Poesia que Fala de Teatro
´´Um livro fala mais que mil palavras
Um livro te conta mil e uma noites
Um livro te faz chorar e na próxima página te conforta
Um livro te consome assim como seu marido faz com suas vizinhas
Todas as noites.``
Lua de sonhos
Quando você fala o tempo se cala;
Eu não sei senão amar até o fim.
Quero um carinho sem fim, que dure a vida inteira, que tenha o sabor do mais doce dos beijos.
A luz da lâmpada sombria, sobre o leito de flores, a lua por noite, entre as nuvens nós dormimos!
Manias de sonhador no mundo colorido, onde cada sentido é um ator.
Arde sem perceber que é fogo e também é ferida que dói e não se acha; É uma descontente busca na aventura da paz que desejo e quanto mais procuro, mais sofrimento de não achar tal...
Que importa? Se tu, lua desta noite,
Fosse já a lua dos meus sonhos!
Se tu me amas responde
se tu me amas me olha
se tu me amas fala
se não fazes isso oque tu sente?
Não é presente
se faz de inocente
procurar vir e sair
bulinar e fugir;
O poeta fala sobre aquilo que sente ou sobre tudo que vê. Externa suas emoções e, ao mesmo tempo, esconde-se no anonimato de suas incertezas.
Fala sobre alegria, dor ou tristeza.
Não há tema específico, tudo ao seu redor vira rima, versos e poesia, encanta-se a cada dia.
Vendo a vida acontecer, embora saiba que seja efêmera como uma vela.
Para um poeta, ela sempre será bela.
seu olhar sereno me diz muito, tua calma me fala que está tudo bem mesmo não estando realmente bem, teu rosto me traz uma certa tranquilidade quanto ao mundo lá fora, suas lágrimas são distintas do sereno da chuva e elas dizem que dói. Ao longe eu sei que você zela por mim mesmo no seu pior devaneio possível, sei que tudo confunde muito a minha cabeça e não era nada disso que eu gostaria de ter ou sentir, tamanha a sensação de incerto.
As vezes eu odeio as pessoas, as vezes as amo, eu diria que é algo bem inconsciente e eu não queria realmente pensar assim porém infelizmente temos nosso lado sombrio, querendo ou não isso é parte do que somos, a paz que eu sinto por você simplesmente acariciar meu rosto é inexpressável e parece que tenho tudo à minha mão...parece que o mundo é outra coisa quando o teu amor aquece o meu coração. À quem me referio em tudo isso? depende do que você considera, agradável, amável, acolhedor, carinhoso ou até mesmo que te traga uma paz interior..seja ela lugar, pessoa ou animal, apenas sinta-se bem com essas coisas que te fazem bem...
POEMINHA LÓGICO
Quem fala com a consciência
Conversa com Deus.
Logo, quem tem consciência
Tem Deus consigo.
E quem não a tem
Perde-se nos confins
Do Inferno existencial.
(Guilherme Mossini Mendel)
Faça-me sorrir, fala-me de amor
Há raras coisas imutáveis e poucas verdades absolutas, o resto são apenas crenças espalhada ao vento, como se fossem aquelas.
Há outras verdades que a desilusão pode extirpar, como se nunca tivessem existido e quando pronunciadas, nos soa aos ouvidos como poesia, como a beleza das flores que murchamda noite pro dia, entre elas está o amor que por, às vezes, não ser correspondido como um simples sorriso, nos faz pensar que não existe.
Talvez não exista, tão real quanto o ar, o sol ou a luamas, mais sutil, como asflores que precisam ser regadas, quase todos os dias.
Há tantas outras coisas que não existem e seguimos repetindo, falando, curtindo, como um intervalo entre um ano e outro e tantas datas que, se não fosse pelo calendário do comércio, já teriam sido ceifadas pelo esquecimento.
Na letra da música "Joana Francesa", de Chico Buarque diz "Mata-me de rir, fala-me de amor", como um desabafo de alguém que perdeu a fé ao fazer tantos votos ou promessas e não alcançar o seu pedido.
O amor é tão inexistente quanto todas as formas de fé e ainda existe, embora seja mais falado do que vivido.
O amor é tão real quanto a vida que flui como um rio, independente dos nossos desejos.
O amor existe e brota onde quer, o que o faz perecer é o gênero humano, ao permitir que a descrença e o egoísmo transforme o solo fértil num lugar árido, onde não germina coisa alguma.
Fala comigo o silêncio
Enquanto acordado
Eu sonho
Com um amanhã iluminado
Diferente das noites escuras...
E dos dias passados.
Um bom poema
È aquele que nos fala,
Ou com os olhos,
Ou boca,
Ou ouvidos,
São sentidos,
Não importa,
Com ele
Queremos conversar,
Rimar.
Sem rima.
.
