Poesia os Dedos da minha Mao
Minha Rainha Elizabeth I
Angustiado coração, tantos momentos vivenciados, tantas lágrimas, taaantos sorrisos, taaanta felicidade a minha bela menininha me proporcionou, que nem sei se um dia, serei digna então de a ter merecido durante a minha trajetória de vivência humana.
Eis que, hoje é e parece não só que a minha tristeza vai passar, mas sim que ela vai se enraizar dentro do meu mais profundo eu, e essa dor vai se tornar um dia então uma cicatriz, debaixo de um mar de rios, lagos, mares e oceanos de lágrimas.
Ela não foi só um pet, ela foi o Tudo que eu precisei durante os piores períodos de Turbulência, pelos quais passei, o meu Porto Seguro, quando tudo parecia líquido, ela foi a minha completa solidez.
Capaz de curar toda a negatividade que tentava tomar posse de meu Ser.
Agradeço ao Universo por ter me dado a honra de sua excêntrica e peculiar companhia, Te amei, Te amo e Te amarei para toda a Eternidade, oh Minha Rainha Elizabeth!
Vulgo Lili, Moshanta Mãe!
Por Madam Avizza - as 13:17 - 26 de outubro do ano de 2022 - Santos - SP
Fria Guerra Atemporal ?
Meu coração está se desintegrando,
Minha muralha está desabando,
Minha armadura se oxidando,
Minha mente está em decomposição,
Não serei uma boa companhia,
Estou no Meio de uma Guerra,
Recebendo rajadas de tiros,
Flechadas de todos os lados,
E me sinto cega,
Só tenho a meu favor,
A intuição que me guia,
E os olhos do meu Guia,
Ser atacada quando se está em posição fetal é mesmo muito complicado, Corri para dentro de uma trincheira que avistei, estou em alerta!
Tentando enxergar uma Luz no meio de toda essa Escuridão que se instaurou na minha vida e em Meu coração..
Por Madam Avizza
26/10/2022 - 13:48 - Santos - SP
Quero você na minha vida a cada segundo
Quero estar ao seu lado por toda nossa vida
Que nada que venha consiga mudar isso
Porque eu farei de tudo para te fazer a mulher mais feliz do mundo
Quero poder um dia acordar ao seu lado
E com um simples beijo te dizer o quanto te amo.
o sol é alimento para meu corpo. pois é vitamin que fortalece meu ossos, e alegria da minha alma, quando é tocado em minha pele.
A amo como nunca imaginei.
E a quero como jamais pensei.
Sinto-me em êxtase quando a vejo.
Minhas pernas tremem de tanto desejo.
Abandonei minha missão, sim ,abandonei, mas não desisti fácil
eu lutei por ela ate os últimos momentos de minha pobre vida miserável
mas ela parecia uma corda enrolada ao meu pescoço, e estava me sufocado.
Decidi deixa minha missão, e abandonei.
Qual era minha missão?
Minha missão era a mais difícil de todas, a mais perigosa para um jovem perdido na vida,
qual era a maldita missão que eu abandonei?
A minha Maldita missão era te ama.
a maldita missão.
Eu pensei que conseguiria, mas ela começou a me sufoca... então decidi abandona minha missão.
Me julguem, Me bata, Me cuspa... agora se bote no meu lugar, vocêconseguiria ama uma pessoa que não te ama?
que ver outras pessoas como o amor de sua vida, mas você, ela não ver como amor da sua vida.
Então!
ainda iram me julga por te abandonado minha missão.
Eu não só desisti só de ama-la..se é isso que vocês pensam
Desisti de querer ama
Desisti de querer se a Luz no fim do poço das pessoas
Desisti de querer ajudar, e no fim se o único machucado
Desisti de querer tenta ama alguém, que não me ama
Então logo desistirei de tudo, e irei afunda como um Barco de papel em um oceano pacifico
Não me ajude, eu quero afunda, Eu Estou Afundado!
Destino sem Rumo -
A minha voz ao cantar
traz um lamento desfeito
é como as ondas do mar
que se enrolam no meu peito.
Canto um fado e outro fado
numa saudade sentida
trago o destino marcado
e a minha vida perdida.
Cantar é saber da vida
o que a vida sabe do mar
quando a vida está perdida
outra vida há que esperar.
À deriva p’la cidade,
procurando outro caminho,
não me deixo ter saudade,
quem se vai, segue o destino.
Doce Madrugada -
Numa noite, madrugada,
minha triste solidão
que me vive além do tempo,
numa cama já cansada
de esperar teu coração
enlaçou meu pensamento.
Eu dormi no teu silêncio
e acordei este lamento
minha doce madrugada,
meu amor, triste silêncio
meu amor este tormento
não me deixa ver mais nada.
Tua falta, meu amor,
arrefece a confiança
torna grande o meu cansaço,
ai da vida a minha dor
que me deixa sem esperança
na esperança de um abraço.
A minh’Alma tão cansada
já não pode mais fingir
que não está de si perdida,
adeus, triste madrugada,
vou-me embora, vou partir,
p’ro outro lado da vida.
O que Nunca te Direi -
Minha vida, sete dores,
à deriva pelo peito,
sete esperanças, sete flores,
que lhes tomam o jeito.
Se eu te pudesse contar
o que nunca te direi
tu ficavas a falar
deste amor a que me dei.
A tristeza ao cantar
vem da saudade sentida
nunca quis saber rezar
nesta ângustia desmedida.
E por este sentimento
que me consome no leito
tenho pena e lamento
trago estas dores no peito.
