Poesia Morena Flor de Morais

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⁠A flor da vida!

Entre flores e espinho assim vivo,
Não importo com o que e composto meu corpo,
Trago galhos as vezes me balanço ao vento,
Mas a chuva me faz bem ....
Tenho vestimentas brancas ,
Rosa, vermelho ,amarelo...
Várias cores sou linda e perfumada.
Sou alegria e tristeza,
Sou comemoração ou luto,
mais existo!
Para isso preciso de cuidados,
As podas para continuar crescer,
Acredite mesmo como sou.
Trago benefícios aos homens.....
Trago beleza aos campos .....
Enfeite sou de muitas casas,
Simples e de luxo,
Não importa!
Onde estou me destaco,
Mesmo com espinhos , sou considerada a mais bela do jardim .
Sou simplesmente uma rosa,
Plantada onde for mereço todo cuidado,
Mereço todo amor!
....e assim a vida ,a lida como você enxerga,
E, o seu valor!

Inserida por SoniaKalladoItuSP

⁠ Mas quando os dias não caem em minhas mãos, te vejo como um botão metafísico em flor;
fazendo sombra de um pássaro em meu quintal desproporcional.

Na qualitativa desesperada de cantar algo que possa lhe servir de algo.
Sou retroativo quando me falam de você.

[Estou esperançoso sobre nós dois.]

Inserida por HudsonHenrique

⁠Jovem, como uma flor,
ela disse palavras lindas,
fez coisas maravilhosas,
escolheu coisas erradas,
imperfeitamente perfeita,
ela queria chorar,
ela queria amar,
e com as lágrimas que lhe caiam dos olhos,
ela era linda,
poeticamente linda,
brilhante e misteriosa como as noites,
era a velocidade do meu coração
na presença dela,
como podia amar algo tão selvagem e delicado
com as minhas mãos e coração no fogo por ela,
congelei numa destas noites,
sem o calor desta peculiar flor.

Inserida por BeatriceCampbell

⁠O poeta e o amor

O poeta quando ama
Faz versos em árvores
faz versos-pétalas
Faz versos-flor
Poemas frágeis

O poeta quando ama
Faz versos com asas
Faz versos-pássaros
Faz versos-nuvens
Poemas leves

O poeta quando ama
Faz versos improváveis
Faz versos-noites
Faz versos-dias
Poemas suaves

O poeta quando ama
É todo ele desamparo
Faz amor com versos
Faz amor com frases
Poemas raros

PAT ANDRADE

Inserida por PatAndrade

⁠´´Uma flor me disse um dia
Que qualquer coisa pode florescer
Se for regada com carinho,
Se for dado vinho
Ela sangraria pela terra da qual veio
E se iria sem mais nem menos.
Percebi que você prefere me dar vinho
Do que carinho.``

Inserida por mochair3

⁠A flor miúda de cor amarelo mostarda com pequenas seis pétalas sobre minhas mãos gira enquanto meus dedos se movimentam. No chão, sobre a grama alta abandonada, pétalas esvoaçam despedaçadas com sinais próprios de que alguém talvez descuidado já passara por ali. Observo em silêncio seus pedaços. E na tentativa infundada, tento encontrar alguma ainda inteira, que nem a que estava sobre minhas mãos que também não estava mais. Em pedaços como ontem eu estava.
É injusto, mas sei que mesmo nesse terreno abandonado elas voltarão a florescer, de novo e de novo. Não importa quantos passem por ela e as despedacem. Quando as olho, me lembro de mim. Quando as olho relembro de cada passagem e de cada momento que precisei me despedaçar para manter quem passava completo. E quanto mais você deixa levar pedaços de você mais incompleta e insatisfeita fica. E é por isso que hoje não arranco mais pedaços de mim para manter o outro inteiro. Não me rasgo para cobrir as feridas à mostra de quem não busca curá-las. Nessa vida, de um jeito ou de outro, só tenho como me responsabilizar por mim. Porque no fim, de um jeito ou de outro somos tudo que temos. E quanto mais você se dá onde não se é recíproco mas despedaçada fica. Mais sozinha caminha.

Inserida por agathaoliveir

⁠⁠Diga a uma flor uma e quinhentas vezes
Quão linda ela é, porém,
Até que essa flor se veja como tal,
Sua beleza permanecerá adormecida,
Intrínseca mas não admirada por aquela a quem pertence.

— Esse poema não é sobre uma flor.

Inserida por alicesantosEscritora

⁠Vejo Uma linda flor, no meio do jardim, expandindo sua beleza natural, o seu perfume é como um bom ar.
Que se espalha no Jardim do Amor,
E seu sorriso brilhante como o Sol, Seus olhos são como estrelas iluminando o céu, e à noite eu fico olhando, e te admirando, Pois você tem um brilho único.

