Poesia Paixão
Poesia é arte, poesia é Cultura, poesia é paixão... Q infelizmente poucos a sabem interpretar e compreender. Poesia é vida, poesia é um sentimento, poesia é um momento, ah cada hora, ah cada minuto, ah cada segundo e milésimo... vivemos ah poesia.
O amor escrito em palavras doces é infantil, em palavras apimentadas é paixão e em palavras salgadas é saudade.
Quando apenas de um lado a paixão bate... Tem jeito não! Em descompasso, na desvantagem o coração apanha! "sirpaultavares"
A doce ilusão da paixão é o mecanismo de defesa a que a mente recorre quando quer fugir da vasta turbulência da realidade.
O verdadeiro amor está no olhar, na simplicidade da paixão não controlada. Amar é sentir a mão gelar, o coração disparar e um imenso desejo de beijar.
Paixão é a capacidade de uma pessoa se desligar de todas as coisas e focar insanamente apenas em uma.
O mais questionável ponto ilusionista de uma paixão é o caminho certo que acabamos criando para cada um de nós. Quando nos apaixonamos por alguém e decepcionamos com o rumo e o retorno que se dá, inconscientemente, ganhamos um caminho para ser seguido e o mesmo muitas vezes se enche de atalhos invisíveis e impossíveis de passar, que partem de nossos incontroláveis pensamentos.
Se existe paixão, existe amor. Se existe amor, existe perdão. Se existe perdão, existem paixão e amor.
"Nunca queira ser o fruto da paixão de alguém que saiba escrever mais de três ou quatro frases de forma ritmada e no estilo erudito! Pois se não será uma forma eterna e que nunca acabará, já que mesmo depois da morte física você continuará tendo seu nome e formas marcadas em versos na parede de um banheiro público ou em um livro com 200 mil exemplares!"
Quando o homem ama verdadeiramente, ele passa a ser o escravo da sua paixão e servo do seu amor. Porque nele está o motivo diário da sua felicidade.
Tio Cloves, estive pensando: a paixão e o amor seriam mesmo divergentes? Ora, pequeno Demetrius, é claro que a resposta para sua questão não será tão simples. A paixão não é de total vilania, uma vez que chacoalha as emoções de uma relação. No entanto, ela, solitária, não subsiste. Vejamos. Podemos dizer que quando se está apaixonado há uma tendência a aprisionar o outro, seja em nossos desejos, em nossos planos prontos e em um imaginário de quem aquela pessoa é ou quem queremos que ela seja. Aprisionamo-la em nossos devaneios, em nós mesmos. Já o amor, o amor guarda em nós, Demetrius, é diferente. Ele guarda com tudo ou apesar de tudo o que a pessoa é. Prevalece o respeito por compreender que o outro não caberá em nosso modelo de como tudo deve ser, em nossa maneira de pensar e agir, e ama mesmo assim. Amar é fazer feliz, não apenas pelo que se entende sobre o que é fazer o outro feliz, mas pelo que sabemos que realmente faz o outro feliz. É satisfazer-se com o que o satisfaz, não porque satisfaz a si, mas porque satisfaz o outro. É reconstruir planos que outrora já foram traçados. Em resumo, meu pequeno Demetrius, posso lhe dizer que amor é o compartilhar leve da vida, e a paixão é o simples desejo de reter o outro para si, por esse motivo a paixão não é suficiente para fazer um enlace a dois perdurar, pois somente o amor é capaz de deixar mais a si para se dispor mais ao outro. A paixão deixa a razão, o amor, não. Eis um possível prefácio do porquê a paixão se diverge do amor.
Filho (a) é o verbo amar, no transcendente no absoluto, é o amor encarnado, é a paixão mais forte, é o puro amor sem limites....
Volátil egéria que habitas paixão e dor, paixão em dor, euforias, desprazeres e o mais puro amor. Dicotomias que só a arte arbitra.
Ser mortal é assim. Só podemos tentar viver a vida com alegria e paixão para que, quando o nosso tempo chegar ao fim, deixemos mais boas recordações que mágoas.
A isenção não é desinteresse, distanciamento frio: é paixão pela verdade desconhecida, é amor à ideia mesma da verdade, sem pressupor qual seja o conteúdo dela em cada caso particular.
