Poesia os Dedos da minha Mao
Homenagem (2) ao mestre Borrachinha
Na minha memória, trago uma história fácil falar, falo de Borrachinha nego mandingueiro, que a capoeira ensinou jogar.
Oi na Ginga Brasil, começa uma história, que logo em seguida teve que mudar, Guerreiros de Aruanda de seu Borrachinha, nossa academia é no mesmo lugar.
Foi ali que aprendi/ todo fundamento/, aprendi cair, aprendi levantar/ hoje eu levo pra o mundo, com muita alegria, a história de um homem que soube ensinar.
Obrigado meu mestre pela capoeira que tu me ensinou/ sua história eu carrego por toda minha vida, por onde eu for.
Sandro Capoeira
MEU AMIGO JESUS
Insegurança
Foi o que deixou meu coração vazio
E também deixou minha alma abatida
Procurei ajuda e vi que estava só
Mesmo assim não desisti de procurar
Eu andava nos lugares mais bonitos
Precisava preencher essa vazio
Mais então eu vi que não estava lá
Eu queria encontrar o meu caminho
E pra isso tinha que buscar mais fé
A segurança que também tinha perdido
Eu tentava de todas as formas encontrar
E uma luz iluminou iluminou o caminho
Hoje posso dizer
Que não estou mais sozinho
Ao mesmo tempo invadiu me ser
Preencheu todo vazio
Eu agradeço de coração ao meu amigo
Jesus
Cuidar da minha vida
As pessoas não podiam me ver
bebendo.
Era como se não tivessem vida
e precisassem cuidar da minha.
Os tempos modernos
proibiam tristezas,
sentimentos, corações partidos,
defendiam depressões e ansiedade.
Pro meu azar, só bebia
as vezes por gostar,
as vezes pra cicatrizar.
Por favor, deixem-me,
ainda não é pecado
um poeta
sofrer por amor,
eu bebia grandes doses
porque a dor que sentia
era muito forte.
Pai, perdoa_lhes
Pai, minha consciência
Perdoa_lhes
Pois não sabem o que fazem
O que falam
O que pensam
O que imaginam
Sonham
E muitas vezes
Se perdem em ilusões
Fantasias
Acreditando
Que muitas delas
São verdades
São espelhos quebrados
Que não os deixam distinguir
O que realmente é real
Por isso
Nem sabem quem são...
Eu os perdoo
Porque sei
Compreendo
Que estão engatinhando
Aprendendo a andar
Adquirindo valores
Ética e moral
Para mais a frente
Sentirem
Terem a própria libertação Evolução
Em nome do meu Pai
Da minha consciência
Que está se libertando
Todos os dias
Dessas prisões da vida
Da lida
E que percebe
A matrix do mundo
Gratidão
Amém
Paz❤️🇧🇷🇵🇹
Eu não te amo com o meu coração e muito menos com a minha mente.
Amo-te com a minha alma, com toda a minha essência,
para o caso de um dia a minha mente falhar ou que o meu coração pare,
O meu amor por ti sobreviverá à minha existência.
"Preta"
"A minha alma fez amor com a tua muito antes de os nossos corpos se conhecerem.
Agora só queria congelar o tempo,
de cada vez que os nossos olhos se cruzam, os lábios se tocam e as mãos se entrelaçam, no que depois de tantas vidas passadas, finalmente,
passou a ser o nosso momento.
Por quanto tempo?
Por tanto tempo que durar o tempo ."
"Preta"
Enches-me de paz, quebras o ruido à minha volta, fazes-me flutuar numa imensidão morna de luz suave, brisa quente que acaricia o meu rosto e aquece a minha pele. Tudo fica quieto, tranquilo como se tudo estivesse certo e o meu coração adormece no mais profundo e doce sentimento como que embalado na melodia do vento.
"Preta "
Vida Minha
Minha vida, selada à tua,
Teu riso, meu destino, tua alma, a minha rua.
Minha história se perde, se encontra em você,
Sem teu agora, não há depois pra viver.
Vida minha, melodia do meu ser,
Tua luz é farol, meu eterno amanhecer.
Brilhas forte na estação do meu coração,
Com você, tudo é festa, tudo é canção.
Teu amor, minha morada, meu lar,
É contigo que eu sempre quero estar.
Do nascer do sol ao cair da lua,
Minha vida, minha alma... sempre tua.
"Se eu pudesse dizer o que sinto sem corromper a minha alma.
Talvez você ao longe sentisse a tristeza em meu ser por não me atrever a ser feliz.
Os loucos são felizes, não precisam dizem o porquê, apenas são felizes."
DESPEDIDA PARA MINHA MÃE.
A gente já nasce sabendo que caminhará
em direção ao fim,
mas nunca estamos preparados
às vezes, o fim chega rápido demais,
não chegamos a tempo de dizer adeus, de abraçar,
pois nem todos tem o privilégio de estar sempre perto de quem ama.
Cada um com seu motivo particular.
E então o fim chega, o chão some sob os pés,
o mundo desaba sobre nós.
Abraços sem retornos, apertos em mãos que não apertam de volta
é tudo o que resta, pois a vida foi rápida em ir embora.
