Poesia Livro

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O prazer de ler.


A Alegria de abrir um livro e viajar por suas páginas.
Tentar desvendar os mistérios que se escondem em suas capas.
Segurar a expectativa de conhecer suas histórias.


Para cada livro lido
um novo universo descobrido.
Para cada página avançada
novas possibilidades a serem exploradas.
Para cada personagem conhecido
Um novo amor a ser percebido.


Sentimentos que apenas quem ama ler vai entender.
Sofrimentos compartilhados alegrias multiplicadas
Que apenas no ponto final de um livro são explicadas.

A rua ensina cedo, sem livro e sem lição,
que o destino de muitos já vem na contramão.
Sonhar parece erro, viver vira missão,
num jogo desigual que já começa sem opção.
Helaine machado

"Amo-te devagar.
Mas quero-te depressa"




Obedes Lobadias, no livro "Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos".

"Uma alma eleva a outra."




Obedes Lobadias, no livro Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos."

Hoje, permita que a sua alma respire o que há de melhor. Leia um bom livro, converse com pessoas que inspiram, pense com esperança e siga em frente com confiança. Escolha ser feliz.
Lourenco@Cris

Um livro não é escrito com palavras soltas, mas com palavras que, organizadas em capítulos, constroem uma história. Assim também é a vida: tecida em ciclos, cada um com seu tempo, seus desafios e seus aprendizados.


Em cada novo capítulo, somos convidados à autoria da própria existência: escolher, decidir, mudar a direção, recomeçar e ressignificar a caminhada. Toda história que vale a pena ser vivida exige fé para seguir, ousadia para transformar e amor para dar sentido pleno a cada nova página escrita.

Você não pode mudar o mundo, mas um livro pode mudar você!
Um livro pode te fazer viajar sem que você sequer saia do sofá.
Um livro te apresenta cultura, comida, pessoas, histórias...
O mundo te apresenta um livro e um livro te apresenta o mundo!


#EuAmoLivros⁠

Quinta-feira,27/08/2026


​Vinte e sete de agosto marcado,
No livro do meu coração,
Nasceu a minha filhinha Ísis,
Trazendo amor e emoção.
​Bênção divina enviada,
Pra vida toda iluminar,
A joia mais rara da casa,
Que eu sempre vou proteger
e amar!

A gente acorda e não encontra aquele livro, esqueceu. Esse grande desafio e o maior obstáculo da vida, acontece dentro de nós mesmos. A nossa dúvida , nosso esquecimento, nosso próprio everest, ...Que exagero!
Que nosso dia seja tão lindo quanto o sorriso de vocês e nos ofereça tanta felicidade quanto amizades. Que D'us continue guiando todos os passos e iluminando cada vez mais os pensamentos.
Assim acaba a dúvida da Vida,
Vida de Solteiro...

CAPÍTULO OITO – DEDICATÓRIA FINAL

Este livro é dedicado a todos que caminham com o coração inquieto, mas seguem firmes como quem atravessa a noite sabendo que o amanhecer sempre chega.
É dedicado aos irmãos de alma que viajaram comigo entre sombras e clarões, que bateram as próprias dores como quem bate um tambor em ritmo de guerra, e que descobriram, comigo, que a amizade verdadeira não se mede por sangue, mas por presença e lealdade diante do caos.

É dedicado aos que compartilham o brilho do rock, essa chama indomável que nos uniu — uns com guitarras, outros com lápis, outros com histórias de estrada, outros com sorrisos raros que não se compram.
A vocês, que resistiram à inveja, ao cansaço, à distância, aos julgamentos e às tempestades mentais que às vezes rasgam a alma… este livro carrega um pouco do que aprendemos juntos: que ninguém solta a mão de quem sangra e luta do nosso lado.

Mas esta dedicatória não é só nossa.
Ela é também para você, leitor ou leitora, que entrou neste labirinto de capítulos e encontrou aqui algo seu — uma dor escondida, uma memória amarrada, uma esperança adormecida, ou apenas a sensação estranha de que estas páginas foram escritas com um pedaço da sua própria vida.

