Poesia os Dedos da minha Mao
Deus tem um quarto dentro da minha casa, Ele tem a decoração mais linda que eu já vi. Ele me ensinou a projetar o amor e a construir novos mundos, um mundo melhor. Ele segura na minha mão e não solta nunca. Ainda bem!
No mundo em que vivo existem,anjos e demônios. Os demônios querem minha cabeça,porém os os anjos são poucos mais me consolam porque me amam.
Não chamo de parente aquele que, no coração envenenado pelo ódio, volta-se contra minha mãe, um ser tão doce e genuíno. Pois quem trama contra a bondade não pertence à família, mas ao círculo dos insensatos
Na minha experiência, quando se tem uma relação que tanta gente quer acabar, ela não termina muito bem.
Sinto saudades de quando eu sorria com os olhos,hoje mesmo que minha boca esbanja um sorriso sinto que meus olhos não transmite o mesmo,não sinto a leveza que tinha antes,algo aconteceu no meio do caminho que me endureceu,como voltar a sorrir com os olhos?
Eu conheço um pouco sobre mim, se encontrar algo em minha pessoa que eu mesmo não enxergo, faça o favor de me contar.
Sei que a igreja tem suas tolices, incoerências e irrelevâncias; mas amo minha mãe, a despeito de suas fraquezas e rugas.
Sim. As palavras são o meu principal instrumento de trabalho e a minha maior paixão. Encontrar pessoas que as utilizam como flechas certeiras, apontadas na direção de objetivos claros, me encanta. Aprendo imensamente com quem se entrega a essa busca infinita pela essência de cada palavra – escrita, falada, cantada ou calada. O poder subliminar de cada uma, sua ideologia, sua intenção, me fascina. A palavra mais bela de todas ainda está por ser dita. É por isso que escrevemos tanto, nessa busca frenética pela palavra perfeita – aquela que, em uma única frase, seja capaz de traduzir o silêncio mais profundo da emoção.
Se eu destruísse o mal que existe dentro de você, mesmo que isso condenasse a minha alma, você ainda teria coragem de dizer que me ama? Teria coragem de me abraçar, mesmo com minhas mãos sujas de sangue?
No escuro da madrugada, os monstros dançam ao redor da minha cama, em uma balada de terror constante. O barulho silencioso que fazem é ensurdecedor. Suas músicas favoritas? Meus pecados, meus erros — a mais tocada da madrugada são minhas escolhas erradas.
Estou me sentindo cansada, Jesus, mas é um cansaço que o sono não cura. É um cansaço na alma. Minha alma clama ardentemente pela Tua presença, até que nada mais importe.
Se alguém ouvir falar de Jesus através de mim, ou da minha vida, já me foi dado graça suficiente naquele dia, e então eu dormirei o sono dos justos.
A minha escrita liberta, vejo a amplidão do horizonte passear pelos versos, pelas linhas da vida, às vezes sofridas, às vezes perfeita na simples complexidade de ser.
“Há dias em que as palavras ficam na minha garganta como se eu tivesse lágrimas engasgadas de que eu não conseguia sair e eu? Bem, pereço pouco a pouco, como se fosse insignificante aos olhos. Às vezes, 8 minutos seriam suficientes, mas ninguém tem esses minutos para me ouvir, por isso escrevo como forma de desabafo.”
"Sou a minha melhor amiga e a minha pior inimiga. Eu quero o meu bem, mas acabo me ferrando sempre."
"É verdade que cortei muitas pessoas da minha vida, mas ninguém lhe contou que foram elas mesmas que me entregaram a tesoura."
Nesta noite inquieta, minha mente se movimenta entre pensamentos, por vezes tão incongruentes. É curioso estar aqui no presente e, ao mesmo tempo, reviver o passado, repleto de boas lembranças. As memórias, embora belas, podem se tornar insuportáveis; causam perturbação, um silêncio ensurdecedor, mesmo quando as vozes em meu pensamento parecem gritar como um megafone. Pergunto-me se essa sensação é ansiedade pelo que ainda não vivi ou saudade do que me foi impedido de realizar. Acredito que seja um pouco das duas. Suportar o insuportável; gosto de pensar que, ao mergulhar em mim mesmo, posso compreender o que é eterno.
De tempos em tempos volto pro velho sentimento de não me enxergar como o protagonista da minha própria história.
Sempre tive facilidade em enxergar o melhor nas pessoas e enriquecê-las através da minha perspectiva, mas nunca fui capaz de fazê-lo comigo mesmo...
"Nunca mais irei me censurar para que eu seja aceito em algum grupo, se de fato queres a minha presença, terá que aceitar e respeitar a minha liberdade de pensamento, isso não significa que falarei indiscriminadamente como se não houvesse limites mas que eu tenha o direito de apresentar o outro lado da história para que contraponha o pensamento hegemônico presente aos montes na sociedade contemporânea"
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