Viemos a este mundo com uma missão e a senhora compriu a sua com muita excelência.
Lutou e venceu todas as batalhas, pq é a assim:
quando o soldado vence a guerra, ele se retira com todas as honras merecidas.
Descanse em paz, mãe.
Nós, Seus filhos,
nunca nos esqueceremos da senhora.
Saudades eternas.
*EU SER TODOS DE COR*
Na cor de minha pele
vive o DNA de Deus.
Se tiveres que dizer qualquer coisa...
Ser negra(o), é ser amor de um criador de continuidade e não de referência.
Não somos escravos de brancos...
Nunca seremos escravos de ninguém!
Fomos descartados pela cor sim, e ainda somos hoje, motivos de república.
Por essas travas afogadas de murmúrios eloquentes patronais, somos lutas!
Um ser humano ainda que não acreditem neles!
Vida, amor, fé e resistência!
A última lágrima de uma nação!
Eu sou nagô.
Eu sou mais do que a cor da minha pele.
Eu sou negro, eu sou multicor.
Eu sou a voz da resistência, desde os porões dos navios negreiros.
Eu sou clamor.
Eu sou a força rompendo as algemas do teu preconceito.
Eu sou o canto ensurdecedor.
Eu sou gente da gente, um só povo.
Eu sou Brasil, com muito amor.
Toque me
Toque minha alma sem me tocar,
num sopro suave de brisa a passar.
Entre versos sussurrados no ar,
onde o silêncio sabe me abraçar.
Com teu olhar que fala em segredo,
rompe a distância, dissolve o medo.
És presença que não vejo, mas sinto,
no eco sutil de um afeto distinto.
Toque-me assim, com a leveza do céu,
sem toque de pele, mas toque fiel.
SimoneCruvinel
Assim não se acaba.
Minha boca rejeita o amargo
Desde que provei do seu doce olhar
Minha boca rejeita o amargo
Do inesperavel ele surge novamente
Mas a minha boca rejeita o amargo
De pouco a pouco o meu amargo rejeita a minha boca
De choro em choro o meu rejeito amarga a minha boca
A minha mente está me matando, às vezes parece mais fácil me entregar, deixar que me leve... Jeová cuida do meu coração e não deixa que minha mente me mate.
Provérbios 14:10
Por que a vida é tão chata e triste?
Ah, se não fosse a Internet, como
Eu poderia expressar minha gratidão
Por essa vida sem graça?
Mentalmente,
atuando comumente com o coração, pois, atualmente,
tanto minha mente quanto meu coração indigente,
me pregam peças e me mentem,
o meu problema, continua sendo a gente,
uma amizade que sinceramente,
pode ser complacente, mas, nunca indiferente,
agimos sempre sinceramente,
e positivamente,
e que dure;
eternamente.
para Beth Borboleta
Quando a Cola Se Vai
(Dedico à minha mãe, dona Jucelia Fogaça Garcia/in memorian)
Perder a mãe é viver em pedaços. É como se alguém arrancasse o centro de um quebra-cabeça e deixasse você segurando peças que já não sabem onde se encaixar. A mãe é a cola, o ponto de gravidade que mantinha tudo no lugar, mesmo quando parecia que o mundo estava desabando. Sem ela, sobra um vazio que nenhum remendo consegue preencher.
Ela era a referência. A pessoa que sabia onde estavam os segredos e os atalhos da família. Aquela que juntava as gerações, fazia a ponte entre o passado e o presente, entre a tradição e a novidade. Era a dona das histórias que começavam com “Lembra daquele Natal?” e terminavam com risos que aqueciam qualquer mágoa.
Sem ela, os domingos parecem desajustados. A mesa, mesmo cheia, soa vazia. Não tem mais aquela voz para organizar as discórdias, aquele olhar que dizia: “Vai ficar tudo bem”. Ela era o centro, o encaixe perfeito entre irmãos que agora se olham sem saber direito como continuar.
E a casa dela… Ah, a casa dela. Não era só um lugar, era uma bússola. Um norte que dizia para onde correr quando o mundo lá fora era frio demais. Depois que ela se vai, até os cômodos parecem perdidos. O cheiro dela some, o eco da risada também. Você visita o espaço, mas não encontra o abrigo.
Perder a mãe é aprender a andar sem guia. É viver no improviso, tentando ser forte, mas sempre sentindo a falta daquele abraço que colava tudo de volta no lugar. Aquele amor incondicional, que não pedia nada em troca, só existia para curar, para unir, para amar.
Agora, a cola está dentro de você. É sua vez de tentar juntar os pedaços, mesmo com as mãos trêmulas. Porque, no fundo, ela nunca foi embora completamente. Está em cada história que você lembra, em cada gesto que repete sem perceber, em cada pedaço que tenta, aos poucos, refazer o todo.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
- Relacionados
- Poesia de amigas para sempre
- Poesia Felicidade de Fernando Pessoa
- Poemas de amizade verdadeira que falam dessa união de almas
- Frases de Raul Seixas para quem ama rock e poesia
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
- Poesias para o Dia dos Pais repletas de amor e carinho
- Poesia de Namorados Apaixonados
