Poesia eu sou Asim sim Serei

Cerca de 239373 frases e pensamentos: Poesia eu sou Asim sim Serei

Das minhas ideias escravas.
Quem me dera ser poeta.
Sou um homem sapeca
Quem brinca com as palavras

Inserida por Haddamc

...e há momentos que sou Anjo de coração
Arcanjo talvez...
N'outros sou tentação
Esbanjo tudo de uma só vez...

Inserida por SoniaMGoncalves

Não tenho muita força fisicamente
não, sou do tipo que feministas adoram,sou feminina demais.
Mas tenho uma LUZ que jaz jamais.

Inserida por SoniaMGoncalves

Agora “me voo” empunhar Bandeira
E acompanhá-lo-ei à Paságarda
Ora, me pergunto, se sou brasileira...
Porque sair no mês da patuscada?

Inserida por SoniaMGoncalves

Sou pacífica à perder de vistas, mas ando feitas águas revoltas...
O povo brasileiro nunca tiveram tanta noção do poder que temos, e nunca nos acovardamos tanto à espera de um "salvador da Pátria"não nos percebemos que SOMOS NÓS nossos SALVADORES!!!

Inserida por SoniaMGoncalves

⁠sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.

Inserida por davilimagunther

⁠Não sou movido pela opinião dos outros.
As minhas escolhas são pautadas nas minhas vontades.

Inserida por filhologico

⁠Prezado ACS,

Obrigado pela oportunidade de fazer parte de sua equipe como estagiário. Sou grato pela experiência que adquiri e pelo valioso conhecimento que adquiri durante meu tempo com sua equipe.

Gostaria de expressar minha gratidão pela orientação e apoio que vocês forneceram durante meu estágio. Sua orientação desempenhou um papel crucial para me ajudar a desenvolver minhas habilidades e crescer pessoal e profissionalmente.

Trabalhar com uma equipe tão dedicada e talentosa tem sido uma experiência inspiradora e motivadora. Agradeço verdadeiramente a confiança que você depositou em mim e as oportunidades que me foram dadas de contribuir em projetos importantes.

Mais uma vez, obrigado pela incrível experiência de estágio. Foi uma honra trabalhar com você e sua equipe.

Atenciosamente,

Dinha

Inserida por dinha00

A ausência da palavra
deveria ser crime.
Mas como denunciá-lo?
Se sou ensinada a utilizá-la
apenas para responder perguntas
cujas respostas, no fim,
me oprimem.

O mundo contemporâneo
é o maior defensor da expressão,
mas pouco observo tal gentileza
no momento em que
volto às escolas literárias antigas
e redijo textos
que apenas buscam a razão.

A arte se perdeu.
Afinal, como buscá-la?
O roteiro que o mundo me escreveu
agora está rasgado,
mas continuo seguindo-o
página por página.

Escassez não é ausência!
Sou feliz, mas não vivo de quimeras.
Não vendo a ilusão de uma utópica esperança.

Inserida por YuriMeireles

Não sou de má índole,
Mas se não fazermos coisas erradas,
As vezes, nunca encontraremos, na vida
A verdadeira razão de vive-la.

Inserida por Cleibson

Sou uma canção desconhecida. Tocarei em algum íntimo, constante.

Sou a nota despercebida. Que falta em algum acorde. Serei a harmonia simples, mas vibrante.

Inserida por Cleibson

O que posso ser
mais do sei ou mais do que sou?

O que penso conflita
Àquilo que imagino.
O que imagino
é a realidade paralela
do irreal.

Sou poeta;
Sou filósofo.
Sou ser humano
em busca do ideal.

Inserida por Cleibson

Peinha

Muito prazer sou Penha
Intitularam-me Peinha
Uma coisinha sem senha
Que não se embrenha.

Muito prazer
Sou quem equilibra a barrenha
Na péinha
Não tem quem detenha.

Muito prazer
Gosto da sombra da carrasquenha,
Tampouco me importo
De vestir-me com estamenha.

Muito prazer
Sou pequenininha
Se contenha...
Que não sou inhenha.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Naipe

Não fuja, não fique desesperado
sou bem grandinha, madurinha
estudei durante anos
o seu presente, passado
a sua casta, portanto
conheço seu desejo à intimidade
Só não aceito suas fanfarras
quando agrega as sarnas
na mesma esfera
da mãe que está na sala
e outras I-Lentes familiares,
podem ficar doentes
ou são todos da mesma laia?
É mistura de muita gente
muita saia, pouco garbo
totalmente demente
fadado a morrer em meio
ao triste fado.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Nada

Adoro fazer nada. Quando nada faço sou indesejável. Nesse instante é o que faço, nada. O nada parece torna-se impuro. Como pode alguém não fazer nada? Eu posso. Acanho-me e ruborizo quando sou elogiada de malandra, folgada, não tenho apreço por elogios. Essa timidez ainda me mata.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Minha culpa

De quem é a culpa? Deve ser minha
Sou apenas uma parte do núcleo do átomo
Que valor tem a minha estima?
Ensinei aos meus descendentes
civilismo, conduta ilibada
Para quê?
Para viverem e presenciarem
terrorismo e corrupção
comandados pelos marafões no poder
Mas, a culpa deve mesmo ser minha
desiludida com tamanha podridão
escorreguei na casca da banana
que o mandrião mandou ao chão
Tamanha foi a minha desilusão
que derramei tantas lágrimas
e enchi a barragem em Mariana
e ela se rompeu
Aniquilei com o rio tão doce
cheguei ao mar tão salgado
detonei a região
As minhas lágrimas secaram
vai ter seca, faltará energia
afundarei com a economia
e a miséria reinará
e toda culpa é minha.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Efêmera

Sou quem planta a planta dos pés
no fundo do rio das ariranhas
na poeira cósmica
no vértice do kilim

Nada me enaltece
nada me tortura
para cada sensação
revolvo as quimeras da infância

É volátil o voo da emoção
é como seguir os rastros que deixei
nas infinitas dunas em que caminhei

Todo elemento com o seu movimento
cada momento, enriquecimento
os meus fascínios, passatempos.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Inalcançável

Sou uma bela flor
Pequenina e delicada
Sou a flor mais isolada
formosura do inóspito
Sopra o rigoroso vento
na haste do cacto imponente
protetor das pétalas plumas
dessa fina flor
que se enleva no movimento
Sou a flor mais difícil
a mais desejável
a que nunca será vista
em nenhum inanimado vaso
ordinário.

Inserida por MariadaPenhaBoina

⁠O dia em que as palavras se calaram

Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.

A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.

Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.

Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.

Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.

Inserida por MariadaPenhaBoina