Poesia sobre Meu Comportamento

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"Reflexão; comportamento humano"


"O narcisismo se sustenta na imagem… mas se revela na reação quando não é reconhecido.”
@Suédnaa-Santos.

A lógica não rege o comportamento humano. Somos movidos por emoções, vieses cognitivos, traumas e impulsos; tentar aplicar a lógica pura para entender as decisões de alguém é receita certa para a frustração. Afinal, o ser humano não é um algoritmo.
Reno Fioraso

Uma verdade


O homem sábio não se preciona com a beleza mas sim com o comportamento que ela apresenta....


Binilson Quissama

A maior vitória de qualquer sistema não acontece quando ele controla o comportamento humano, mas quando consegue colonizar a consciência humana. O controle mais eficiente não é aquele que impõe correntes; é aquele que convence o indivíduo de que suas correntes são escolhas.

Muitos acreditam que possuem pensamentos próprios, mas apenas possuem pensamentos recebidos. Defendem ideias que nunca investigaram, desejam coisas que nunca questionaram e perseguem padrões que nunca escolheram. Não são donos de suas convicções; muitas vezes são apenas herdeiros inconscientes de opiniões fabricadas.

A manipulação mais profunda não rouba a liberdade de pensar; ela rouba a percepção de que existe algo para ser questionado. A mente condicionada não percebe a prisão porque aprendeu a chamar de lar aquilo que a limita.

O ser humano não é controlado apenas pelo que lhe é proibido, mas principalmente pelo que lhe é oferecido como indispensável. Vendem produtos, mas antes vendem carências. Vendem tendências, mas antes vendem inseguranças. Vendem respostas prontas, mas antes enfraquecem a capacidade de formular perguntas.

Uma sociedade que abandona o discernimento transforma cidadãos em consumidores de ideias, repetidores de narrativas e defensores de pensamentos que nunca nasceram dentro deles. A maior pobreza intelectual não é não ter respostas; é nunca ter feito perguntas.

Porque uma mente que não examina aquilo que recebe deixa de ser consciência e se torna apenas um eco sofisticado.

Vidas se repetem em gerações sucessivas, geralmente das piores formas.
E padrões de comportamento são difíceis de quebrar.

A polarização conseguiu expor o que há de pior no Comportamento Desumano: a Hipócrita Ferida Aberta.


Nela, o Sujo nem se constrange em falar do Mal Lavado, e ambos alisam suas próprias mazelas.


Quando as convicções deixam de ser pontes e passam a ser trincheiras, o debate se transforma em Espetáculo Moral.


Cada lado passa a enxergar no outro não um Adversário de Ideias, mas um Inimigo de Existência.


E, nesse cenário, a coerência deixa de ser virtude — torna-se obstáculo.


A hipocrisia prospera justamente aí: no terreno onde a crítica é seletiva e a indignação quase sempre tem dono.


O erro do outro é prova definitiva de sua perversidade; o próprio erro, quando aparece, vira detalhe, contexto, exceção ou silêncio.


Assim, as consciências vão sendo anestesiadas pelo conforto de pertencer a um lado.


O curioso é que, quanto mais se denuncia a sujeira alheia, mais se normaliza a própria lama.


A acusação vira perfume moral: quem acusa se sente automaticamente absolvido.


E, pouco a pouco, já não importa mais a verdade do que se diz, mas apenas a utilidade do que se aponta.


Talvez seja por isso que a polarização produza tantos juízes e tão poucos examinadores de si mesmos.


É mais fácil carregar a lanterna para iluminar o rosto do outro do que suportar a claridade sobre o próprio.


No fim, o que se vê não é uma disputa entre virtudes, mas um espelho quebrado onde cada lado enxerga apenas os estilhaços que lhe convêm.


E enquanto todos se ocupam em provar quem está mais limpo, a hipocrisia — essa velha senhora muito bem adaptada — continua reinando tranquila, vestida com as cores de todos os lados.⁠

Não há mau comportamento de um que possa ser tomado por indulgência poética para relativizar o do outro.

Ainda assim, é exatamente isso que fazemos, quase por instinto.

