Poesias de Alma
O Refúgio da Minha Alma é Somente Deus
Quando o ruído do mundo é tempestade,
E a alma exausta busca algum abrigo,
Não há poder, honra ou vaidade
Que acalme o coração, senão o Amigo.
As luzes deste século — vaidade! —
Prometem paz, mas trazem só conflito.
E o homem, em sua cega liberdade,
Perde-se em si, sem Deus, pobre e aflito.
Mas eu, cansado de buscar em vão,
Achei nos Céus o amor que não se ausenta:
Refúgio eterno em meio à confusão,
Rocha de paz que toda dor enfrenta.
Em Deus repousa o ser, livre e contente,
Meu sol, meu norte, meu pastor presente.
Às vezes, o silêncio da noite é o único som que a alma precisa ouvir.
É nesse instante, quando o mundo desacelera e os pensamentos dançam em tom mais leve,
que a gente se encontra de verdade.
Não se cobre tanto.
Você já foi forte o suficiente hoje.
Deu conta do que pôde, e o que não deu… ficará para amanhã.
E tudo bem.
Acolha sua humanidade.
Com suas luzes e sombras, com suas vitórias miúdas e os tropeços também.
É isso que faz de você uma história bonita — imperfeita, mas cheia de verdade.
Respira fundo.
Deixa que a paz entre devagarinho,
como quem não quer incomodar,
mas vem para ficar.
Boa noite.
Durma em paz.
Amanhã, a esperança renasce com o sol.
(Joel Vigano)
Sabe… certas dores não gritam. Elas silenciam a alma devagar, como quem fecha as cortinas de um teatro depois do fim. Algumas feridas não sangram mais, mas seguem abertas dentro da gente, como páginas que o tempo não teve coragem de virar.
Elas criam um véu — sutil, quase invisível — sobre tudo o que fomos antes do abismo. E é nesse véu que a alma aprende a respirar diferente, com mais cautela, com menos fé. Nunca tente levantar esse véu… Ele não é esquecimento. É sobrevivência.
Tirosina controla a instabilidade. A ausência dela fortalece a estrutura.
Na célula como na alma — remover o excesso é o que nos torna firmes.
*Alma Quimera**
Um corpo apaixonado se revela,
*Desnuda o tempo* — tudo nela é gelo
e chama. Transe de espera singela:
do encontro íntimo de dois desvelos.
Um toque. Um sopro. Beijo que desvela
na pele o instante que o desejo anseia:
alma quimera, razão que se dobra
*à dualidade da carne que arde e voa.*
Sou orvalho noturno em teu verão,
lágrima doce em pele salgada de mar.
Chora teu corpo o hino da paixão,
enquanto a alma dança no luar.
*No espelho d’água, alegra-te, quimera:*
confia nos beijos que o tempo acelera.
Conduze-me no rio dos teus anseios,
*onde o feito eterno-se em nossos veios.*
O pecado é como uma ferida na alma - dói, corrói e enfraquece. Mas ao deixá-lo, Deus nos toca com cura e nos devolve à liberdade. Quem solta o fardo, caminha leve. Quem se rende à graça, vive.
Cedo ou tarde uma avalanche invade a sua alma e joga você no chão
Suas cicatrizes não se fecham, seus demônios lançam flechas que partem seu coração
E no final existe um conto de fadas que transforma vinho em água e afoga a solidão
Tua poesia é um jardim
que me encanta e invade minha alma...
E de teu coração saltam palavras
de tua alma vêm flores
com um aroma especial
de grande carinho e amor,
que eu abraço
e meu coração pulsa
como coração poeta
provocando em mim
poemas e mais poemas,
para a Poeta e a Mulher,
que já vivem em meu corpo e alma
e serão momentos de intenso amor
por ti querido, sentido
e por mim desejado
num tempo que é o nosso “mundo”
sonhado....
Sonhar é maravilhoso...
Quão feliz a alma que a ti segue de perto, oh Deus!
E o coração cujo prazer está em ti;
nada o poderá cegar, nem ainda as muitas riquezas!
