Poesia sobre pensamentos
e nesta madrugada fria irei gritar seu nome em despedida e me afogar inteiramente, numa dose de tequila...
nesta noite de luar
não estávamos contando as estrelas
não me achei em seus braços
engoli envergonhado minhas lágrimas
ao saber que de mim não queres nada
e saber que você eu não posso amar...
o que posso fazer, minha oração não chega a Deus, eu não sou digno e tenho essa consciência, pois quem mais eu amo, corre perigo de vida e depois o que será, o que será sozinho pelo mundo.... mas ainda espero, a resposta de Deus...
minha saliva ficará em sua boca mesmo que escarre todos os dias a ira de que meu cheiro sempre irá se confundir com o seu e você simplesmente será um vingativo segredo meu. se entale de lágrimas...
Valorize suas verdadeiras amizades pois na vida aquilo que o dinheiro não compra só se consegue com os AMIGOS!
Quando rezo as conversas de um pecador, peço à Deus o socorro, não à mim e nada pra mim, mais por aqueles que sinto amor. Do que adianta seguir a rotina, se só vejo despedidas de quem tanto amo, pois esses amores clamo, são os verdadeiros amores da vida.
ainda sobrou os versos, apesar das lágrimas que mancharam o borrão das letras, a rima persiste ao revelar o poema onde fomos felizes e que a vida não tem limites pois serás o céu de meus caminhos e a inspiração de minha poesia....
uns chamam de amor e outros paixão, quando de você não consigo esquecer e faz pulsar mais forte meu coração.
disfarço-me da saudade, é ácido que corrói e mata, é tequila com limão e sal, no final tem sempre um gosto amargo...
minhas lágrimas aos poucos umedecendo e o meu suor escondendo minha dor, lentamente te esquecendo, pra você viver algum amor...
A noite se cobre de véu,
o véu das noivas e das clericais,
noites de pernoites virginais,
onde não há pecado, é só céu,
e a inocência de nós dois.
As graúnas em revoadas pela fé,
em seu canto saudosista de gratidão,
bendizem ao glorioso São José,
e lhes pedem chuvas para o sertão.
Da catedral se escuta a oração,
dos pássaros em procissão de fé,
na majestosa sinfonia do coração,
pois hoje é dia, é dia de São José!
Esperneava de alegria, de espanto, quando via, o cachorro que pra ele corria. A bola passava, entre suas pernas pequeninas, de quem a tudo colocava “inho”, até seu nome ficou – Georginho.
Na mansidão de meus olhos vadios, meus dentes saboreando sua carne, calmamente lhe causando arrepios, prazerosamente rasgando-lhe a alma. Sou um leão a deriva em seu furor, domado em teu chicote de amor.
Das cores a mais linda, efeito arrebol, as flores desabrocham na aurora,em um romance fiel com o nascer do sol.
Nada mais havia, apenas existia a donzela do cabaré, sendo a musa do acaso, vagando pelo espaço,vestida de mulher.
Você saiu para não mais voltar, em uma tarde de temporal. E o céu assombrado ponhe-se a chorar, em rimas cálidas tragando as desoras, para a noite se afogar, entre lágrimas e poesias, ensinando a amar.
As lágrimas da noite é o café de uma manhã que se avista em um denso véu amarelado. Só sobra um cigarro e restos de poeira nevando a felicidade.
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