Criamos metáforas generosas para os erros de quem nos convém defender e reservamos o rigor nu e cru para os deslizes de quem já decidimos condenar.

Transformamos falhas morais em “contextos”, agressões em “reações”, incoerências em “complexidades humanas”.

E, assim, vamos esculpindo versões mais palatáveis daquilo que, em sua essência, permanece inalterado.

O problema não está apenas no erro em si, mas na régua elástica que utilizamos para medi-lo.

Quando a ética deixa de ser princípio e passa a ser instrumento, ela já não orienta — apenas justifica.

E uma ética que serve para justificar tudo, no fundo, não sustenta nada.

Há um conforto quase sedutor em relativizar.

Ele nos poupa do desconforto de admitir que, às vezes, estamos do lado errado — ou, pior ainda, que não existe um “lado certo” tão nítido quanto gostaríamos.

Mas essa indulgência seletiva cobra um preço alto: ela corrói a coerência e, aos poucos, dissolve a credibilidade de qualquer discurso moral.

Se o erro de um é sempre suavizado pela indulgência poética, enquanto o do outro é amplificado pela indignação seletiva, o que resta não é justiça — é conveniência.

E a conveniência, quando travestida de consciência, se torna uma das formas mais silenciosas de desonestidade.

Talvez o verdadeiro exercício de maturidade não esteja em apontar culpados, mas em sustentar critérios.

Em reconhecer que o desconforto da coerência é, muitas vezes, mais honesto do que o alívio da parcialidade.

Porque, no fim, não é o erro do outro que nos define — é a forma como escolhemos interpretá-lo.

⁠Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.


A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.


É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.


Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?


O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.


Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.


E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.


Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.


É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.


O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.


Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.


Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.


No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.


Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.


E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.

A noite se espera um boa noite.
Um comportamento trivial a natureza humana.
O que temos é um olhar frio mais nada!
Um momento irônico.
De onde a educação sumiu dos espaços públicos. E da alma do ser humano.
Reclusão do humanismo.
Parece que estamos num mundo transgênico sem humanidade.

Reflexão | @CulturaEscola

Julgar o comportamento das outras pessoas costuma ser fácil. Difícil é olhar para dentro de nós com a mesma sinceridade.

Uma reflexão inspirada no pensamento de Confúcio nos lembra que a verdadeira sabedoria não está em encontrar defeitos nos outros, mas em reconhecer nossas próprias limitações e buscar melhorar a cada dia.

Na família, na escola, no trabalho e nos projetos sociais, crescemos quando substituímos a crítica pelo exemplo, a condenação pelo diálogo e o orgulho pela humildade.

Antes de perguntar "O que aquela pessoa fez de errado?", talvez devêssemos perguntar: "O que eu posso fazer melhor hoje?"

Uma sociedade mais justa começa quando cada um assume a responsabilidade pelas próprias atitudes. A mudança que desejamos no mundo começa dentro de nós.

Pense bem. Ore sempre. Faça o bem.

@CulturaEscola – Educar é Cuida

Às vezes, repetimos o comportamento de Jonas quando escolhemos para quem pregamos, para quem estendemos a mão ou para quem acreditamos que Deus ainda pode transformar. Esquecemos que Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10:34) e que Ele quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. (1 Timóteo 2:4).
miriamleal

Amar é
sentimento
mas também comportamento
expresso
por atitudes
concretas.

É difícil ser amargo quando se é doce.

A doçura não é um comportamento que se veste conforme as circunstâncias; é uma natureza. Quem é doce por essência pode endurecer a postura, mas raramente endurece o coração. Pode aprender a dizer "não", a partir, a proteger-se, mas sem perder aquilo que o define.

É difícil ser amargo quando a alma foi feita para espalhar leveza. Porque a essência sempre encontra um jeito de falar mais alto do que as feridas.

CRENÇA EMOCIONAL

Já ouvi dizer que não devemos criar expectativas,
Em relação ao comportamento das outras pessoas.
Então me responda: Porque elas são as primeiras a aparecerem?
O tempo que perdemos criando expectativas,
Seria muito mais bem gasto vivendo de realidade..
Viver de mentiras e suposições cansa!

