Poesia sobre Choro
João 11:35
Sabe esse pequeno versiculo, eu acho que é o menor e o maior ao mesmo tempo.
Quando o verbo se tornou carne, ele nao quis ser o SUPER HOMEM, mesmo que antes dessa passagem ele diz ""Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá" JOAO 11:25. Ele nao falou essa frase com o IRON MAN, tanto é que dez versiculos mais tarde, Ele chora.
Isso me conforta por saber que por ser Cristão, minha vida não seria um mar de rosas obrigatório, sabe?
Mas junto com essas tais rosas, viriam os espinhos, que iriam machucar. Mas me alegro, pois a Palavra diz "O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã" Salmos 30:5
Só tínhamos palavras
e nelas nos apegamos,
sorrimos e choramos.
Entretanto, hoje tão distante
carentes, marcados com
pensamentos desconsertantes.
Aí de mim que sou amante,
Aí de ti que é amante,
Aí de nós nesse amor errante!
Em termos de rei
a escrevidão foi aplaudida
e meu pedido de liberdade revogado,
Escrevendo a história no escuro,
pois me afastei da claridade,
para lerem via publica
essa história cheia de reticencias
capítulos de intensidade.
Seus olhos, olhos escuros,
turvos, pintados, borrados,
grandes, com ressaca,
com brilho,
com amor.
Seu olhar puro, sincero,
inocente (ou não)
Vivo, morto, solto,
sorridente.
Seus olhos e seu olhar, não lhe posso fazer cega, muito menos enxergar a tudo, mas é certo que eles não mereciam esse fardo, essa dor.
É assim, o descarte humano cada vez mais explícito em relacionamentos rápidos de corações sem compromisso.
Somos substituídas com frieza nos papos do Whatsapp, não recebemos mais o like nas fotos, não somos mais enternecidas com mensagens fofas de bom dia.
Somos deixadas de lado. E temos que mostrar firmeza, postura e sorriso no rosto. E ninguém precisa saber que dormimos em travesseiro molhado.
(Trecho do texto: A bola (especial) da vez - blog Palavras entre audácias.
Aí, ele fala assim: "Nossa, você está bem, não é?" - Ele queria que eu tivesse chorando por não estarmos mais juntos. - Sorri e falei: "Como sempre."
Voltei para casa e chorei na cama. Quem sabe dos meus sentimentos é o meu travesseiro.
No canto daquele bar
Eu pensei sem parar
Em você me amar
Novamente chorei, no canto do bar
Te encontrei em cada gole
Me perdi em cada olhar
Supliquei para que volte
Chorei, no canto daquele bar
Em cada gole veio uma lembrança
E feito uma criança desprotegida
Clamei aos garçons
Tua presença em minha vida
Céu estrelado na volta pra casa
Cada vulto era estranho
Cada lembrança tão prosaica
Cada lágrima, um banho
Toda calçada, inacabada
Chegando em casa
A porta me fugia
Como teu olhar um dia
Me deu aquelas asas
Entrei em meu lar
Fugi para a cama
Pela janela escorria o olhar
Lembro
Chorei no canto daquele bar.
Pode chorar querida, não é um erro, é uma necessidade. Você precisa colocar pra fora toda a dor que já lhe causaram. Você está sendo forte por guardar isso tudo só pra você, nunca se julgue fraca porque você não é. E eu sei, você sabe, e todas as garotas do mundo sabem como é isso. Só continue sendo forte."
__Tati Bernardi
Tenho uma vontade de lagarta encasulada
Tenho uma saudade de foto antiga na parede
Tenho um suspiro de partida na estação
Tenho uma dor com cara de choro de criança
Tenho a esperança de uma mala pronta para viagem
Tenho a coragem de bebe engatinhando
Tenho um coração que mesmo doendo vai sempre me avisando
Não desista, tem sempre alguem caminhando na mesma estrada...
E que a dor
transforme-se em alegria
dentro de cada melodia
e transborde
aos ouvidos vazios
que de tanto chorar
ouve-se apenas o silêncio
da alma.
Como eu tive medo de me apaixonar. E o seu amor foi assim: Como o tempo, que usa a chuva e o vento pra moldar rochas, tecendo novas paisagens.
Hoje tudo que eu tenho é frio, e essa madrugada de solstício que se perdura por mil anos (...)
- Apenas Sendo
neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar.
minha mãe no quarto, chora... está feliz!
meu pai em uma maca, chora... fraturara a perna.
eu no berçário, choro... olho os seios da enfermeira! faminto, não sei quais os perigos por não reconhecer a verdadeira fonte de alimentação!
