameiros pisados de paisagens inundadas
pela margem do rio, lágrimas de amor

Ventos feitos em versos, promessas a sussurrar
Em lágrimas tímidas, vivências gritantes.

Promessas alargadas de esperança e risos
Harpa em forma de hino feita de pranto.

Segredos escondidos em forma de poesia.
Desassossego da noite cheia, por não ter passado

Tristezas deste tempo, palavras não ditas.
soltas ao vento perdidas do nosso desalento...!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Adiante o ritmo, depois e depois a dor!
Dor morta!...
Dor que faz de conta!...
Dor que anda morta!...
Dor que vira desnorte brasa de tanto praguejar!...
Dor que entre épocas canta ao bondoso ritmo!...
Ritmo que perdura nas docílimas plantas da nossa dor!
Dor que vive para procriar
o destino do ritmo por escorregar
como derretida cera
na consumada alma!
Adiante o ritmo, depois e depois a dor!
Admite,
já não sabes se é do ritmo ou se é da dor...

Inserida por FilipeMarinheiro

Seu sucesso começará a correr atrás de você,
quando a dor e as necessidades dos outros,
passarem a ter importância para você.

Inserida por Pacenas

Dor de cabeça,
Assombra
Questionamentos
Isso, aquilo
Sem resposta
Tudo fora do lugar
Trabalho árduo
Peça por peça,
Aprender
Recomeçar
Entender
Não obstante
Tudo é possível

Inserida por iristerrasborges

a dor
clara
escura
extensa,
propulsora
da infinita agonia,
saudades meramente perdida,
relato deixado na minha escuridão,
desejo abandonado pelas flores dessa...
frieza deixada no coração,
sendo partida definitiva,
pela solitude morena...
transpassada nas minhas lembranças,
vejo tempo passar em um veludo...
de sentimentos tão perdidos,
na minha alma...
inóspitas na solidão.
tal como uma sentença de abandono...
cruel sentinela deixada no vazio,
embora o poço sem fundo,
amargura sentimental...
solitude tal virtude...
seria desolada,
seria morta,
seria clara,
seria abandonada,
destinada na exorbitante virtude,
silenciosa.

Inserida por celsonadilo

Invocação
(a uma filha morta)


Ontem a minha dor foi tão grande
como um terramoto
que vertiginosamente correu
para dentro da loucura.
Foi da espessura da morte!
As árvores podem correr
para mim de braços abertos
as rosas do campo sorrir,
que os lírios choram por dentro de mim
às portas da sepultura
onde te foram a enterrar.
À tua chegada
transformaram-se os céus noturnos
em nítidos céus
e chama
e calor
e luz,
quando tu os abriste
com ígnea chave em tua mão
tão franzina.
Interrompeu-se o olhar
sobre a terra
que te cobriu.


In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta

Inserida por alvarogiesta

Terra de medo
e de dor
e de sonho também…

Lá fora o vento que zumbe
e uiva
e fustiga ameaçador e célere passa…

o vento a quem tudo pergunto
e nada me diz

O vento que volve e revolve
e varre
as folhas secas das mangueiras
plantadas no terreiro
que serve ao quartel de parada

O vento que zumbe e uiva
tresloucado
no negrume da noite que dói e mata

O vento que fustiga e passa
as frágeis paredes da vida
dentro do arame farpado


In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta

Inserida por alvarogiesta

Zelai-me oh morte.....zelai por mim....
Alivia a minha dor....
Amigo amado de cajado na mão ....
Abençoa-me em cada etapa...
Da minha caminhada......
Oh morte quanto te sinto até me dás medo....
À beira da praia está o mar sereno. ....
Nem ondas......nem uma aragem...
Onde o receio belisca-me e o contratempo revolta-me...
Tentação diabólica..... reboliço da mente......
Agruras do ego......causas alheias....
Invertendo o sentido.....a condição da morte.....
Foice afiada de uma ladeira......talvez uma descida.....
Do sossego.... ainda cedo.....oh morte......
vai-te maldita....vil......cruel.....desprezível.....
Deixa-me ...não tornes a vir para atormentar-me......
Velai-me oh morte.....zelai por mim....alivia-me a dor....!!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

