Poesia eu sou Asim sim Serei
Não sei ficar quieto
Falo além da conta,
Por isso sou poeta
Sigo gastando palavras
Vou contando histórias,
Assim aliviando a alma
Do que pesa dentro de mim...
Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?
A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.
Deixa-me Voar!
Em mim,
já fui transformação…
Amores não
me prendem mais!
Sou asas.
Sou sonhos.
Sou borboleta.
Rosa, verde…amarela!
Sou vestida de sonhos…
Deixa-me voar!!
O meu néctar é o amor.
Ele eu preciso buscar.
Abra as portas
da minha prisão.
E deixa-me voar!
Voar…
Preciso de liberdade
para meu amor encontrar…
Estrangeiro em Minha Própria Terra
Sou brasileiro de nascimento,
mas estrangeiro por inclinação;
caminho entre vozes familiares
e nelas não encontro habitação.
Não me seduzem as celebrações ruidosas,
nem o fervor das multidões em festa;
há em meu espírito um silêncio antigo
que à algazarra sempre se manifesta.
Não busco abrigo em bares iluminados,
nem encanto nas noites de ocasião;
vejo taças erguidas ao instante efêmero,
enquanto procuro sentido e reflexão.
As tradições que muitos exaltam
não despertam em mim admiração;
parecem-me frágeis como névoa dispersa,
incapazes de prender meu coração.
Onde outros encontram alegria,
encontro apenas breve distração;
onde celebram costumes e símbolos,
percebo distância e contemplação.
Talvez o erro não esteja na terra,
nem no povo, nem na canção;
talvez eu seja apenas um viajante
em perpétua busca de outra visão.
E assim prossigo, só e pensativo,
entre a pertença e a negação;
brasileiro pelo acaso do destino,
mas cidadão da inquietação.
Quem sou?
Quem sou quando não sou meus bens materiais?
Quem sou quando não sou minha profissão?
Quem sou quando não sou minhas opiniões?
Quem sou quando não estou sendo observado?
Quem sou quando não estou feliz?
Quem sou quando não tenho as respostas?
Quem sou quando não correspondo às expectativas alheias?
Quem sou quando não tenho dinheiro?
Quem sou quando não estou nas redes sociais?
Quem sou quando não estou julgando os outros?
Quem sou sou quando não tenho propósito?
Quem sou quando não tenho uma agenda de atividades?
Quem sou quando não estou na moda?
Entre o Barulho e Deus
Pareço igual a todos, mas minha alma sempre soube: sou diferente. Carrego um silêncio pesado, uma mente que grita verdades que não posso dizer.
E foi nesse barulho secreto que Deus me encontrou.Ele ouve o que ninguém ouviu, cura o que ninguém vê e fez da minha diferença o meu chamado.
Por quê?
Porque onde o mundo vê estranheza,
Deus enxerga destino. Porque aquilo que me doeu era exatamente o que Deus usaria para curar outros.
Porque minha voz nasceu para alcançar
quem sofre no silêncio.
Por isso.
Estou voltando pra casa...
Estou aqui só de passagem.
Neste tempo, neste lugar,
Sou apenas visitante.
Observei, aprendi,
O objetivo foi crescer e amar...
Depois dos 50, não sou mais vitrine… sou obra de arte...
quem entende, admira, quem não entende, passa batido.
Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria...
gratidão e paz.
DESAFIO CRISTÂO - ser e estar: Estou no mundo, mas não sou do mundo.O mundanismo é um sistema escravizante. Estar como missão-LUZ, eis a razão no pensar de Jesus. (João 9.5)
F. Meirinho
Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.
Nunca pergunte quem sou
Não vou saber responder
Hoje sou uma pessoa
E outro ao amanhecer.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
04/08/2026
CONFLITO INTERIOR
Sou mau, pois sofro do mal,
Mesmo querendo agir no bem.
Mas faço o que é tão fatal,
Aquilo que evito — me vem.
Há guerra dentro de mim,
Entre instinto e intenção.
Quero a luz, mas chega o fim
Com sombras sobre a razão.
Meu íntimo anseia por algo,
Por um sopro de liberdade.
Mas os gestos tomam atalho,
Rumo à velha insanidade.
