Poesia Pobreza
A desonestidade e a soberba não são sintomas da riqueza ou da pobreza. É intrínseco do ser que às praticam, independentemente da classe social na qual o sujeito esteja inserido.
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Condicione a mente a ser feliz na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, no bom ou no mau cassmento, na juventude ou na velhice, no riso ou no pranto.
Seja feliz!
Se conquistar a felicidade da alma, ninguém poderá arrancá-la de você, não importa quão longa seja sua jornada rumo ao infinito e à eternidade.
Certo dia um homem cansado de sofrer e de tanta pobreza e das suas desilusões
Foi até Deus e descarregou suas mágoas e reclamações
Deus olhou para ele e disse
Como pode achar que sou indiferente
E que posso ignorar cada filho meu
Eu conheço a dor de cada um
Conto cada lágrima derramada de seus rostos
Eu vejo seus sofrimentos
Conheço até mesmo aqueles que possui tanto a ponto de ignorar o que não tem nada
Eu também vejo suas maldades
O ódio que só causa dor é sofrimento
Eu finjo ser forte pra não me enfraquecer
Com a covardia dos maus
Eu os vejo se destruírem uns aos outros e preciso me calar
Eu conheço cada ser vivo o grande o pequeno
Cada ser humano que criei
Mas eles não me conhecem
Se conhecessem o meu amor
Eu os curaria
O homem em prantos caiu com seu rosto na terra e pediu perdão
Ao entender que sua dor não era maior do que a dos outros
E quem mais sofria
Era quem mais nós amava
Deus
A dor de Deus
Ahhh
Nordeste
Aqui só tem beleza
E a única pobreza
É a de quem não sabe
Apreciar a nobreza deste lugar
Ahhh
Nordeste
O recanto de quem sabe
O que é esperança
Do chão que sol seca em meio às
Rachaduras
Brota o sorriso no rosto tímido e sincero de um nordestino
Ahhh
Nordeste
Que lindo
Não a palavras pra compor
Senão
Este meu canto por admiração
És uma terra e um povo
Que carrega no peito um coração
Forte confiante na sua cresça
De nunca desistir
e não perde fé
Na vida
Tom: A#7,9
Música Nordeste
Bossa
De Marcio H.melo
Quando, está difícil.
Quando, está complicado.
No momento:
de tristeza;
na pobreza;
na doença;
na fome;
na sede.
Não tem ninguém, para te ajudar.
Não existe pessoa(s), para ajudar.
Mas existe Deus,
Jesus Cristo,
e o Espírito Santo;
para te ajudar.
Ajuda, no que precisa.
Quando precisa.
Você, que é filho de Deus.
Você, que é filha de Deus.
“Não é a bagunça que atrai a pobreza, e sim uma mente desorganizada e fora de equilíbrio. A verdadeira raiz está na saúde mental. A bagunça externa reflete e alimenta o caos interno, gerando ansiedade, falta de foco e sentimentos negativos. Quando a mente está sobrecarregada, tudo ao redor desanda.
E o primeiro passo para começar a restaurar esse equilíbrio, sem pressa, é organizar o ambiente à nossa volta. Colocar ordem nas nossas coisas é como enviar um sinal à mente: ‘Estamos retomando o controle’. Ao ver o espaço limpo e organizado, a tensão diminui, a respiração se acalma e o psicológico começa a se reequilibrar. Organizar fora é, muitas vezes, o primeiro passo para curar por dentro.”
— Bismarck Batista, “O Máquina”
Pergunta: - Tem algo pior que amor
não correspondido?
Resposta: - Sim!
Fome; Pobreza;Miséria;
Orfandade;Abandono;
Doença;Injustiça...!
(Amadurece criatura!!!)
☆Haredita Angel-15.09.2013
(Facebook)
Desejo que este ano de 2021 conduza o nosso mundo
para um destino sem guerras, sem pobreza, sem pandemia,
sem prisões políticas e sem campos de concentração.
Feliz Ano Novo!
Paz e muito amor para todos nós!
A lua hoje madruga,
dou o passeio pela noite.
Descalço pelo passeio da rua:
-Olá boa noite! Não tem nenhum centavo pra matar a minha fome?
Tive pena do coitado até parece ser bom homem.
Meti as mãos no bolso, para ver o que trazia,
mas o forro estava roto e perdi tudo que tinha.
-Desculpe meu senhor, agora não tenho nada. Os centavos que aqui trazia perdi-os nesta calçada.