Se em algum verso, alguma imagem, algum pensamento você sentiu que era visto, compreendido, ou abraçado… então este livro já cumpriu seu destino.

Seguimos, todos nós — amigos, irmãos, leitores, e os que ainda virão — como uma pequena constelação de almas resistentes, carregando o que o rock ensinou:
que o mundo pode até tentar nos calar, mas nunca vai apagar o som que fazemos juntos.


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Cada Olhar


Cada olhar é um livro aberto,
um segredo guardado, um caminho incerto.
É ponte invisível, recado no ar,
que fala sem voz, só sabe quem sabe escutar. Há olhares que queimam, faísca de fogo, outros acalmam, repouso, um afago no logo. Uns atravessam como flecha certeira, outros são brisa que dança à beira.
O olhar que desvia carrega mistério,
talvez seja medo, talvez seja sério.
E aquele que insiste, sem nunca fugir,
fala mais do que bocas ousam admitir.

Minha caixa torácica é um livro aberto,
capítulos de suspiros, capítulos de gritos silenciosos,
que ninguém lê completamente,
mas que diz tudo,
cada vez que eu respiro,
cada batida do coração
é uma frase que escapa,
uma verdade que insiste em se mostrar,
mesmo quando eu tento calá-la.

Agro é tóxico <> Globo é lixo.
Agri é cultura <> Livro é informação!
Por mais cultura e informação e menos lixo tóxico!

⁠No livro da minha história,quero aprender com os erros.
Vencer os conflitos mais íntimos, eternizando o que brotou:amor e alegria.
Afastar do peito as trevas das queixas e lamúrias, do rancor e da mágoa, da falta de esperança que acinzentam o brilho da alma.
Que nos momentos mais difíceis, onde muitas vezes damos espaço para revolta na metade do percurso, saibamos compreender as lições transmitidas nas circunstâncias da vida, para a nossa própria evolução.
Vencer é superar!

Abrir um livro é viajar na imaginação.
Este ato tão importante para a mente humana
quanto a criatividade .
Que é a capacidade que o indivíduo
utiliza_se para criar imagens,
idealizar ideias
e formar
novos conceitos .

Queria ter a vida de um livro, ser lido, amado, compreendido, ser beleza e mensagem, viver, sem ser só de passagem.
Queria ser poema todos os dias, não apenas escrito, mas vivido.

Abra um livro, segure-o com delicadeza e com semblante atento.
Assim, pensarão que você está evoluindo e não apenas evitando conversas que cansam.

Se você fosse um livro, eu te leria
Se você fosse música, eu cantava
Se fosse poesia, eu recitava
E se fosse bebida, eu beberia

Se fosse um erro, eu errava
Mas, se fosse um acerto, eu acertava
Se tivesse à venda, eu comprava
Se tivesse perdido, eu te achava

Você traz movimento pro meu tédio
E teus olhos pra mim são um remédio
Pra minha dor que me curam todo dia

Você é como um gole da bebida
Que a gente rejeita toda vida
Porque só uma dose já vicia

Você entra nesse mundo sem manual impresso na mão, mas logo descobre que existe um livro que atravessou milênios tentando cumprir exatamente esse papel. A Bíblia não se apresenta como um guia simples, direto, técnico. Ela se apresenta como um enigma vivo. Um texto que respira conforme quem o lê. Um espelho que nunca reflete duas consciências da mesma forma. E talvez esse seja o ponto que você evita encarar com profundidade. A Bíblia não foi feita para ser decorada, foi feita para ser atravessada. E atravessar algo é sempre diferente de possuir.


Você pode ler os mesmos trechos dezenas de vezes. Pode sublinhar, anotar, marcar páginas. Ainda assim, nunca será a mesma leitura. Porque quem muda não é o texto. É você. O que se transforma é o ponto de consciência que você ocupa no instante da leitura. E isso revela algo desconfortável para quem busca controle absoluto. Não existe interpretação final. Não existe leitura definitiva. Existe encontro. E todo encontro depende de quem chega.

A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.


Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.


E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.