Poesias de Dor

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⁠Ninguém liga pra sua revolta, por mais que você ache que sua revolta é digna. Uma revolta esbravejada, ou mal canalizada, pode convocar energias estranhas e afastar as pessoas boas. Supere sua dor, se limpe, e torne-se uma pessoa melhor.

Inserida por danmelga

Há momentos de luto tão intensos, que as lágrimas não mais escorrem, elas se jogam no precipício da dor. (Sobre a morte dos meus pais).

Inserida por AbigailAquino

O que mais doeu ao ouvir o não,foi a partir do momento que completou o não te amo mais. Quem ama jamais deixa de amar,luta até mesmo quando o resto mostra que não existe solução.

Inserida por AneFreire19

⁠A alma de quem aprecia se entristece quando assiste a flor mais bela do jardim sendo tomada e não regada, sendo tomada e não priorizada, enquanto quem sempre cuidou a observa de longe sendo iludida em troca de gotas de água dentro de uma estufa, quando se tinha toda chuva do céu próxima a ela...

Inserida por Nathiel

⁠Ao fechar os olhos, sinto uma tristeza profunda, porque sempre me vejo distante, mas nunca a quem retornar.

Inserida por Nathiel

⁠Tudo bem ser poeta, claro. Mas o problema mesmo é ver que tem pessoas que não sabem perceber que no poema o escritor diz de dores que jamais diria, não fosse camuflada de poesia...

Inserida por f_fidelis

Misturado a compaixão e um punhado de tragédia, cada pessoa sufoca-se na felicidade que tem ou morre na infelicidade...

Inserida por risomarsilva

⁠⁠As vezes nos sentimos mortos, mas aquelas mortes que não tem sangue, eu mesma já morri várias vezes, mas ninguém percebeu, pois não havia sangue, somente lágrimas e isso é indiferente aos olhos de quem finge te amar.

Inserida por GrazielleMendes

⁠As histórias podem até ser parecidas, mas a profundidade de cada cicatriz conta um final diferente.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Às vezes as alegrias parecem Band-Aid em feridas altamente extensas e infectadas na alma humana.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Ter algo ou alguém que seja exclusivamente teu, que lhe traga o prazer de existir, não há nada melhor. Assim como não há nada pior de o mesmo ser lhe roubado.

Inserida por acucena_polizel

Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠A cor do giz no quadro não importava mais. Naquela selva amarga - onde a loucura era somada aos aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor. ✨

Inserida por AlessandroLoBianco

O que pensar de um médico? Facultativo que outros mais ensina o modo de operar com precisão; sanar a dor, operação divina, mas somente quando é feito com amor e devoção. Da medicina os novos podem se tornar mestres; é teu meio de vida e não negócio; e sempre ao atuar com o coração, fará do seu amor um puro sacerdócio. A mão que cuida e examina com tanta eficiência é produto de estudo e inteligência e, obviamente, dos esforços. Mas há, no movimento desta mão, grande impulso que vem do coração, e que não vem do pensamento no dinheiro, vem de Deus. O nome disso é vocação, é missão. Médico, estranho nome... Bem mais difícil e pior é a tal da dengue. Se for seu caso estar nesta enrascada não perca a calma e evite correrias. A cura é certa e a dor eliminada, se procurar um doutor "da antiga". Esculápio famoso e moço ainda, as enfermarias já atolam na berlinda, por ser um "doutor diplomado", e por assim dizer "de verdade". Mas o que torna o médico grande e respeitável é o seu jeito cordial e o trato amável; o ar de mago, de mágico, ao trabalhar a cura e espalhar bondade.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠A da um tempo. Eu sei que meu coração poderia ter se apaixonado por corquer outra pessoa. Mais foi por você que ele se apaixonou. Então não fique com raiva de mim. Descuta com ele corquer relação. Eu não tenho culpa. E não sei o que aconteceu pra ele se apaixonar por você. Só sei que algum motivo você deu

Inserida por JoseaNascimento

Nossas costas são como páginas brancas e macias dadas aos carrascos deste mundo para escreverem com chicotadas profundas e insanas todas as tristezas, medos e fracassos que a vida lhes chicoteou.(Walter Sasso)

Inserida por walsasso

Não sei se fragmento-te ou guardo-te. Se penso saudoso ou esqueço-te. Mais vil que tal dúvida, é este silêncio, que vocifera bradando por tua ausência. Ainda dói, teu cheiro e beijo são o que me destroem, mas eis que como a erva humilde, debaixo dos teus pés, eu ei de morrer sob doce agonia. Tento esvaziar-me de ti, tento distanciar-me dos teus caminhos, mas não importa o quanto o tempo rugir, não importa o quanto a tua ausência lancetar, não importam os adiamentos, as distâncias ou muito menos as impossibilidades. Tudo isso o meu amor por ti deteve e mesmo que consiga esvaziar-me por completo, é muita saudade pra pouco eu. Eis que transbordo apenas isso e de tão grandiosa que é tal ausência, não sinto mais, me tornei ela.

Inserida por fabricio_ferreira

⁠⁠Coisas ditas a ti que flutuarão no vácuo do nada, pois tua atenção ao que te oferto do melhor de mim que ainda tenho, está embriagada pela escuridão do que sentes do passado. Eu danço com teu desprezo, abraço tua indiferença, argumento e dialogo com teu silêncio, pois ainda é você, até a última gota de ti que ainda há em mim. A ti, me reservo no silêncio, me despi de todo ego para ocupar-me somente de ti, mas ainda sim, sou morada simples e humilde. Se desejas palácios, eu sou ruína, porém erguendo os olhos para cima, verás as estrelas, pois o que te cobre não são pedras e sim o que me representas: O infinito em sua mais profunda e interminável imensidão, onde clara ou escura, ainda te fazes bela e sublime.

Inserida por fabricio_ferreira

⁠E nesse canto, onde meu pranto atingiu o ponto, me embriago e canto dentro deste labirinto a canção do meu tormento, que ruge violento como o sussurro do vento. Minto a mim mesmo que estou pronto, sedento e faminto para que habites esse recinto e seja unguento.

Inserida por fabricio_ferreira

⁠Intensa como fogo perene e furioso, faminto por consumir tudo o que há pela frente. Teus olhos dilaceram os céus, sob a cólera das luzes das tempestades violentas, tal como um ensaio da fúria divina. Queimas, consomes a ti mesma, por teus amores, risos e dores, mas a violência da tua existência, como uma força da natureza, me lembra que existes e me questiono, livre de medos: Seria sadismo, desejar em doce agonia, infligir a minha própria carne e espírito esta doce pena, abraçando tuas chamas?

Inserida por fabricio_ferreira