Poesias que falam de Olhos
Seu semblante domina os meus pensamentos. Eu não queria, pois estou sofrendo. Pela manhã, tarde e noite.
Nas madrugadas me pego pensando em seu rosto, seus olhos, seu nariz, tua boca, seu cabelo.
Seu corpo, lindo, me atraem como um imã, mesmo que você diga que não é bonito...Pra mim é perfeito.
Até as sardas são tão atraentes.
Sinto falta do que eu nunca toquei.
Não é o corpo tampouco a objetiva,
na verdade são meus olhos, meu dedo e
meu sentimento que registram tudo.
Nos olhos um brilho de quem quer viver e ser feliz.
No coração uma música tocando no compasso do tempo.
No semblante uma luz que mostra alegria, paz e serenidade.
Se o amor não florescer dentro do coração, não adianta buscar todos os destinos do mundo para ser feliz.
Não são lugares que proporcionam a felicidade mais, a luz que ilumina seus olhos.
Sabe, fecho os olhos e vejo você sorrindo;
Vejo tua simplicidade incandescente;
Tua sexualidade disfarçada;
O teu andar elegante;
Os teus lábios macios;
O teu abraço gostoso, abraço de quero mais;
Tua voz meiga;
E teu jeito tímida.
É tudo isso que vejo em você e, que me fascina. Então, como não te desejar, como não navegar com você nessas águas tortuosas. Até porque, depois da
tempestade vem a calmaria.
É a calmaria que estou esperando, portanto, como capitã desse barco, não me peça mais para abandoná-lo, senão, eu faço um motim.
Eu sei e você sabe, que essa tempestade há de passar e não vai demorar.
04/09/2018
Por que fui olhar em teus olhos, se tudo que eu queria nessa vida era não mais me apaixonar.
09/11/18
Janelas d'alma.
Teus olhos são como as janelas d'alma.
Olhando neles, abre-se uma janela ao infinito.
Teus braços abertos são um convite ao aconchego.
E teus beijos, ah, teus beijos!
Teus beijos têm aquele gosto de quero mais.
"Como menina dos olhos ou um bebê recém nascido, assim é o valor da benção de Deus."
Anderson Silva
O cristão verdadeiro é a menina dos olhos de Deus; portanto, qualquer pessoa que lhe fizer algum mal e não se arrepender, terá um triste fim.
Anderson Silva
As janelas de sua alma refletem o azul do céu;
Olhos amendoados, doces lábios de mel;
Cabelos encaracolados, ai meu Deus, que Escarcéu!
Eu não te amo
Ainda que seus olhos me sufoquem
Seu riso me inunde
E seus lábios me sequem
Eu não te amo
Ainda que sua voz me embriague
Meu corpo te implore
E meu peito te trague
Eu não te amo
Ainda que te esboce em meus traços
Te faça futuro
E só queira teus braços
Será que eu não te amo?
Não adianta ser linda e gostosa se na mente só tem #Merda
Meus olhos enxergam o que os olhos dos outros "homens" jamais vai enxergar. Os sentimentos, o que os olhos de uma mulher diz sobre ela, Vi Mulheres lindas tão feias que o mundo se assustaria, e mulheres que o mundo de cegos diz que são feias, mas que possuem uma beleza única, vi o que todo Homem procura #UmaMUlherDeVerdade Coisas que só meus olhos são capaz de ver... #IssoÉumDom
Hoje deixei meus olhos viajarem pelo mar até a linha do horizonte, fim de tarde no mágico encontro do dia com a noite.
Na realidade foi um momento de introspecção, lembranças e balancete de vida, porém notei que planos e perspectivas ausentes, cadê meu futuro? Pra onde foram meus sonhos?
Bateu então uma tristeza mas, do nada, ganho de uma boa amiga um alegre, saboroso e solidário sorvetinho.
Quando iniciava a degustação chegam, também do nada, duas crianças muito pobres filhos da rua com os olhinhos brilhantes, pedem o meu sorvetinho, ganham e retribuem com um lindo sorriso.
Horas depois enxerguei pela simbologia o recado recebido: sorvetinho a solidariedade; amparo o presente e as crianças meu futuro, pelo sorriso, feliz. Que assim seja!
"Meu coração acelerado com você do lado.
Meu coração abalroado por ter lhe olhado.
Seus olhos nos meus olhos, repletos de malícia e desejo.
Seus olhos em que vi um misto de paixão e medo.
Teus beijos, ah o mais doce beijo, me perco quando lembro, devaneio.
E teu cheiro, cheiro doce em que me deleito.
Meu mundo sobre o meu peito.
Despertou-me um sentimento profundo e como em um rio, me afundo no leito..."
"Ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele verdejar.
Aqueles olhos verdes, que me remetiam ao mais belo e profundo mar.
O macio da tez, me causa tortura, ao lembrar.