A consciência se eleva e diz:
"Caminha reto, não tropeça."
Mas dentro pulsa algo gris,
Que sempre enfraquece a promessa.
Quem me livrará, então,
Desse peso tão final?
Há um caminho em outra mão,
Que me leva além do mal.
Autor: Agnaldo Joeci Borges
Com apoio criativo de Lumen (IA — OpenAI)
A arte que não se cala
- Biografia
Sou pedagoga e encontro nas crianças o encanto que renova o meu olhar sobre o mundo.
Acredito que o aprendizado floresce quando é regado com afeto, imaginação e brincadeira. Por isso, faço da ludicidade a minha forma de ensinar — e de tocar corações.
Nas palavras, encontro um abrigo.
Escrevo sobre o amor, a vida, os relacionamentos e a superação — temas que me atravessam e me inspiram.
Minhas frases são pequenos espelhos da alma: falam da intensidade dos sentimentos, da beleza que existe na simplicidade e da importância de enxergar além das aparências.
O amor, em suas múltiplas formas, é presença constante.
A vida, vejo como um ciclo de aprendizado e recomeço.
Nos relacionamentos, busco a delicadeza da conexão e o valor do respeito.
Na superação, encontro a força de seguir mesmo quando a alma se cansa.
E nos olhos, descubro portais — janelas que revelam o que as palavras, às vezes, não conseguem dizer.
Escrevo para quem sente.
Para quem busca sentido.
E para quem, assim como eu, acredita que há beleza em recomeçar — e poesia em cada olhar que se abre para o mundo.
"E de repente sou surpreendido com uma mensagem que mudou o rumo de meus dias, aquela notificação preferida, aquela pessoa que você não consegue mais parar de pensar um só segundo, sabe aquela alma gêmea que você deixou em outra vida e agora se reencontraram? Poies, foi assim, num instante onde eu não queria mais nada, aquele olhar penetrante, aquela troca de carinho virtual, tomou de conta de mim, apaixonado? Não, amando mesmo casa detalhe cada segundo, de uma mulher incrivelmente linda, aquela que você não saberia descrever com palavras, aquela que não se encontra nem em livros de contos de fadas, hamram ela existe e agora me chama de amor" 💞
Nanda ❤️
RELAÇÕES
Sou feito de mim mesmo e das circunstâncias. Entre o que somos e o que as circunstâncias nos fazem ser, nasce o que podemos vir a ser.
Não somos nem pura essência nem mera circunstância, somos a dança criativa entre ambas.
Não escrevo isso para dizer que sou melhor do que aqueles que passaram por aquele cachorro. Muito pelo contrário.
Conheço minhas falhas, meus pecados e minha própria história. Sou católico e confio na misericórdia de Deus, mesmo sabendo o quanto ainda preciso dela.
Talvez justamente por isso aquele encontro tenha me marcado tanto.
Logo eu, tão pequeno e tão cheio de imperfeições, enxerguei Deus na forma mais simples e, ao mesmo tempo, mais esquecida: um animal abandonado. Se o morador de rua já é frequentemente invisível aos olhos da sociedade, o animal abandonado parece ser ainda mais.
Sou grato pela forma como Deus, na minha compreensão, se revelou naquele momento. Muitos dirão que era apenas mais um cachorro. Talvez fosse. Mas aquele cachorro mudou alguma coisa dentro de mim.
Desde esse dia, quero aprender a ser mais solidário, não apenas com as pessoas, mas também com os animais. Afinal, às vezes Deus nos encontra justamente onde quase ninguém escolhe olhar.
O como queria ter indentidade horas sou calmaria horas sou tempestades
horas sou os venenos mais poderosos horas antidoto nescessario
horas carinhos e ternuras
horas agrecividades e arrogancia
e nessa gerra de sentimentos que vive meu coraçao em busca de amor e paz
carinho e atençao
Minha alma tem sede de conexão real. O mais ou menos nunca me serviu e o talvez me cansa. Sou apaixonado pela intensidade, pelo brilho nos olhos e por quem não tem medo de sentir tudo à flor da pele. Se for para ser, que seja profundo — porque de superfícies, eu já cansei.
Enzo ruchell