Inserida por aldino_marques_1

⁠Pressa
Flor em jarro, edredom e fé
Música em carro, som que faz maré
Cor da lua, teto que faz pensar
Tudo quando diz que estás por "perder tempo". Será?
Esperas elevador, bates pés em chão
Esses dois minutos poderiam ser até a decisão De um olhar que está ao lado, esperando ou a calar
Um futuro que tu, não estando, acabas de desperdiçar
Ganhaste uma carta, não mais a leste
Tocaste em rosa, nem sentes aroma
Só sentes espinhos, porque são desses
O presente que vislumbra o coma
Sem nada para fazer, foi o homem redigir
E descobriu mais um dom, que a pressa veio a retrair
E aquele a reclamar das horas que ainda faltariam
Perdeu a chance de cantar e descobrir que aplaudiriam
Ó, pois! Foi em um desses tempos sem tempo
Que me peguei decalcando tua mão
Sentindo teu cheiro destempo
Vendo teu olhar em adjeção
Quando reparar a importância deste momento
Ou apenas, e até, a leveza do que pressuposto estava
Este, será então arquivo: Vento
Que passa, e apenas quando cessa mostra o que arrastava
Quando reconhecer o que quis dizer-me
Tu já terás ido
E só entenderei em uma destas perdas de tempo
O que terá partido
Pois colocar-me-ei a relembrar
Já que estarei ignorando horas ao recostar
A cabeça na cama, até ver que a luz queimou E aprenderei a religar isto e aquilo que intimou
Só compreenderei disto, a intensidade
Quando estiver por esperar o elevador
E olhar ansiosa para o lado, e em verdade
Não enxergar a parede, e sim, o amor
E em uma manhã engarrafada
Tu lerás a carta esquecida
E perceberás que esta jornada
É das horas exprimidas
Então, não anseies no sinal vermelho
Que até que verde fique, tudo pode acontecer Não fiques sentindo as dores de um joelho Que nem ralou, e pode inda fortalecer
(Vanessa Brunt)

Inserida por poeticos

⁠Se meu sorriso aparece
quando a flor é posta
inda assim padece
pelos sem resposta.
Se vibro intensa pela
pequena possibilidade
inda assim, internamente,
me dói a
incapacidade.
Se vivo em confetes
pelo triz atingido
inda assim, me acomete
todo vivo matado
e morrido.
Se meu sangue chora
e, por vezes, sara
inda é cor de guerra,
inda me pinta a cara.
Se minha manga
fica presa na maçaneta
inda tenho pitangas
para os sem camiseta.
Se não encerro a festa,
se não paro a dança,
inda leio
floresta,
inda me mata o que lhes cansa.
Se a cor é bela
e a vida é forte,
inda vejo nela
a falta de suporte.
Se acordo querendo
dar tudo de mim pelo pingo
inda entendo a giganteza
de quem trabalha outro domingo.
Se agora preciso de um colo
ou outro sim,
não desconheço o subsolo
de quem nem sabe de onde eu vim.
Se preciso de uma pincelada
da sua empatia
nada me impede, ralada,
de ser também sua pia.
Se tudo o que peço
é um quase de paz
em meio ao meu mínimo turbilhão,
inda entendo cada jaz
e não comparo seu sermão.
Se deito com rosto molhado
e abro o sol com dente aberto,
ó, eu lembro do seu lado,
e meu sonhar segue desperto.
Se comemoro o vento da greta,
a montanha suada
e a facilidade;
inda lembro da sua marreta.
Sua alegria é lembrada
da minha dignidade?
Porque, ah, se tiro a meia
e sinto o mesmo alívio que seus pés
após tanta maratona…
não diminuo sua areia,
mas esquece, atés,
que chegaríamos mais rápido
seguindo a mesma fé cafona.
@vanessabrunt

Inserida por poeticos

⁠⁠"Flor de Maracujá"

⁠Em um jardim de segredos, uma paixão floresce,
Por uma flor delicada, que o coração aquece.
Uma paixão inebriante, um amor secreto,
Como o perfume de uma flor, doce e discreto.

A flor, com suas pétalas de veludo,
Guarda um amor profundo, mudo.
Um amor que, como o orvalho da manhã,
Brilha silenciosamente, em uma canção profana.

A paixão é como a abelha, que busca o néctar,
Na flor, encontra o amor, seu elixir eterno.
Um amor secreto, um sentimento interno,
Como a semente que sonha em ser um cedro.

Inebriante paixão, como o vinho da primavera,
Embriaga a alma, faz o coração acelerar.
Por uma flor, uma paixão secreta,
Um amor que, como a flor de maracujá, espera.

Inserida por LucianoBentoPoesia

⁠" DELÍRIO "

Tomei a flor do amor entre meus dedos
e lhe senti o perfume me doado!
Rendido, o coração me foi tomado
seguindo, da paixão, vozes e enredos!...