dor dessa vida nunca é o bastante,
nunca se da por vencida,
mesmo no valores diários desse ador,
destino sem afio,
tudo não é nada a partir do nada,
entretanto tudo pode acontecer diante...
que aparece ser,
desde tudo seja um pequeno ar,
parado no mesmo lugar desde seja aquele
que se passou em bom momento,
amadurecendo a cada momento que se passou
nada mudou ate mesmo no mesmo lugar,
seria então incompreendido no fato de existir
numa lacuna de tempo,
perto da perfeição demonstrada por loucos,
num momento momentâneo pairo por essa visão,
nada já tenha feito nessa mero espelho de ilusão,
assim descobro nada pode ser eterno nas locações...
arbitrarias da insanidade,
mesmo tratativas nada pode obter tal perfeição,
entretanto o item não existe nessa vida,
e o proposito é parte de uma teorema,
perdida no tempo sem colocações do exato ponto...
da aparição mapiando o ador descendência...
argumentar algo pelo que então?
que não seja um pouco de ar...
nessa compreensão de desatinos,
uma janela me pareça um lugar,
em mundo de vaidades tão pouco apreciado...
no entanto a vertigem de um louco...
talvez seja uma questão tão profunda;
dolorido momento selado na amplitude;
de um pensamento passado e talvez seja um futuro.
ate então não sou nada nesse fato que atravessa o tempo.
por celso roberto nadilo

Inserida por celsonadilo

Melancolicamente falando de uma atroz alegria,
Confundindo os sentidos da dor e tristeza,
Versos aparte você não é fantasia,
Alegro-me ao contemplar de tua beleza.

Por pura ventura fizeram-me rir,
Da brada lua alarmante ao venerar,
O amor terrestre a se expandir,
Eternizadamente, sem nunca acabar.

Inserida por lawlietlion

“Há tanta dor, sofrimento e solidão quando buscamos a redenção de todos os nossos pecados...
Mas que dor e sofrimento são esse perto daquele sofrido pelo filho do Pai?
Estaríamos nós, meros pecadores isentos de tamanho sofrimento?
Todas as vezes que passar por alguma dificuldade, lembre-se daquele que sofreu o que nenhum homem sofreu ...”

Inserida por ursaia

Na penumbra da dor...
Senti....senti muita saudade....
Escrevendo poemas...
Onde colhi as flores mais belas...
Do meu jardim por abrir....
Senti a quimera....
Do desejo...
Acordei na Primavera...
Verde....verde de esperança....
Os nossos sonhos correram...
Onde as ilusões...
Fazem castelos no ar.....
A voar de nostalgias...
Como nunca ousei fazer......
Numa cadeira vazia...
Naveguei .....
Naveguei e esqueci-me da dor....
Nas vinhas plantadas...
Nas asas da madrugada.....
Dei asas ao pensamento....
Lavei o meu tormento...
Deitei a saudade......
Nas ondas do nosso mar....
O nosso sonho......
Tornou-se em desilusão....
Fizemos um porão...
Do nosso navio...no cais...
Nas ondas do mar vadio....
Onde deixamos os desejos....
Com o calor...e a saudade...
Demos beijos...ao sabor...da ilusão.!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Agora já não tenho mais nada.
Nem dor nem alegria.
Levo uma vida vazia.
Cadê a poesia?
Foi levada pela ventania.

Não há nada.
Nem flores no caminho
Nem espinhos na estrada.
Já não importa ser sozinho.

É tanto vazio
Que agora sofria.
Lágrimas formam um rio.
E aqui está a minha poesia.

Inserida por ErikaRebeca

Dor Contida!

Tem saudade que não dá para esconder
Pois se propaga como uma chama
Que queima e arde dentro do coração
E sufoca a alma em lágrimas exclamando a dor.
__Eliani Borges.

Inserida por ebr1966

Não existe paz
Não exista amor
A lamentação que traz
Tudo em volta de uma dor

Não existem laços
Todos somos parasitas
Movidos por espaços
Por meio de lembranças esquecidas

Humanos, criadores desprezíveis
Com suas ideias profanas
Com mentalidades invisíveis

Buscam a dor
Trazem a dor
E a tudo tentam se opor.

Inserida por VictorNolasco