Poesia os Dedos da minha Mao
Eu me vejo na minha infância como uma colmeia, aonde varias pessoas simples, insignificantes, vinham, como abelhas, trazer o mel de seu conhecimento e das reflexões sobre a vida, enriquecendo generosamente o meu espírito, cada um como podia. Muitas vezes, acontecia de esse mel ser sujo e amargo, mas todo conhecimento era, mesmo assim, um mel"!
Por ela acreditar em mim eu também passei a acreditar e a partir disso junto a ela minha vida começou a melhorar.
Depois de experiências com minha vida passada, posso dizer com certeza, que ela era perfeita, seu único defeito foi amar demais, onde pecou.
Saudades de quem eu era, saudades da energia que tinha, saudades do tempo em que minha vida era simples, saudades de não ter preocupação nem problemas, vivia em paz na, minha, fazendo o que eu gostava sem encher o saco de ninguém mas infelizmente temos que crescer, deixar certos sonhos, privar de muitas coisas, sinto pena da pessoa que me tornei pois hoje sou tudo que um dia eu disse que não seria, triste, estressado, sem ânimo, auto estima baixa, e vivo simplesmente por viver, simplesmente vou seguindo, sem propósito sem ter um futuro em mente, já estou desgastado o suficiente, já não quero mais continuar, penso toda noite em dar um fim à tudo isso que tem dentro de mim....
Eu me surpreendo todos os dias com o que Deus faz na minha vida... E ainda tem gente que não acredita em milagres!
Nunca vou acreditar na minha primeira impressão, terás que provar ao longo da caminhada que não é apenas um mercador.
Posso tropeça , posso cair posso até me cansar mas minha fé e muito forte e nunca vou deixa de seguir em frente já cheguei onde muitos duvidaram e hoje eu sei que só eu posso dizer que só eu sei o meu limite ....
“A dança é o ato mais lindo e sincero da minha alma, pois o que minha boca não consegue expressar em palavras, meu corpo processa em movimentos”.
Quero trabalhar em uma biblioteca, um dia... Quero passar todos os dias da minha vida adulta rodeada de livros.
Tem dois momentos em minha vida que sempre tento viver: o presente, quando tudo está bem e o futuro, quando o presente está mal.
Nos dias quentes minha alma é fria, nos dias frio meu coração deseja o calor, assim vivo esses dias cinzentos.
Se eu morrer longe da minha família, terá gente muito mais sinceras, mais pouco me importa, não sou mais mais ninguém.
Minha bagagem agora são as dúvidas. A cada livro volto ao ponto de partida e ao coração agitado de todos os primeiros tempos.
São 4 da manhã, que vento gostoso que vem da minha janela, ele passa pela cortina e encontra meu braço e metade do meu rosto, é gelado e refrescante, tem o cheiro da noite, é perfeito.
Sou grato por sentir sentimentos. Fazer com que minha mente abra caminhos que antes não conseguia enxergar. Viver sensações e sentir tudo o que a vida tem a oferecer, mesmo os momentos tristes.
Se eu tomei uma pancada na cabeça e perdi a memória, basta baterem na minha cabeça novamente que a memória volta.
Não posso mais me permitir dor... Meu peito transborda lamentos e minha mente em curto declara sofrimentos, por não ter você aqui nesse momento... Me torturo em procurar erros, falhas e desacertos!
Minha família veio do México. Você veio de mim. É como uma corrente. Como uma árvore. Com as raízes lá, mas crescendo aqui. Nos dois países. Eles se juntam em você.
É tudo sobre a minha mãe. Vocês caçaram a minha mãe, ofenderam sua dignidade em público. Ela passou mal por isso. Pois é...Mas, hoje é dia de perdoar, não é?
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