Vivência aos 90 anos
Gasta-se o tempo em verso
a vida tentando o descrever
na alma o seu imerso
o pensamento tentando ler:
- Inquieto, vivo... os 90 anos!
Ele tão dentro, a vida tão fora
Inquieta vive
Uma vida corrida, de planos
De prosa, momento,
Custa o que se sente
Não importando o declive
Se vai inteiramente
Da sua maneira
Tendo uma vida inteira!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/09/2022 – 08’41”, Araguari, MG
*para os 90 anos de Daisy Lemos Dorazio
Vem amor, devagarinho, e beije cada pedacinho da minha alma, aos pouquinhos... Ouça, meus sussurros e suspiros, só pelo fato de pensar em teu sorriso, de onde estiver sinta-se em meus braços e em longos abraços... De ti quero, longas noites de conversas e sorrisos. Não te peço nada além de me olhares nos olhos, assim, que ao se ver em meus olhos, que eu me veja no mais profundo dos teus.
Vem amor, de onde estiver. Quando encontrar-te, não tenho muito a oferecer, só calmaria, colinho e paz.
Hoje sou só alguém sozinho e muito bem acompanhado por mim. Se fores do raso, nem venha. Se queres o profundo e eterno, me tenha. Vem amor...
Renovar-se não é jogar tudo o que temos na alma fora, não é desatar todos os laços e apagar a nossa história. Renovar-se é desapego, é um ato de libertação. É abrir a mão e deixar ir, é desfazer-se dos excessos, é libertar-se do que não acrescenta, do que nos tira a paz, nos rouba o riso e apaga a nossa luz.
Renovar-se é abrir-se para o novo, para as infinitas possibilidades de recomeço que um suposto fim nos proporciona.
Sua dor não pode desprezar a minha, seu silêncio não pode calar o grito da minha alma.
A distância que se cria só serve para atenuar a cicatriz de uma ferida aberta em nós dois.
O acaso do acaso
Reflexo no espelho ,
Identifica a alma.
A paz enlouquente
E o olhar penetrante.
Tá tudo bem.
Com o coração leve
O sorriso vem
Naturalmente belo
É domingo
Soa familiar
Um minuto
Se encontra
E se desfaz
Lunita
Poderosa , irmã , companheira de minha alma.
Brilha a noite com sua claridade e sua vibração .
Seu silêncio, seu amor, poderosa lua,;
Que reine com todo seu amor , companheira da minha vida e da minha alma.
Poderosa lua,
Poderosa lua.
Envolva no meu coração .
Dance com o universo, cante com seu sorriso,
E a sua luz.
Sempre feliz
Dance com o universo envolva sua luz,
Sempre feliz
Lunita, poderosa , companheira da minha alma.
Solidária Santa Peregrina (02/05/2022).
Pelejando deserto vagueia
Doce alma coberta de fogo,
Ventos guiam em completo agouro,
Senso perdido na imensidão de areia
Peregrina sufocante chora e devaneia.
Quimeras e assombro decorrente,
Puro veneno de perigosa serpente,
Olhar vazio, rubro e descontente,
Ilusão forte, coração doente,
Infame solidão, pesada e quente.
Súplica divina beata esperança,
Surge pequeno oásis augusto,
Fértil sentimento, fresco arbusto,
Suave sombra de bela segurança,
Sonho repleto, cativa aventurança.
Desperta coragem, volta caminhar,
Pequena luz sente-se domar,
Pretérita solidão lançada ao mar,
Amor e fé eis de aconchegar,
Materna mão deixa-se pegar,
Divina mãe, Aparecida e reluzente,
Grande presença no longo andar,
Divino presságio, excelso amparar;
Espírito peregrino afortunado sente,
Nossa Senhora adormeceu a serpente.
Bem aventurados não são os que enxergam.
Mas os que veem e amam com os olhos da alma.
E mais bem aventurados mesmo, são aqueles que exercitam o ato, de serem vistos e amados por ela.
Não realizei todos os meus sonhos.
Mas isso não me causa desalento.
Felizmente, minha alma sempre foi
um berçário próspero,onde lindos
sonhos recém-nascidos chegam a
todo momento.
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