E de repente a gente se descobre só, tão sem rumo e sem ninguém que se existisse alguma forma de se esconder do mundo e deixar de sentir a gente faria pq essa dor da insignificância sufoca, maltrata de uma forma inexplicável e cruel demais. Um grito de socorro silencioso para o mundo mas ensurdecedor dentro da gente.
E assim a vida segue porque não há outra saída, põe no rosto o melhor sorriso para disfarçar a fragilidade de um coração choroso, nos olhos o brilho apagado de inúmeras decepções mas com uma faisca de esperança por um sopro para reacender. Se isso é vida não sei mas há de voltar a ser, pq no coração do guerreiro resta sempre uma fagulha de esperança por dias melhores.
"Aqui, além, pelo mundo
ossos, nomes, letras, poeira...
onde, os rostos? onde, as almas?
Nem os herdeiros recordam
rastro nenhum pelo chão (...)
choramos esse mistério
esse esquema sobre-humano
a força, o jogo, o acidente"
Silêncio (microconto)
Caminhava tarde da noite pela rua Aurora. Quando estava a uns três quarteirões de casa, ouvi um choro vindo de um beco escuro. Me aproximei, olhei em seus olhos, e então, tudo se silenciou.
Nem tudo é como a gente quer,
Neste mar de tristeza e solidão,
Ja pedi perdão e apenas recebi muitos nãos,
Juro que nesses ultimos suspiros quero sentir suas mãos macias e delicadas quentes segurando os meus dedos enquanto sinto o abraço sombrio da corda em meu pescoço,
Nem tudo é como a gente quer,
Lembra de quantas vezes lhe fiz sorrir e outros ha fez chorar,
Um dia você me dia que seu sonho era se casar,
Meus olhos brilhavam toda vez qua eu lhe ouvia cantar,
Apesar do seu jeito de me ignorar eu nunca deixei de te amar,
Nem tudo é como a gente quer,
Em uma noite vi voce chorar,
Talvez não foi a intenção dele te machucar mais creio que sim só queria te usar,
Apenas me deixe te abraçar e dizer que não esta só,
Só queria poder falar e expressar o quão vocë é especial,
Mais não consigo,
Não dá,
Tenho medo de algum dia te machucar,
Tenho medo de não saber te valorizar,
Sabe nem tudo é como a gente quer,
E neste momento eu só quero recordar o que vivemis nesse ultimo filme,
Para a ultima lagrima cair,
Em uma nova vida reacordar,
Talvez assim seja tão feliz tanto quanto fui ao seu lado como um humilde e solitario amigo,
Ei, não mecha com as minhas pelucia de morcegos e corujas, sei como você os odeia mas eles foram meus primeiros amigos,
De um abraço neles por mim por favor,
Um abraço bem forte e diga que eu estarei sempre la no quartinho com eles apartir de hoje e para sempre,
Para sempre e sempre...
Autor: Jonathas Nogueira da Silva
VALE A ALMA
Quando as lagrimas marejam,
Esqueça os olhos:
Veja as causas
Veja a alma.
Da alma marejam as lagrimas
As causas a faz sangrar...
De muitas alegrias
De muitas dores
De saudades ou perda dos amores.
Abrace a alma,
No marejar das lagrimas!
em pranto...
[…] é na viscosidade do suspiro
que a lágrima escorre pela face
redemolindo a alma num só giro
a ferro e fogo, a dor num enlace
agregando o sofrer em um retiro
de silêncio, de um usurário repace
que sonoriza o aperto em um coro
no peito e, amargor em trespasse
vazando o tormento num turvo choro...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
QUANDO DOI O CORAÇÃO
"Quando doi o coração
Só o dono sabe o porquê.
Não entendem os intrusos,
Nem aqueles que não o veem.
Chora e desespera,
Revolta-se e se ergue.
Quando doi o coração é para se fortalecer."
ESQUECI
Esqueci,do teu sorriso.
Esqueci,dos olhos teus.
Esqueci,dos teus cabelos.
Esqueci,que eram meus.
Esqueci,as tuas juras.
Esqueci, que as ouvias.
Esqueci,de como eras.
Esqueci,teu choro baixo.
Esqueci,dos teus carinhos.
Esqueci,do teu perfume.
Esqueci,os vestidos curtinhos.
Esqueci,que me amavas.
Ah! esqueci de te dizer:
Esqueci, de te esquecer.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista.RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
