Poesia sobre a Fome
Poema ao Imigrante.
Muita fome e desemprego nos assola.
Nossa pátria está por acabar.
Malas,sonhos,esperança vamos embora.
A Primeira Guerra a iniciar.
Rapidamente a maioria deseja imigrar.
Deixando sofrimento e dificuldades.
O desejo é de não mais voltar.
Viagem longa,epidemia e alegria.
Frio na barriga, medo do desconhecido.
Terra a vista, sorriso nos rostos euforia.
Vida nova alívio, lugares divinos.
Promessa,trabalho e engano.
Trabalho no campo, e onde quer que estejamos.
Belas cidades começamos a construir.
Bravos guerreiros determinados vieram a surgir,
quando a adversidade passou a perseguir.
Hoje temos orgulho de sermos seus descendentes.
Imigrantes vocês foram valentes...
Registramos nosso carinho e amor.
E agradecemos quem os guiou, nosso Senhor.
Gostaria de esconder a minha fome de pedreiro, assim como o Pabllo Vittar esconde o seu...
grampo de cabelo.
A fome não me mata e nem a solidão,
não posso ser elementar neste entendimento,
embora seja fato no meu pequeno mundo...
ninguém precisa repartir comigo as minhas dificuldades.
Elas são fruto dos meus equívocos de escolha,
de rumos seguidos sem a maldade existente em grande parte dos indivíduos,
mas,
também,
são equívocos meus!
Tenho sede e fome da verdade.
Conviver, apenas, com a minha verdade é saciar-me com água turva e ingerir alimento vencido.
Vivamos a história e não sejamos a estória.
A ordem é pão, a desordem é fome...
E a fome faz sair os lobos do mato...
Ela não tem lei...
É má conselheira...
Inimiga da virtude...
Faz doce as favas...
A gente pensa que se benze e parte nosso nariz...
E aprendemos quando já é tarde demais...
Afinal a ignorância do bem é a causa do mal...
A perder se ganha, ao ganhar se perde...
Já que a perseverança sempre alcança...
O cocho é o mesmo...
Mas lembre-se que são os porcos que mudam...
Paschoal Nogueira
#ECO
Meu coração arde em coisa fria...
Nem a luz...
Nem o fogo...
Nem a fome entardecida...
Ou a febre da sede dos lábios...
Ai, ai de mim...
Enquanto caminho...
É pelo corpo que nós nos perdemos...
Pertenço a quem amo...
Num profundo arremesso...
Tenho pressa de viver...
Só quero o que me é devido...
Coração diga o que sofri...
Nesses dias que embranquecem os cabelos…
Amores vividos...
Só as fagulhas voam ao vento...
É preciso partir...
Antes que tudo cubra-se de cinzas...
É preciso ficar...
Onde se é benquisto...
Cerca-me a solidão...
Tal como uma pedra escura...
É tão fria e morta...
Eu sem ti...
À sua procura...
Ninguém sabe dizer porque o eco embrulha a voz...
Mas eu sei dizer...
Que sem você...
Não vivo mais...
Sandro Paschoal Nogueira
A fome vai além da produção e do desperdício de alimentos. É uma questão de consciência ambiental, da desigualdade social, improbidades administrativas e de educação financeira.
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A boa comida une as pessoas
A comida vai muito além de matar a fome. Ela aproxima famílias, cria memórias e faz parte de momentos especiais da nossa vida. Seja um hambúrguer, uma salada fresca ou uma refeição caseira, sempre existe uma receita que nos lembra alguém ou algum momento importante.
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Qual é o seu prato favorito e por quê?
Na certa
A fome de amor te fará delirar
E entregar-se como nunca
Apertando nos braços
Como quem quisesse ficar
A roçar a pele, acabar
Sentindo-se única, desejada
Pedirá mais, mais.
Até entregar-se à posse
Seu vulcão cheio de lava a derramar
Numa deliciosa explosão dos desejos
Línguas e beijos
Se entrelaçar
Momentos nunca vividos
Nem alcançados
A entrega total
Onde o corpo e alma
Alcançarão o céu
Momentos de êxtase e prazer
Um abraço apaixonado
E a vontade de dizer
Eu amo você
Eu já nem sei o que mata mais
Se o trânsito, a fome ou a guerra
Se chega alguém querendo consertar
Vem logo a ordem de cima
Pega esse idiota e enterra
Todo mundo querendo descobrir seu ovo de Colombo.
Fica comigo
Fica comigo até o dia amanhecer
Esquece o sono
A fome
A dor no corpo
E fica
Não pensa em nada
Mergulha em mim
Eu estou pronta para ser
A sua última alvorada
O seu irrevogável anoitecer
A sua derradeira viagem
E o seu primeiro
Grande
Verdadeiro
Único
Amor.
Meire Moreira
Não tenho fome
Nem sede
O frio também foi embora
Assim como todas as sensações
Que será que morreu em mim?
"O diabo te oferece um prato de lentilhas, porque ele sabe do que sua carne tem fome. Mais você não é obrigado a comer. A decisão é sua!"
—By Coelhinha
"A Tua presença é o pão que me alimenta. Tua graça Jesus e o Teu amor me embriaga. Tenho fome e sede de Ti."
—By Coelhinha
Hoje acordei com um vazio, achei que fosse fome; comi e não passou.
Uma solidão que permeava, fui pra multidão e mesmo assim me sentia só.
Aquele aperto que pressiona meu peito, coloquei uma música pra distrair, mas não adiantou.
A saudade apertou mais forte hoje, tentei ocupar a cabeça, porém só conseguia pensar em você.
O nó na garganta veio, mas decidi não chorar; preferi celebrar, escolhi relembrar dos nossos momentos felizes.
Este é o meu primeiro ano longe de você, queria te abraçar, queria te beijar; mas eu preciso aprender que para ter você comigo, eu não preciso te ver, basta te sentir.
Sou a indignação de quem tem fome em um país contaminado com ratos em peles de cordeiros.
Sou a surpresa e um espanto de um líder corrupto que tem a ganância de se manter no poder.
Sou o descaso de autoridades incompetentes e sem respeito que causa medo e inimizade.
Sou o grito dos desesperados e o silêncio dos inocentes que gera violência a descontentes e dinheiro a quem gerencia a guerra.
A bala de uma arma que percorre o espaço entre o disparo e o corpo de um inocente se faz impunidade e covardia no descaso dos acontecimentos com autoridades despreparadas e confusas com a paz.
(Trecho do livro "O silêncio dos inocentes" de Julio Aukay)
Sou coração vermelho, tenho fome com a sensibilidade na boca e minhas inspirações me criaram com um elemento injusto que passei;
Quem foi o culpado? Na veia um sentimento carente pulsando no coração;
Eu errei e quem nunca errou? Quero evoluir na minha estatística;
Espero por um coração que leve-me ao encontro da felicidade;
Me interne no paraíso para que eu possa descançar e esquecer da fome e lembrar da paz e do amor um pelos outros;
O dia passa e eu perco o meu juízo no intenso descaso que envolve toda a plateia de um circo nacional;
Vivo sem futuro ou sem objetivos, mas sempre achando que eu erá vivo sem nunca me reinstalar;
Sem nunca ter pensado como a vida se fez cruel, pois eu aprendi como se deve viver;
Vejo que ainda temos tempo para transformarmos o mundo com algo bom, antes que a bomba exploda;
