Poesia eu sou Asim sim Serei
Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa
Qualquer em você
O que será?
Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
Do outro lado da sua
Meu coração
Galinha de leão
Não quer mais
Amarrar frustração
O eclipse oculto
Na luz do verão...
Saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim, eu tenho sim
Tudo era apenas uma brincadeira
E foi crescendo, crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim
Completamente seu
Vi a minha força amarrada no seu passo
Vi que sem você não há caminho, não me acho
Vi um grande amor gritar dentro de mim...
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?
— Morrer é fácil. Tem coisa muito pior que morrer. Eu acordo todo dia querendo morrer.
— É?
— É... Você não entende ainda, mas vai entender... Vai aprender o que é dor. Vai aprender o que é perda. Eu vou te esfolar vivo e vou ficar lá, vendo você morrer.
Quando tudo for tempestade eo sol da minha vida voltar a brilhar, que eu esteja de coração grato por me amparar e cuidar.
Pois sei que tu Senhor sempre está pronto para me ajudar.
Setembro Amarelo...
Não prenda sua tristeza,
a felicidade que entrar.
E eu estou aqui se precisar conversar.
E poder te ajudar.
Liddy Viana✍
Perguntas.....
O que eu ainda to fazendo aqui?
Esperando você ligar?
Esperando o mundo dar mais voltas
Esperando te encontrar
Sendo que eu talvez ja esteja morto
No fundo do oceano
Sem muitas chances de sobreviver
Me iludindo como quem parou no tempo
Será que ainda há esperança?
Será que tu ainda pensa em mim?
Será que ainda existem dias futuros nos esperando?
Será que eu estou enlouquecendo?
Enquanto espero
Vou viver e também morrer
Mesmo ja estando morto...
Eu ainda te quero
E talvez sempre vá querer...
Mas sei que... nada posso fazer
Eu já tentei ser o tipo de pessoa que o mundo queria… cansativo demais.
Hoje eu prefiro ser exatamente quem sou: intenso, livre e impossível de decifrar por completo.
Não faço questão de plateia, nem corro atrás de validação.
Quem me conhece de verdade, fica. Quem não suporta minha liberdade, se incomoda em silêncio.
Aprendi que maturidade é saber sair de lugares rasos sem precisar fazer escândalo.
E sinceramente?
Tem gente que perde a chance de viver algo incrível por orgulho, ego e infantilidade.
Enquanto isso, eu sigo leve… porque quem carrega verdade não precisa carregar personagens
Hoje quando eu acordei e te vi
Você com um sorriso iluminando como sol radiante em minha janela.
Tinha certeza que o dia seria lindo e você minha única musa, amante e bela.
Você disse oi e se foi.
A escuridão serrou meu olhar
E agora só tenho uma esperança.
Que quando o amanhã chegar e você voltar.
Por que eu me esforço em me destruir
Perseguindo a escuridão enquanto o sol usa uma coroa
Deixo minha saúde escapar
Deixo ela se deteriorar
Acho que sou minha própria tempestade que me leva embora
Olhos abertos à meia-noite
O relógio é meu ladrão
Contando as horas como folhas caídas
Por que eu me esforço
Por que eu não luto
Trocando meus sonhos por uma noite sem dormir
Acordando cansado
Uma sombra de mim
Por que eu me esforço
Por que não consigo ver
Este corpo é um templo
Mas eu o trato como sujeira
Correndo com o mínimo até começar a doer
Eu construo minha própria gaiola
Tranco a porta
Jogo a chave fora
E depois imploro por mais
Algumas horas
Apenas algumas
Sinto elas escapando
Como areia nas minhas mãos
Como fumaça no ar
Estou aqui, mas mal presente
Por que eu me esforço
Por que eu não luto
Trocando meus sonhos por uma noite sem dormir
Acordando cansado
Uma sombra de mim
Por que eu me esforço
Por que não consigo ver
"Eu só queria alguém a quem dizer olá; e você chegou e perguntou se estava tudo bem."
Obedes Lobadias
Hoje eu escolho focar na minha própria existência.
Por muito tempo vivi tentando ser o que o mundo esperava de mim,
enquanto eles aguardavam que eu fizesse algo,
e eu… eu esperava o quê?
Esperava permissão para ser quem sou?
Esperava coragem, validação, ou o momento perfeito?
A verdade é que ninguém pode viver por mim.
Tornar-me quem sou não é um ponto de chegada,
é uma decisão diária —
e hoje, finalmente, essa escolha é minha.
“Deus, eu te peço misericórdia pelos meus atos.
Que minhas palavras não sejam armas, mas pontes.
Livra-me da mentira que nasce do ego e do silêncio que foge da verdade.
Que eu fale quando for para curar,
cale quando for para não ferir,
e que a verdade que sair da minha boca venha temperada com amor.
Não permita que eu use a fé para julgar,
nem a razão para machucar.