Que faz, um pobre ser, se apaixonado?
Se perde pela noite em seus segredos
e assim fui eu, por entre o val dos medos,
depois do amor, enfim, me ter tocado.

Bailei com as estrelas e o luar
sentindo todo o corpo flutuar
qual se não mais houvesse a gravidade…

Cheirei a flor do amor, pra meu delírio,
e a cruz tomei por sina e por martírio
sem mais pureza casta e ingenuidade!

⁠Minha Bela és tú, flor que desabrocha com Doçura.
No jardim da vida, és minha fonte de paz, minha fonte de Ternura.
Entre risos e sonhos, nossas vidas uma eterna Aventura.
Pois contigo a felicidade é mais intensa e a alegria é mais Pura.

- Trecho de "⁠És Tú, sempre serás Tú".

Inserida por edeluccas

⁠Manhã do Menestrel

No bairro onde a luz se derrama,
Fonte Grande desperta em flor,
O domingo acende a chama
Do silêncio vestido de amor.

Pelos muros, a brisa passeia,
Beija as folhas com doce fervor,
O menino do Mucuri anseia
Por versos que nascem da cor.

Os sinos do tempo repousam
Nos telhados dourados de paz,
E as aves nos céus entoam
Sonhos que o sol desfaz.

Oh manhã de candura infinita,
Teu perfume de vida seduz,
Tua alma tão pura palpita
Na rima sagrada da luz.

É o menestrel que contempla,
Com olhar que resgata o azul,
A manhã que em si já exempla
A poesia do céu sobre o sul.

Inserida por JBP2023

"⁠Flor"

A bela flor
Ela é regada, ela é linda
Ela é cheia de amor
Mas é incompreendida
A bela flor
Ela é forte, tem espinhos
Ela até sente o calor
Mas queria os motivos
A bela flor
Ela é cheirosa, é exuberante
Ela esbanja seu rubor
Mas cai por um instante
A bela flor
Ela se abre, ela é intensa
Ela dissipa o seu olor
Mas ninguém sabe o que ela pensa
A bela flor
Ela se entristece, ela vai murchar
Ela perdeu o seu fulgor
Mas agora sim irão notar
A bela flor
Ela morreu, deixou um vazio
Ela cumpriu sem sentir dor
Mas agora o que resta é só o frio

Inserida por GPeooertgae

Vejo o céu bem carregado,
e a flor observa também ,
uma chuvinha seria um agrado,
mas será que ela vem ?

Tarde quente, primaveril,
no vale o vento assobia
um melancólico assobio
de um vento que até arrepia

Lembro passagem do tempo
de uma gostosa e feliz meninice,
onde brigava com esse vento
que pelo campo fazia traquinices

Apesar da briga, éramos amigos,
onde eu ia, ele logo ia também,
uivando e às vezes mais comedido,
não fazia nenhum mal a ninguém

Era um vento que sabia cantar
as composições de seu Criador
e comigo chegou a melodiar
as canções que eu fazia ao amor

Inserida por neusamarilda

⁠Mais um dia nasceu!
pensamentos voam pela janela
essa casa me conhece,
a flor da terra é respiração
.
Aqui é longe
mas tal real
toda forma de vida
aqui, são agradecidas
.
Em ritmo ordenado,
o sol faz-nos, um convite:
desperta! desperta!
vamos caminhar...

O Viajante iluminado, in hóspede da casa do lago.

Inserida por AllamTorvic

A flor, a estrela e a lua

Eu sou um homem de muitas histórias
Você é a musa que me inspira
Você é a fonte que me dá memórias
Você é a arte que me admira

Mas eu sei que você não é só minha
Você é a flor que todos querem colher
Você é a estrela que todos seguem
Você é a lua que todos veem

Eu sou um homem de muitas saudades
Você é a razão do meu viver
Você é a dor que me dá vontades
Você é o amor que me faz sofrer

Inserida por usually

⁠Eu sorri para o amanhã
Ao ver que a dor trouxe mais amor.
Da terra seca brotou flor
Para embelezar o novo dia.

Inserida por marceloreis2

⁠Vídeo-mente

Hoje um beija-flor no meu jardim...
Há poucos centímetros me olhava enquanto suas asas batiam num transe absurdo da minha mente. Tudo parou. Foi uma conversa de alma, uma síncope, e então, voou à me olhar da alta árvore, aproveitei e recobrei o fôlego, e mais uma vez, presenteou-me suas cores, voo e brilho. Depois, uma borboleta pousou na folha da amoreira e me deixou capturar em câmera lenta sua beleza.. sem timidez nenhuma... Os presentes da vida.
- Rahssi

Inserida por Rahssi