Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu sabia que errar era humano
Eu só não sabia que merecia uma segunda chance, mesmo tendo a chance de novamente errar.
Eu sinto tanta vontade de escrever
E enquanto eu não morrer
Eu vou desenhar com linhas um sonho, de um mundo onde
As palavras não sejam mentiras
E falem sobre amor, dores e verdades.
Eu não vou negar, eu realmente amo a minha solidão
Mas eu ainda espero um certo alguém vir me tirar dela.
Entre versos e canções, eu prefiro poesias...
... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...
... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...
... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...
... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...
Entendeu...
Eu não vivo de acordos de agenda. Não negocio o chamado em troca de favores.
É Deus que abre portas, é Deus que nos dá púlpitos.
Entre versos e canções, eu prefiro poesias.
Entre ter e perder, eu prefiro ganhar.
Entre pensar e agir, eu prefiro escolher.
Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas.
Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir, caminhando sem medo, sem receios, sem procrastinar.
Entre o jardim e a floresta, eu prefiro o bosque.
Entre a paixão e o momento, eu prefiro o amor.
Entre o chá da tarde e o café matutino, eu prefiro o vinho da manhã de inverno.
Entre as cortinas do passado e o palco do presente, eu prefiro caminhar à beira da praia.
Entre olhares e perspectivas, eu prefiro alcançar.
Entre a rua larga e calçadas vermelhas, eu prefiro a areia marcando os meus passos.
Entre a reflexão e a frase do filósofo, eu prefiro a poesia lírica ou até mesmo sem versos.
Entre admirar e querer, eu prefiro conquistar.
Por fim, entre o silêncio da sua resposta, eu prefiro o grito de suas palavras.
Simples, eu prefiro...
By Ubirajara Almeida
Calar...
Hoje eu me calei.
Calei para não me estressar.
Calei para não reclamar.
Calei pela necessidade do silêncio.
Calei para refletir sobre as perdas.
Calei para ouvir meu coração.
Às vezes, calar significa fazer uma pausa para corrigir as falhas que o caminho nos deixou.
Pause. Respire
Ele acreditava que o amor era o corpo. E eu acreditava que o corpo era o começo.
Mas o meu amor, meu amor era a fresta. Aquela coisa que não se vê, que não se toca, que só se sente quando o silêncio se senta entre a gente e olha para nós. E ele, coitado, não entendia o silêncio. Ele o preenchia com a mão, com a boca, com o peso da presença.
Mas a presença dele, quando não tem a alma dentro, é um buraco. E eu caía. Toda vez. Ele me segurava, mas eu continuava caindo. Porque ele segurava a minha mão, e a mão segura o corpo, mas a queda... a queda ela segura a alma.
E ele não sabia segurar almas.
Eu queria lhe dizer: "Você está aqui, mas o seu isso não está aqui." E quando eu falava, ele me olhava como quem olha para o mar: achando bonito, mas sem entrar. E eu queria que ele entrasse, que afogasse um pouco, que sentisse o gosto do sal nos lábios.
Em vez disso, ele me tirava da água. E dizia: "Você está segura."
Mas eu não queria segurança. Eu queria o risco. Queria que ele se perdesse em mim para que eu pudesse, enfim, me achar.
Ele faz café, ele faz amor, ele faz planos. Mas fazer não é ser. E eu sou a coisa que não se faz. Eu sou a coisa que simplesmente é. E o que é, não cabe em xícara, nem em abraço, nem em projeto. O que é, só cabe no olho nu e na palavra atravessada.
E ele não atravessa palavras. Ele as resolve.
Como se o amor fosse uma conta a pagar.
... coisas sobre Ela e Ele
Não foi o mundo que mudou,
fui eu que cansei de me moldar.
Cansei de aceitar o que me fere
como se fosse normal suportar.
Não ao silêncio imposto,
não ao medo que me limita,
não às versões de mim
que nunca foram escolhidas.
Eu me refaço em cada passo,
me reconheço no que sinto,
e já não peço permissão
para existir do meu jeito.
Porque depois de tanto me perder
tentando caber em tudo,
eu finalmente entendi:
Quem decide agora sou eu.
Helaine Machado
Me fechei, me guardei,
me tornei abrigo de dores caladas,
enquanto o mundo seguia alto
e eu… cada vez mais apagada.
Helaine Machado
Deixa eu morrer…
só por um instante de silêncio,
onde o mundo não me cobre,
onde a dor não grite meu nome.
Quando eu virar um anjo,
não será fuga — será encontro.
Deixarei no chão as dores que me pesaram
e vestirei leveza feita de eternidade.
Helaine machado
A lua me disse… e eu vou ouvir
Que o amor que é verdadeiro sempre vai florir
E se for pra sofrer, que seja assim
Melhor te amar… do que não sentir
Helaine machado
O vento levou o que eu não falei
Mas trouxe de volta tudo que amei
E mesmo sem ter você por perto
Meu peito ainda chama por algo certo.
Helaine Machado
Se foi pra voltar, por que me deixou?
Se era pra ser, por que terminou?
Mas mesmo assim eu não sei negar
Tem algo em mim que ainda quer ficar
Helaine machado
Cansei de tentar ser forte o tempo inteiro
De esconder no peito tudo que eu sinto primeiro
Cansei de sorrir quando queria chorar
De fingir que nada em mim quer desabar
Helaine machado
No silêncio da noite eu me encontrei
Entre pedaços de mim que escondi
Tantas dores, tantos medos guardei
Mas a minha alma insistiu em florir
Meu peito chora, meu peito canta
Entre feridas eu tento me achar
Tem dias que a vida pesa tanto
Mas ainda existe luz pra me guiar
Helaine machado
Ninguém me ensinou a viver,
não veio guia, nem roteiro,
nem um mapa dizendo
onde eu deveria pisar.
Helaine Machado
Eu esqueci que amar é viver,
me perdi no peso do sentir.
A dor do meu corpo transborda,
inunda o que há em mim.
É um silêncio que grita por dentro,
um cansaço que não quer cessar,
e no meio de tudo isso
eu esqueço de me amar.
Helaine machado
Viva…
mesmo que eu morra por dentro.
Se for preciso,
que o meu silêncio vire abrigo
pra sua felicidade.
Eu fico aqui —
entre ausências e lembranças,
aprendendo a existir em pedaços
enquanto você segue inteiro.
Helaine Machado