Endireita meus caminhos, corrige minhas intenções
e faz de mim alguém que reflita a Tua luz
não só no que diz, mas principalmente no que vive. Amém.”
Da vida não espero muito mais de mim,
eu sigo tentando ser inteiro mesmo quando falto em pedaços.
Aprendi que crescer dói,
que nem todo silêncio é fraqueza
e que continuar, às vezes, já é vitória.
Não quero prometer o que não sou,
nem carregar pesos que não me pertencem.
Se eu for verdade no pouco,
se eu for sincero no que sinto,
já estarei indo além do que um dia imaginei.
Da vida, hoje, eu espero coragem.
De mim, eu espero honestidade.
E que, mesmo cansado,
eu não desista de ser quem sou.
Por tanto da vida não espero muito,
mas de mim eu espero tudo.
“Ai de mim se não continuar.”
Ai de mim se eu parar no meio do caminho.
Se eu deixar o cansaço falar mais alto que a fé.
Se eu permitir que as feridas me convençam de que não vale a pena.
Continuar nem sempre é força, às vezes é sobrevivência.
É levantar mesmo sem vontade, é dar passos pequenos quando o coração está pesado.
É entender que nem todo dia será vitória, mas todo dia pode ser aprendizado.
Ai de mim se eu não continuar acreditando, mesmo quando tudo parece silêncio.
Porque é no processo que Deus trabalha, é no deserto que o caráter é moldado.
Quem continua, mesmo ferido, não perde — amadurece.
Continuar é um ato de coragem.
E desistir não é opção para quem sabe que a promessa ainda está de pé.
Não estou me vitimizando.
Vitimar-se não me cabe — eu não preciso disso.
Cheguei até aqui sozinha,
e se for preciso, sigo sozinha.
Achismo é achar.
Ver é enxergar.
E eu enxergo.
Graças a Deus, eu tenho um Deus que me protege,
que não permite que ninguém me use por muito tempo,
nem como escada, nem como prazer,
nem como fuga das próprias carências.
Da vida, eu só quero uma coisa:
ser melhor do que fui ontem.
E não permitir que ninguém me coloque
numa prisão emocional
onde eu precise pedir permissão pra ser quem sou.
Meu passado eu devo a mim —
às escolhas que enfrentei,
às dores que superei.
E o meu futuro também depende de mim,
da coragem de continuar,
do amor-próprio que aprendi a construir.
E sobre isso, eu sei:
quem se conhece, se protege.
Quem se respeita, não aceita migalhas.
E quem anda com Deus
não se perde em caminhos que não levam à paz.
Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.
Quando eu gosto, eu gosto de verdade.
Quando eu quero, eu faço acontecer.
Mas pra fazer acontecer, eu preciso sentir que do outro lado também existe vontade, presença e reciprocidade.
Não me basta ser usada.
Palavras ferem.
Sentimentos são sentidos.
Não dá pra apagar o que marcou, como se apagam palavras ditas ao vento.
Nem mesmo aquelas palavras duras que um dia fomos obrigados a escutar.
Mas podemos contorná-las, transformá-las em lição, e seguir mais fortes do que antes.
E sobre sonhos…
Não é que eu sonhe alto demais.
É que eu sempre fui uma pessoa de muita fé.
Eu acredito no impossível de Deus.
Então, quando alguém me diz que eu não sou capaz — mesmo sem usar essas palavras —
é como cortar as asas de um pássaro que sabe cantar
e trancá-lo numa gaiola.
Sonhos são movimento.
São o que nos levanta todos os dias.
E sobre o amor…
O amor é uma construção que não precisa ser dura.
Não é civil, é sensível.
Amar deve ser leve.
Os passos precisam ser sentidos, não forçados.
Sonhos e amores só sobrevivem
quando existem pessoas que acreditam de verdade
e carregam dentro de si o poder de fazer acontecer.
Fora disso, não passam de palavras bonitas
guardadas numa gaveta qualquer.
Às vezes nos tornamos rebeldes
não por quem somos,
mas pelo que recebemos.
Nos doamos tanto a alguém
que sequer é capaz de nos enxergar.
Eu quero ser vida na vida de alguém,
mas que seja recíproco.
Que juntos possamos atravessar pontes
e subir, lado a lado,
as escadas do sucesso.
Ninguém nasceu pra ser só.
E ninguém nasceu pra ser pó.
Deste mundo não levaremos nada,
mas que sejamos tudo aquilo
que não levaremos.
E que nunca nos falte fé
para acreditar
que ainda existem amores e sonhos
que valem a pena lutar.
- Uma carta para o meu Hoje.
“Eu brigo, mas na verdade nem é briga de verdade.
Eu sinto ciúme, mas não a ponto de perder a confiança.
Eu falo… mas às vezes queria saber ficar em silêncio.
Eu observo e guardo cada detalhe —
os olhares, os gestos e os suspiros que você deixa escapar.”
