Poesia eu sou Asim sim Serei
Chega a ser engraçado, como somos volúveis
em relação a paixão.
Já o amor, esse lindo...
Perdura, e se renova sempre.
Segurar os impulsos do coração, é uma das coisas mais difíceis da vida.
Saudade é coisa doida.
A falta faz doer, mas as lembranças do seu sorriso
Me faz querer te por no colo
E beijar teus olhos!
Não deveria ter beijado você.
Nem ter olhado no fundo dos teus olhos .
Nem deitar na maciez dos teus braços.
Nem sentir o pefume do teu ventre.
Não deveria ter me deixado apaixonar tão facilmente.
Por alguém que a outra pertence ...
Não deveria ter pedido que voltasse e dado aquele beijo de saudade, quando estavas indo embora.
Com aquele carro estacionado em meu portão ..
Pra te levar pros braços dela.
Pra me deixar na solidão.
Não deveria ter beijado a tua boca
Não deveria ter deixado me tocar...
Poque teu toque forte e ao mesmo
tempo doce, fez meu desejo o teu desejo despertar. então..
Nós nos perdemos para sempre uma na outra ...
Embora agora, eu que seja a outra da canção.
Queria não sentir a tua falta como sinto, não pensar em tua boca teu sorriso.
Memória olfativa
Da tua pele, e o meu sentido meu abraço quer você!
Não consigo..
Eu não quero, te esquecer.
A cabeça diz juizo!
Coração? Quer se perder, novamente em você❤️
Quando te conheci,
Foi um turbilhão de conectividades, beleza e sensações.
Foi encantamento, mas também à força arrebatadora da paixão.
Você foi, o presente da esfera!
A intranquilidade do querer sempre.
Do querer mais.
E a paz sublime da saciedade depois do gozo.
Sempre quis ser piloto
Imagino como seria seria a sensação de me deparar com o nascer do sol em pleno vôo
Imagino que deva ser como acordar ao lado de alguém como você
O melhor estado dos corpos, é a agitação,
a asa se faz casa, se deita na inspiração;
assim como o pensamento exercita o voar.
Quero fugir com os girassóis no inverno,
quero me aquecer em cada pétala
onde o perfume se deita comigo.
Êh, vento!
Esse que pelo meu subterrâneo transita
Agita a minha saudade
que num levitar se negrita
E me arrepia os poros
e sótãos.
Silêncio tudo sabe,
é meu volume baixo em plenitude,
É meu barulho de porta trancada,
sem posse da chave,
São os meus eus presos em mim
e livres qual uma ave.
Quis fotografar a gente em sentimento;
a máquina só captava a carne.
A carne é exibida.
A carne é passageira.
Quis fotografar a nossa alma;
ela é tão fotogênica, eu sei.
Mas a lente não alcança.
Seu sorriso é um convite,
e dá a mão para a minha alma.
Rodopia meu ser em leveza;
deixando pegadas no céu e
esvoaçam os meus cachos...
Criamos “nós” sem vírgula e
sem interrogação.
Viramos a mais bela expressão.
O nosso conceito é et cetera
seguida de reticência
e não é só isso.
Nem é preciso levar tudo a ferro e fogo,
Nem tão pouco um faz de conta...
Melhor mesmo é ser criança,
verdades e brincadeiras...
E não carregar nenhum peso em vão...
A arte de voar
Então...
Escreva
para sair de ti
e invadir o outro
sem permissão ou aviso
sem culpa
Escreva
para libertar-se
para nutrir a alma de sentimentos
a tua, a minha... de todos
Então...
escreva
para renascer
Voe minha bela Fênix
não há gaiola para ti
*Inocência*
Não, não seja raso
não me impeça de mergulhar
não me peça para ser rasa
não tema se afogar
Podemos juntos
ser intensos
profundos
sem temer o que virá depois
de nós entre lençóis
só importa o agora
que n'alma aflora
não me peça para ir com calma
com o que inflama a alma
amo este poder que teu beijo tem
de com maestria me conduzir
a entrega a absoluta
e em instantes ser sua
e como se
já tivesse passeado por aqui
sem precisar de sinalizações
me faz tocar o céu
e como se
já tivesse passeado por aqui
me despe
me percebe
me nota
me toca
me sente
colocando fim a minha busca
não me peça para ir com calma
e calar minha carne que estremece e implora
mais e mais de você
não, não me peça para ser rasa
eu quero alcançar as estrelas
eu quero sonhar
quero amar
Quero conquista a moda antiga
Sem whatsapp
Facebook
e lista de contatinhos
quero tudo clichê
amor em tom degradê
quero encontro repentino
mensagens com carinho
sussurradas no ouvido
entregues na ponta da língua
Quero tudo bem clichê
No meu mundo
Eu e você
mundo que você não vê
com todas as versões que você não crê
quero o preto no branco
escovas de dentes encaixadas
cama de casal
lençol bagunçado
gemidos inexprimíveis
um misto de dor e prazer
nós lado a lado
quero tudo bem clichê
amor em tom degradê
quero tempo
e um lugar pra gente sossegado
te quero pra mim
de papel passado
quero tempo
com você
sem status
sem fotos perfeitas
tudo bem clichê
apenas eu e você
ultrapassando qualquer necessidade de expressão
