Poesia sobre Silêncio

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⁠Quando a voz da ignorância começar a gritar, a voz da sabedoria deve se recolher no silêncio.

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Silêncio me conserta


Silenciar para te ouvir
Intensidade levam partes das sensações
Envolvi no navegar caótico
Maresias pulsante dos atos
Reinventa passos para renascer.

Quando o silêncio amadurece a palavra


É importante escolher quem são meus amigos. Falo de amigos de verdade, não de amigos de ocasião. Amigos permanecem, estejamos no pódio ou no chão. Assim como é fundamental saber com quem não devemos sentar à mesa.
Tenho mais de 40 anos, e faz tempo. Para muitos, sou ultrapassada. Antiga. Mas penso que nunca, em toda a minha vida, estive tão pronta.
Nunca soube ouvir tanto quanto agora. Nunca calei tanto como hoje. E não me calo por medo de falar. Calo porque entendi que a fala é um instrumento poderoso e que só deve ser usada quando necessária e útil. O silêncio também é palavra.
E com toda essa idade, que para alguns me faz parecer jurássica, aprendi a escolher com quem me sento à mesa e a compreender que a palavra amigo não se usa para qualquer um.
Nildinha Freitas

O corpo despenca,
Exaurido de forças,
No silêncio do tempo,
Que arrasta os dias
Sem promessa de alívio.
O amanhã já não importa,
Apenas o fim do hoje,
Enquanto a frustração
Se enrosca na alma
Como sombra que não parte.

⁠Na noite encontro com minhas forças,o silêncio me leva a me corrigir.
A solidão me dá forças para não desistir.

O segredo para o sucesso é o silêncio.
Alguns percebem isso cedo, enquanto outros muito tarde.
Talvez sejam as provações necessárias para cada um evoluir.
A verdade que quanto mais tarde se aprende, mais doloroso é o caminho.
Ouça a sua INTUIÇÃO, dificilmente estará errada.
#bysissym

O silêncio tem sido meu remédio.
Foi com ele que aprendi a me ouvir e reconhecer.
Silenciar a mente é um bem que não se mede. Precisa praticar!
#bysissym

não voo sozinha
é no silêncio de momentos
que dou asas à liberdade
dos meus pensamentos
#bysissym

Não revele suas conquistas, sonhos, dores ou alegrias. Vivemos um mundo diferente onde o silêncio pode fazer a diferença positivamente.
#bysissym

Hoje eu entendi uma coisa que não veio de livro, nem de frase pronta. Veio do silêncio.

Percebi que o que sustenta o ser humano não é o amor romântico, nem as pessoas ao redor, nem os prazeres rápidos que distraem a dor. Não são os dias ensolarados que animam, nem os dias frios que recolhem. Tudo isso passa. Tudo isso oscila. O que nos sustenta é a fé. E a esperança. É uma fé quase invisível, dessas que não fazem barulho, mas permanecem. É a esperança que fica ali, quieta, em segundo plano, mesmo quando tudo parece estar desmoronando por dentro. Porque, se a gente parar pra pensar, como continuar quando não se acredita que algo maior está organizando o caos? Como seguir se não houver, ainda que mínima, a certeza de que dias melhores podem existir? A fé não é grito. É sussurro. A esperança não é euforia. É resistência. Elas seguram nossa mão nos dias em que ninguém mais consegue. Elas nos lembram que o processo não é o fim, que a dor não é sentença, que o hoje não define o para sempre. Há uma força chame como quiser que nos atravessa e nos mantém de pé quando a lógica já teria mandado desistir. Sem fé, a vida vira peso. Sem esperança, o caminho vira escuridão. Mas quando ainda acreditamos, mesmo cansados, mesmo feridos, algo dentro da gente continua aceso. E é essa pequena chama que nos torna fortes. Não invencíveis fortes. Capazes de suportar o tempo, o silêncio, as perdas e as reconstruções. No fim, talvez não carreguemos nada além disso: a esperança tranquila de que dias melhores chegam e a fé serena de que estamos sendo guiados até eles.

No jardim que o silêncio cultiva,
a mão que acolhe não fere a haste.
Se a dor é maré que nos deriva,
que o afeto seja o que nos baste.
Pois na areia de cada destino,
entre a fúria e o manso carinho,
o gesto humano, puro e divino,
é, enfim, a flor sem espinho.