Deveria tê-lo feito, te pedido pra ficar.
A distância que nos separa, me faz ter o doce do seus lábios, somente no sonhar.
Aqui estou eu e ela está lá.
Longe do seu aconchego, sou sofrimento, longe do seu abraço, não tenho um lar.
Sinto falta do negror dos cabelos, que cobriam-me a alma, naquelas noites de luar.
Eu já não sei o que pensar.
A ausência do vermelho dos teus lábios, me afoga como o mais profundo rio, não posso nadar.
Encontro um suspiro nas lembranças, de outrora, ao lhe beijar.
Recordo-me do olhos verdes, que ao fitarem-me, vieram a calma me roubar.
E eu ainda me lembro dos seus olhos de mata, com aquele doce, sereno e profundo, verdejar..."
"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei.
Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei.
Não resisti, nas suas lembranças me lancei.
Lembrei-me de quando cada palavra sua, fazia-me dos seus sonhos, o rei.
Nem sobre as nuvens eu me senti tão perto do céu, como nas vezes em que te amei.
Vislumbrei a vastidão, me encantei com a beleza das coisas que o Deus fez.
Mas só vi perfeição na beleza do mundo, uma única vez.
Quando fitei os seus olhos e ali mesmo me apaixonei.
Ali, logo ali, eu não deveria, eu sei.
Mas nas lembranças, nos sonhos de contigo, uma vida, me lancei.
Eu era feliz, eu sei.
Mas na beleza do oceano, existe o seu eu profundo e aí existem perigos, eu sei.
O coração parvo, encantado, louco, enganado, não quis me ouvir, mas eu avisei.
Que seu amor era passageiro, como às nuvens aos meus pés, que a pouco narrei.
Ali em cima, eu vi o mundo, eu vi você, quem sabe Deus? Talvez.
Lembrei-me do seu olhar e como naquele dia, não resisti, eu gelei..." - EDSON, Wikney
"E eu, que nunca fui muito fã da escuridão, me encantei pelo negro dos seus olhos.
Eu, que sempre fui um bom jogador, perdi jogando os seus jogos.
Eu, que nunca gostei de excessos afetuosos, me regozijava na dança dos nossos corpos.
Eu, que sempre fiz da tua companhia meu paraíso, hoje faço da sua ausência meu purgatório.
Eu, que de amor, me tornei um ébrio, hoje de solidão meu coração está sóbrio.
As festas da minha paixão, sua indiferença, apagou os fogos.
Minhas palavras de amor, graças à ti, hoje são um misto de desgosto e ódio.
O teu sorriso é o oceano onde me afogo.
Na madrugada, sonho que estou junto à ti, a manhã vem e infelizmente, sem você, acordo..."
"Amava, quando era a minha boca, a tapar seus gritos.
Adorava os sussurros descuidados, ao pé do ouvido.
Me perco na lembrança, da dança de nossos corpos, onde com um único olhar, nossas almas se completavam e se ouvia até o pulsar dos corações, e os seus suspiros.
Eu e você, nós; meu eterno vício.
Sou viciado no gosto do beijo, no aveludar da pele e dos cabelos, cada fio.
Minhas palavras são súplicas, a quem me dera só suplício.
Não te apago da mente e mesmo que o fizesse; me apegaria a cada resquício.
Você fora o meu presente vindo dos céus, que do meu eu, jamais deveria ter partido.
Doeu-me na alma, torturado, vê-la indo.
Quando em seu abraço, foram as poucas vezes, que pude me aproximar do divino.
O castanho dos olhos, o desenho da boca, o negror dos cabelos, o conjunto da obra, dos desenhos do Pai, você é o mais lindo.
Saudades de quando me iluminava a vida, com seu sorriso.
Hoje, acordei atônito, na madrugada, pareceu-me ter te ouvido.
Não te olvido.
Hoje, pela madrugada, só lhe restou, em silêncio clamar por meu nome, pois infelizmente, não tens minha boca, para tapar seus gritos..." - EDSON, Wikney
"Às vezes, o homem tem vontade de nunca acordar.
Não pela morte em si, mas pela vida e alegria, que existe em sonhos, que mil anos de realidade, jamais trará.
Em meus sonhos, sei bem o que há.
É ela, ela que sempre está lá.
Com um sorriso de incendiar a alma, de lábios vermelhos e cabelo preto, a me esperar.
Por vezes, no meio da noite, desperto atônito, suando frio, sem ar.
Algumas vezes, busco-a em meio aos lençóis e ela não está lá.
Outras, desperto com os olhos inundados, à lacrimejar.
Meu pranto, minha mazela, é sempre pelo mesmo motivo, amaldiçoo o meu despertar.
Minha realidade é maldita, porquê ela não está lá.
Não consigo, ela, encontrar.
Então, deito de novo, rogando para retornar ao doce sonho, desejando, assim, jamais acordar..."
