Poesia nome da Gente
Quando a mudança é uma incógnita, a gente sabe que a chance de ir parar em lugar melhor do que o que a gente está é a mesma de ir parar em um lugar pior e é isso que nos deixa inquietos e temerosos, por isso, preferimos recuar procrastinar. No fundo a gente sabe que não é a mudança que nos assusta, é o desconhecido.
Resolver problemas é coisa de gente corajosa, o covarde não resolve problemas, se vitimiza e joga a culpa em cima dos outros.
Com o tempo a gente para de procurar a felicidade, não porque desistiu dela, mas porque passa a entender que a real felicidade é ter paz. E quando a gente entende isso, é a paz que a gente começa a buscar.
Existe gente que vive sentindo raiva, mas esta raiva não está ligada a intriga com outra pessoa, esta raiva é consigo mesmo por não ter o atributo ou recurso que queria ter e é encontrado nos outros.
Às vezes, é necessário que a vida nos vire do avesso, para que a gente enxergue que a felicidade está dentro de nós e não fora.
Engraçado como a gente demora pra perceber que os milagres estão por todo parte e que ter um dia novinho a cada novo amanhecer é o maior de todos eles.
Somente com o tempo a gente descobre que a luz no fim do túnel está em nós mesmo, está no lume que trazemos nos olhos e como dois faróis benditos nos iluminam na escuridão.
Às vezes, a gente enxerga tanta coisa bonita na pessoa e não se dá conta de que toda essa beleza está na lente do nosso olhar e não no outro.
Afinidade é quando a gente não precisa pedir o wi-fi da alma da pessoa, é quando ambas vibram na mesma frequência e de forma tão harmônica que conseguem conectar-se de forma direta e sem precisar de senha.
Só existe Fake News porque existe gente cuja a essência, cientificamente identificada como humana, também é Fake.
Aceite que nem tudo é do jeito que a gente almeja e entenda que torturar seu coração com algo que não depende só de sua vontade é tolice
Como a gente gosta de morar em um abraço... é tipo trem que para eM uma estação..com passagem só de ida...
No cardápio da vida só existem dois tipos de pessoas: as que a gente saboreia devagarinho como um vinho caro e as que a gente tem que engolir como pinga barata.
Tenha sempre sementes de flor no bolso para plantá-las ao longo do caminho, já tem gente demais semeando espinhos e espalhando dor por onde passa.
Correndo ou não a gente sempre chega aonde tem que chegar, então respira fundo, desacelera, acalma o coração e a alma, olhe ao seu redor contemple a paisagem, tem muita coisa bonita para ser apreciada ao longo do percurso.
É tanta gente que achamos que faz parte da nossa vida, mas no fim descobrimos que são só figurantes mesmo. Mas está tudo bem por isso, afinal a vida não nos dá um roteiro e nem um script pronto. O importante é que saibamos que o protagonista somos nós.
Às vezes a gente acha que o outro é muito diferente de nós, mas não é bem assim. Até nas diferenças nós podemos encontrar semelhanças. O que pode separar é apenas em qual extremidade cada um se encontra. No centro, na neutralidade, no todo, todos nós nos encontramos.