O Eco da Ausência
​Eu carrego o peso
das palavras que engoli,
Um silêncio denso que escolhi.
A alma veste um cinza antigo e frouxo,
E cada dia é um novo esboço
De um sorriso que nunca se completa.
​A solidão não é a falta de alguém,
É o abismo entre o que sinto e o que convém.
É a canção baixinha que só a parede ouve,
Enquanto o ponteiro da vida não se move,
Preso em um instante que não tem mais pressa.
​Eu me perdi no mapa das promessas,
E as esperanças viraram meras rezas.
Resta o nó na garganta, sem desfecho,
Apenas o vazio morando em meu peito,
E a espera por um dia que cesse.

Hoje me peguei inquieto,
a madrugada e seu silêncio eram o único som que se ouvia além de um coração repleto.
repleto de pesares e amargura
Pelos erros doravante cometidos,
erros que perante o céu fiz meu Deus tê-los assistido

antes tinha desculpas, hoje responsabilidade,
não sei se o fardo ameniza quando se confronta com a extrema verdade.

Somos o que somos e essa realidade é inevitavelmente fiel
Embora passamos muito tempo tentando ser o que não somos pra agradar o público no qual seu teto mesmo é feito de papel
quebrável assim como o meu

Pois atrás da tela da rede social ninguém é feliz o tempo todo,
mas pago pra ver uma foto da tristeza do despejo, da fome e da imperfeição do outro.

Quem me dera ouvir a voz humana disse um poeta,
eu só queria ouvir uma verdade,
pra fugir dessa busca constante de afirmação do ego e da vaidade

meu passado é meu carrasco e com ele devo me resolver,
o só por hoje virou um tema que apenas nele consigo viver,
o futuro entreguei a Deus, pois minha vontade é má vil e cruel

Mas tudo que vi de bom nesse mundo
foi quando fechei os olhos e rezei pro céu.

Aflições não se constroem — brotam.
Não pedem cálculo, apenas silêncio para se alojar.
Mas quando ignoradas, tornam-se tempestades
que arrastam pontes, horizontes
e as delicadas escadas da própria elevação.

Algumas lições não vem através de palavras, mas do silêncio ensurdecedor de quem um dia prometeu nunca partir.

Carta de Despedida
“Pra Ela Que Nunca Mais Voltou”


Ei, garota de olhos escuros e silêncio barulhento…


Não sei se você lembra de mim,
mas tem um pedaço seu que ainda vive em mim como se o tempo não tivesse passado. Você apareceu como quem não pede licença, entrou na minha mente e fez morada num canto que ninguém conhecia.


Foi tudo tão rápido, estranho, misterioso.
Mas, de algum jeito, foi real.
Mesmo que ninguém tenha visto,
mesmo que eu duvide às vezes,
meu peito lembra.


Você foi abrigo.
Foi confusão.
Foi arte em forma de pessoa.
Me ensinou que saudade não precisa durar anos pra doer como se fosse pra sempre.


Hoje, eu não escrevo pra pedir respostas.
Nem pra te culpar.
Eu escrevo porque quero me libertar do que ficou preso aqui dentro.


Se você era real, eu te desejo paz.
Se você era só uma fantasia, eu te agradeço por ter me feito sentir.
Mas agora, eu preciso me escolher.
Preciso me olhar no espelho e parar de procurar seu rosto nos rostos alheios.
Preciso parar de me perguntar "e se?",
e começar a me perguntar "e agora?"


Hoje eu me despeço.
Não porque eu esqueci.
Mas porque eu me respeito.
E porque eu mereço ser amado no presente.


Adeus, garota de franja e mistério.
Você foi capítulo.
Mas eu sou o livro inteiro.

SOLITÁRIO
Eu queria muito falar nada
No silêncio de um andarilho
Sorver cada passo da estrada
Sem justificar o meu caminho
Muitos rastros na encruzilhada
Sem nenhum temor de estar sozinho!

Há dias em que sobreviver já é vitória!
E tudo bem comemorar em silêncio!
Força também é isso!
Atte.
Cleide 🙋🏽‍♀️

Silêncio em sinfonia


Sua voz vem do coração,
das palavras que saem dos seus olhos, braços e mãos.
E, no universo onde tudo é desigual,
Miguel transforma silêncio em amor.

Quando o diálogo não consegue se fazer entender…
O silêncio fala na prática o que as palavras não conseguem…
A distância encurta caminhos…
Nos faz refletir sobre o valor da presença de alguém em nossa vida…
Reciprocidade na indiferença ou no partilhar…
É hora de decidir amar ou apenas seguir…
Patrícia Feijó