És fomento do meu coração e da minh'alma
Alivias toda minha a dor,
E traz-me a calma,
Tu? És meu amor.
Sem ar me vejo
A vida se vai aos poucos
Meu abandono meu tormento
E minha alma sem sentimento
Por aqui tudo bagunçado
Me sinto sem saída
Minha mente norteada
Pondo um fim em meus dias
Por onde caminho não a mais chão
Não a mais sol
O que me restou foi a escuridão
Minhas forças? Por onde foi
Não sei, só sei que já se fui
E não percebi
Não a mais esperança
Não a mais felicidade
Não a mais vida
A dor vai além da alma
Me arrancaram meu sorriso
Tiraram minha calma
Me deixaram em pedaços
Como de fosse cacos de vidro
Literalmente acabaram comigo
Com a dor eu aprendi o que era o amor
Aprendi que a vida bate mas ensina
E que ser feliz nem todos
Os dia se podia
Que as lágrimas derramadas
Nem sempre eram amargas
Aprendi que idade
Não é maturidade
Amadurecer dói
Assim como um sentimento reconstroi
Estou em uma casa por alguns dias, é hora de ir para casa.
Casa que não fica na minha terra fica em outra terra onde apenas temos casa não terra.
Se escrevo é por sentir a vida pulsando nas linhas do vento, da brisa leve que a minha pele toca.
Se escrevo os dias, ainda que sem rimas, o faço para me libertar de quem um dia fui, e que não mais serei.
Se escrevo é por ser nova, novamente eu.
Nildinha Freitas
Triste Balada -
Ái minha vida perdida
que a vivi n'outra vida
minha dura memória!
Ái meu lamento sentido
meu punhal desabrido
sem tempo nem glória!
Ái minha história doida
meu lastro de ferida
na raiz da memória!
Ái minha vida sem nada
de nada marcada
verdade sem história!
Meu caminho sem estrada
minha triste balada
na dolência da Vida!
Do Nascimento à Vida do Poeta -
Numa tarde quente de Abril
minha mãe levada a parto
sofreu venturas mil
ao parir-me nesse quarto.
Nasci em dia sem razão
dum porquê que me transcende
a Vida comeu-me o coração
como um verso que nos prende.
E assim no quarto escuro
da minha longa podridão
nasci velho prematuro
com mil facas na mão.
E na verdade que perdura
num presente que é ausência
meus olhos de loucura
eram filhos da demência.
E sentia um vazio
que não podia compensar
minha mãe que me traiu
deu-me à vida p'ra penar.
Havia em torno Primavera
mas em mim era Inverno
ter morrido, quem me dera,
estava longe deste Inferno!
E o Pai que nunca tive
foi carrasco do Poeta,
mas quem sofre e sobrevive,
se não morre, recupera ...
A esperança estava a meio
entre os dois que era eu
e a metade de estar cheio
foi a dor que não doeu!
É o amor exactidão
p'ró destino indisponivel
mas quem sabe se a razão
não liberta o impossivel!
E p'ró mistério de chegar
fui matando a paciência,
fui levado a deixar
tão cedo a inocência ...
Fui velho ao nascer
num sangrar até doer,
velho sou e hei-de ser
sempre velho até morrer!
A Culpa do Poeta -
Minha mãe eu sou poeta
num mundo sem sentido
a lágrima d'um Touro, (asceta)
que da manada está perdido ...
Não estou vivo nem estou morto!
Minha mãe que culpa tens?...
Não tens culpa deste aborto!
Diz-me ó morte quando vens!!...
Minha mãe de quem a culpa
se não é minha nem é tua?!
Quem me deu a triste luta
que m'enlouquece pela rua?!
Sou o grito d'um vulcão
que quer a terra prometida,
que mentira d'alcatrão
numa estrada à deriva!
Sou culpa e condenado,
assassino sem ter morto,
sou um preso não julgado
nas cadeias deste corpo.
E que culpa terei eu
de estar vivo num caixão?!
O destino quem mo deu
foi alguém sem coração ...
E que culpa tem a vida
deste gosto amargo e doce
que uma gente desconhecida
ao meu corpo sempre trouxe?!
Vou pegar o meu destino
como um touro em plena Praça!
Mas a Glória do bovino
é ser morto por ter raça!
Fecho os olhos, lembro a vida,
ai esquece-la quem me dera,
minha ânsia consumida
é só culpa do Poeta!
Medo de Amar -
Diz-me porque temes tu amar-me?!
Porque temes ouvir a minha voz?!
Porque temes o meu corpo,
os meus beijos, o meu olhar?!
Diz-me meu amor,
diz-me porque queres ficar só, com o mar!
Porque aceitas o teu medo
e rejeitas meu amor ...
Porque travas este impulso,
porque travas a entrega
que nos leva além da dor?!
Meu ser, vazio de ti,
teu ser, longe de mim ...
Que sentido há no sentido de fugir?!
Obstante solidão que se aninha sem ter jeito,
em nós! Meu peito! Meu peito!
Tão só ... sem ti ... sem ti ...
Senhor gari,
Quando o senhor não vem, parte de minha vida fica exposta na calçada, sabe o Senhor que moramos em um país onde muitas pessoas passam por dificuldades e por isso reviram as bolsas de lixo, não é fácil ver essas pessoas, principalmente pq eu não posso ajudar e também por ver coisas minhas espalhadas na rua.
Tenha mais consciência.
Obrigada
Amo-te!
Não acima de mim
Não acima da minha descendência
No entanto
Amo-te incondicionalmente
Amo-te e fazes morada certa no meu coração
E, se lá morada fazes,
Abrigado bem estás.
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