Ene Aguiar
SEM PAPAS NA LÍNGUA
Às vezes a boca fala o que o coração não sente
Geralmente mais bobagens que coisa que se aproveite
Se respirássemos descemos um tempo
Não haveria tanto desentendimento
Respirando o cérebro areja respira
Desiste de controvérsia,suscita uma conversa
Dá um tempo para o raciocínio
Posterga o egoísmo deixa de ser burro
Passa à ser ladino
À pressa da resposta a razão não se posta
O bom senso dá as costas
Fala-se muito pensa-se pouco
Transforma o simples em complicado
O lúcido me louco
Na busca da razão perde-se a razão
Tenta-se consertar tudo passando sermão
Se acreditando o dono da situação
Pensa saber tudo,impossível,mera ilusão
Acreditando saber tudo nada sabemos
Por não entender que nada sabemos
Nos opomos fechamos os ouvidos
Falamos mais ardido
Para que nossa vontade possa ter prevalecido
Ninguém ganha ninguém perde
Menos a razão e o bom senso que se fere
O orgulho e a vaidade superam a inteligência
Parece que venceu mas é tudo aparência
roupa velha e remendada.
- Fala que eu te ouço! - Prossiga! Então,
se mantiveram calados dando cara ao vento e o assunto morreu.
Saíram medindo os passarinhos e o plano de fuga.
"Foi sem medida que aceitaram o meu silêncio,
e no meu fúnebre pensamento fizeram morada;
rasgaram o meu dedo,
agora eu busco escrever.".
Sombra presente
A sombra tornou-se minha porta-voz
Aquela que fala por nós
E que aqui dentro ocupou um território extenso
Dando-me certeza de onde pertenço.
Nômade com certeza absoluta
Mas com um fraco pelo que assusta
E que vagueando pelo solo de folhas mortas
Entendeu ser fruto de manipulativas cordas.
Amante da noite luxuriosa
Com desejo por momentos quentes que não tem volta
E com o vento gelado socando a minha cara
Percebi que felicidade sempre é rara.
O peso do mundo nunca é suportável
A alegria? Inalcançável
E quando Deus parece ser menos bondoso
O fruto proibido se torna mais saboroso.
Símbolo de rebeldia
A noite que derrota o dia
E que doce como o pecado
Diz que às vezes prazeroso é ser errado.
É que o belo nascer do Sol ao fundo
Que faz esquecer de quanto aqui é imundo
Pinta o céu de laranja as seis
E então, a falsa esperança se fez.
Honesto mesmo é o entardecer
Afinal quando as trevas dentro de mim começam a crescer
Vem a tona os crimes que eu
Jurei nunca, em hipótese alguma, cometer.
retrato mal falado.
*
"Roupagem nova e não se oculta à fala conterrânea dos fabulosos discursos matinais. Sempre foi a mesma coisa até que o eternamente o separe das mesmas gírias famintas. Passa-se fome e se condena nas mesmas feridas que o deram, e por mais o condenam. Flores no jardim e são os abismos que dispersam os bons dos maus. A vida continua, mas o pensamento final é que nos julga.".
*
Ricardo Vitti
Já me perguntaram por que você fala tanto sobre paixão? Simples, pois sou uma completa apaixonada.
Sou apaixonada pelas ondas do mar.
Sou apaixonada pelos seus olhos.
Sou apaixonada pelo céu.
Sou apaixonda pela lua.
E sou apaixonada pela paixão.
Sou feita de sonhos, com uma música que toca aqui dentro da minha mente...que fala de amor, feita de gotas de realidade, de lágrimas que querem sorrir, de desejos de dias melhores...
Sou feita do bem que cura o mal, do amor que perdoa, da fé que salva, do silêncio que explica...
Sou a mão que tenta te levantar, o abraço que acalma.
Quero te dar sono em um momento turbulento e te fazer sorrir mesmos em dias de tempestade.
Te darei a semente... quero vê você colher seus frutos, quero vê vc vencer e principalmente vencer seus medos. Pois por mais alto que estejam os frutos, acredito que você é forte suficiente para alcança-los, lembre-se quanto maior for a distância, mas prazerosa será a chegada.
- Soll Alcantara
O Vazio
Fala pra mim, ó vazio
O que é que tu tens
Que faz de todos bens
Um nada mais que vil
A letra já é numero
O papel já é manchado
E a mancha já escura
Faz do nada algo bordado
Num ombro todo o ouro
No outro a beleza
No meio nenhum louro
Só a nuvem de tristeza
E na longa estrada que desce
Guiado por ti, podre vulto
O ser outrora culto
Fecha os olhos e obedece.
O Anjo Negro
Anjo negro, estrela do crepúsculo
Fala agora onde estás
Tira minha alma desse reduto
Pois somente tu me alegrarás
Estende tua mão agora
Tira de mim esse peso
Não deixa que nasça a aurora
Mata esse medo
Por sobre o chão de pedra negra
Eu logo hei de caminhar
E a luz que passa a fina seda
Com minhas mãos hei de apagar
Me envolve em teu abraço
E me dá com a adaga forte
Faz do meu passo
A casa de tua sorte.
Quando algo te abala
Algo outro quebra tua fala
tranca-te por dentro em particular,
ninguém consegue seu mundo adentrar
Todo dia um poema na janela
Traz o canarinho cantador
Me fala que sonho não tem tamanho
Que o beija flor é tão pequeno
No entanto é grande encantador...
de flor.
...conexão interrompida...
de repente violada,
fragmentada em uma rede fala,
muda sem falar nada cala,
feita uma dama magoada...
E eu, aqui, por um fio de fervor,
por um triz árduo amor,
lá fora um pica-pau insistente
bate na madeira tantas vezes
Será sorte ou fome?
Penso em você
Silábico nome
Poético
Secreto
Homem.
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