Mas como sei o que é viver aqui nessa miséria;
Pus-me à procura deles na minha visão periférica.
Ninguém sabe os segredos, que esta rua esconde.
-Mas dê uma vista de olhos pode ser que os encontre!
Pus-me a caminho, a solidão me acompanha,
a noite tem tanta vida que a morte é tamanha.
Vejo a pele castanha, na face, face à pobreza
dos abandonados da calçada. Cantando "A portuguesa".
Seguram na sua mão uma garrafa de vinho,
despejam sangue inocente num copo de vinho tinto.
Encharcados pela mágoa que lhes escorre pelo rosto,
em formato de gota da água, em cada olhar fosco
Ela foi levada num dia sombrio,
com seu rosto magro, abatido,
olhos fechados, pele enrugada,
da vida triste acabaram os castigos
Acabaram tristezas, lágrimas mil,
adeus à pobreza e torturas,
nada deixara para ser chamado de seu
apenas uma bíblia de capa escura
Só conseguia viver em oração,
lendo e meditando chorosa,
levou seu segredo para o caixão
e sobre ele apenas uma rosa
A FOME..
A fome dilacera
Pode ferir e matar!
- A fome estanca
e domina com atrocidade.
Ela atinge a sociedade
que se esquiva da responsabilidade.
- A fome é criada...
Em contraste com a vida.
- A fome pode ser evitada
com causas nobres...
Basta se sensibilizar, se doar...
E com o pouco que se doa
muito pode representar:
- vidas acudidas...
- vidas acolhidas...
- vidas supridas...
- vidas socorridas!
É UM BEM QUE NÃO SE PODE NEGAR...
- E É SÓ DESEJAR E COMEÇAR!
Ai, quem se opusera ao tempo,
se houvesse força bastante
para impedir a desgraça
que aumenta de instante a instante!
E a vida, em severos lances,
empobrece a quem trabalha
e enriquece os arrogantes
Eu insisto em esperar
Mais do que mereço
Mais do que é ofertado
Mais
Frustração
Quando vou reconhecer o meu lugar
Para que não precisem mais apontar
Fiz tudo o que esteve ao meu alcance
Pra mudar
Mas cada um tem aquilo que merece
Afinal, castas existem na Índia
E eu existo no Brasil.
[miséria diz]
Aflora, dignidade,
pois quanta maldade eu vejo aflorar
a noite afora
no frio, no vácuo
morre na ponte
cai do telhado
queimado, sem teto
Aflora, dignidade,
pois toda a miséria é indigna
em casa, a forra
no seco, coberto
digno de gestos
cai da boca migalhas,
todo o pão
Que lado é esse que nunca é falado e vive calado, sem voz e sem vez.
Que pessoas são essas que ficam escondidas e que são iludidas, vivendo de um talvez.
Talvez melhore, talvez eu tenha, talvez eu durma, talvez eu coma, talvez eu ria, ou talvez eu chore, ou talvez piore e talvez eu morra.
Que muro é esse que ninguém enxerga, mas que só segrega quem é tão igual.
Que muro é esse que ninguém reclama e ninguém derruba, pois acha normal.
Que lado é esse que você nasceu e que você cresceu e que aceitou.
Não percebeu tanta diferença, tanta desigualdade e se acomodou.
Que pessoas são essas que ninguém divulga e que o mundo empurra para uma parte esquecida.
Mas por trás do muro existem histórias de derrota e vitória de uma realidade sofrida.
Mas quem sabe um dia, talvez por milagre, o muro desabe e encontremos uma saída.
E todos entendam e tenham a certeza que viver de talvez é uma vida sem vida.
Hoje minha vaca deu leite
Tá sol
É verão
Não tem sombra
Nem capim.
Mas chove,
E, na chuva,
a gente se molha,
mas a gente não bebe água
a gente se afoga.
A água desce morro a baixo
Mas a gente tá abrigado
Opa, caiu um ali
Acho que não tem mais casa
Porque foi levada
Ladeira a baixo.
Com a chuva
Não há mais casa
Talvez haja capim
Mas vamos ter que dividir
E nem vai nascer a jato.
Porque é Verão
Faz Sol
Não tem sombra
E nem trato.
Rico quando é sortudo
Inventa a sorte Chutar
Assim se apega a tudo
Para dos pobres xingar
Mais quando ver que já era
Começam se lamentar
Não sei quem fez a probeza
Pra de muitos se aproveitar
Mais sei que a natureza
Tem muitas lições a dar
Por isso morro pobre
Sem dos outros se gabar