Inserida por gabrielefermino

Comportamento!
Não espere o inesperado para mudanças acontecer,
comece agora,você vai ter consciência tranquila,
os dias serão mais valorizados,
você entenderá,porque ele passa tão rápido quando você quer que ele demore,
e porque ele demora,quando você quer que ele acelere,
Nunca ficamos satisfeitos,
temos comportamentos inesperados,
ficamos a mercê de pensamentos negativos,
que constrói: ódio,vingança,desesperos,dor
mas pra mudança acontecer,
comece em você,
tire de suas dúvidas,momento pra você cultivar a fé,
viva o hoje,que está recheado de acontecimentos,
mas pra cada um,
seus cuidados,
seus prazeres,
sua preocupação.
Muitas flores, acompanharão,
mas em meio aos espinhos,elas não tem dúvidas
de que seu brilho,sua beleza,
é a diferença acontecida!!!!!!

Inserida por ZeAlcantara

Existe um limiar no comportamento condicionado que se faz positivo.
Perceber que algumas decisões e escolhas precisam ser acompanhadas e sentidas de forma consciente. A espontaneidade é fundamental em qualquer relação, mas quando algo não está bem é preciso que alguém perceba e consiga configurar uma nova atitude. Se for capaz, faça. Isso poderá lhe render bons frutos.
Quando se estabelece um novo padrão, o paradigma foi quebrado.
Que assim seja para o bem!

Inserida por MariaMilena

Nossa espécie incoerente


Ás vezes só nos damos conta de nosso comportamento e de como dói Quando somos vitimas dele por meio de outros...
Sofremos... Choramos... Amaldiçoamos o outro pelo que nos fez, enquanto já o praticamos inúmeras vezes.
Claro que isso não é regra.
Mas há de se admitir que somos uma espécie um tanto incoerentes...

Inserida por jacquelinerojas

"O nosso comportamento, porque vivemos em sociedade, tem que adaptar ás circunstâncias do nosso dia-a-dia. O grande problema, é que muitas vezes, somos obrigados a fingir ser o que não somos."
Senão vejamos:
- Seria impensável, rir ou falar alto (para quem gosta de o fazer) num ambiente para o qual somos convidados e não conhecemos toda as pessoas; (eu adoro o som de uma boa gargalhada quando me dão motivos).
- Seria impensável pegar nas batatas fritas com os dedos, numa refeição com pessoas estranhas (eu adoro fazê-lo).
- Seria impensável dizer o que pensamos de uma pessoa, de uma vestimenta, penteado, maquiagem etc...num evento social. (acontece que se fala sim, mas nas costas da pessoa).
Bom, ficaria aqui horas a nomear exemplos, mas tudo leva ao mesmo: - fingir ser o que não somos!

Inserida por marylife6

Você.
Um ser imperfeitamente perfeito, mais defeitos que qualidades, comportamento fora do padrão, não és a pessoa que meus pais desejaram pra mim. Mas és aquela pessoa que meu bobo coração escolheu. Uma pessoa irritantemente irritante, amavelmente amável. Você é o caso de constante bipolaridade, que faz com que meu amor enlouqueça. Viciante. Seus carinhos são viciantes, teu toque perfeitamente perfeito, me leva a um lugar onde por toda minha vida desconheci, e apenas com você tive o prazer de conhecer. Você aquele tipo de pessoa que chega a me irritar com coisas fúteis, a me intrigar com seus segredos, a me surpreender com seu romantismo, sim é por você que perdidamente me apaixonei. E agora ? Não sei, não comando mais meu coração, é tudo seu. E eu quero, me entregar sem depois, sem impedimentos, sim eu aceito o desafio. Aceito a juntar minha vida com a sua vida, quem sabe você não encontrou a metade que lhe faltava para completar essa loucura ? No fundo eu sei, que você essa pessoa imperfeitamente perfeita, é perfeitamente perfeita para mim.

Inserida por ianecaroline

REFLEXO

Quer uma mulher perfeita?
Seja um verdadeiro homem !
Escolha teu comportamento.
Tua atitude será meu reflexo.

Inserida por marcosmarques