Poesia eu sou Asim sim Serei

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⁠Meu desespero não é o que poderia ser,
Nem o que poderia ter sido,
Mas sim o desespero
Dos infinitos caminhos
Que posso escolher.

Alguns demasiadamente ruins,
Outros demasiadamente bons,
Mas nenhum completamente estável.

Isso define a vida:
A instabilidade que aparecerá
Quando menos se espera.

E isso nos define como humanos:
Sempre procurar sermos estáveis,
Mas ainda assim falhamos.

Pois esse é o mal da sociedade:
Um inevitável desacordo social,
Uma troca injusta do bem pelo mal.
Um mal disfarçado de egocentrismo.

E aqueles que o evitam
Tendem a ser o dobro do sonho,
Precisam ser demasiadamente menos humanos.

E sempre será o mesmo caminho para todos
Ao olhar para si no reflexo
De um espelho fragmentado.

Assim, percebo que não há
Como sermos humanos de fato,
Pois ser humano é não ser humano.

Inserida por Gesiel_Modesto

⁠Não me diga adeus mas sim até breve,
Deixe-me na esperança de estar em seus braços mais uma vez

Inserida por katiaruiva

O dia 14 de maio

Acordei, no dia 14 de maio, esperançoso de auroras resplandecentes. Liberto, sim, mas ainda preso. Meu nome, outrora oculto nas sombras da escravidão, ansiava por um reconhecimento que jamais parecia chegar. Caminhei pelas ruas, indiferentes à minha nova condição de homem livre. A liberdade, dizem, é a mais preciosa das conquistas; todavia, ela se apresentava como uma dama esquiva, vestida de promessas que não se cumpriam.

Eu, que trazia a senzala na alma, vi-me entre o cortiço e a favela. Estes novos lares eram apenas novas formas de cativeiro, onde as correntes invisíveis da miséria continuavam a me atar à dura realidade. Subi as encostas na esperança de um dia descer, mas a promessa de descida era tão ilusória quanto a liberdade conquistada na véspera. Sem nome, sem identidade, sem retrato, eu era um espectro vivo; do lema da bandeira, conheci apenas as vielas do progresso.

No dia 14 de maio, ninguém me deu bola. Tornei-me mestre na arte da sobrevivência, fazendo do trabalho árduo meu sustento em um campo onde o futuro se mostrava tão incerto quanto o destino dos muitos que, como eu, foram libertos na letra, mas não na vida. A escola, um sonho distante, fechava suas portas, negando-me a instrução necessária para ascender aos degraus da dignidade.

Minha alma, contudo, resistia. Meu corpo, acostumado à luta, sabia que o bom, o justo, também deveriam ser meus. A certeza de minha própria existência, de minha identidade, tornou-se a âncora que me impedia de sucumbir às tempestades da indiferença. Mudanças só nos anos; sinto que ainda vivo no dia seguinte à abolição.

Inserida por Epifaniasurbanas

O “pão nosso de cada dia” não é uma oração que visa o pão como um bem próprio, mas, sim um pedido de socialização deste pão.
Um pão que não deveria ser só meu ou estar apenas em meu poder já que o pão e o pai, como diz na própria oração, deveria ser nosso.
Pedir apenas o pão de cada dia é uma denúncia clara que o Cristo é contra o acúmulo de bens.

Inserida por Epifaniasurbanas

“Muitos desistam de algo;
não porque não conseguem,
e sim por, não querer o suficiente para não querer desistir.”

Inserida por LucasCoelhu

Sim! Canto, belos cânticos de amor.
Eles estão gravados, no meu coração.
Canto tantas canções, com muita emoção.
Com o meu ser vos dou, voz de tenor.

Estas canções são vossas também.
Pois para vós as faço, em verdade.
São as minhas buscas do bem.
Para vos dar toda a liberdade.

Nisso enfim, tento e tanto,
Vos levar ao caminho da paz.
Isso faço com encanto,

Para esse agir, nasci eu...
Até que vós sejais capaz...
De cantar,o que Deus me deu!!!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠A noite é luz! Sim luz como o dia muita luz, há,
Neste lugar escuro! Sinto a luz, já vem para cá!
Já brilha, o dia, como se noite, não houvesse!
E se como o mal, já passado tivesse.

Cantai e alegrai-vos comigo amigos meus,
eu sei que no fim vai ser tudo bem.
Sim ! Às veszes eu choro! Mas o bem vem!
Depois das trevas, vem a luz com efeitos seus!

Vem o tempo em que não mais haverá doença,
ainda que agora muitos temos esta sentença!
Mas brevemente tudo vai terminar!...

Sim! A enfermidade vai passar, claro que vai!
Não se dará nem mais um clamor com "ai"!
Ainda iremos amigos, a nossos abraços dar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Escreves leve como uma pena,
toda a nossa história.
Sim tu minha amiga Lena!
Este trabalho fazes a toda a hora.
O teu serviço é escrever.
Trabalhas sem medo ter.
Nas coisas desta Unidade.
Mas fazes tal, com tanta caridade.
Que também escreves com a alma,
a todos dás muita calma,
trabalhas até que em nossa alma,
escreves um poema de amor.
Com uma força tanta,
que por ti nosso ser Clama...
Vem nos tira toda a dor!
Então vens com ligeireza.
Atendendo, quem te chama.
Para dar o teu grande amor.
Disso todos temos a certeza,
que és rainha do bem.
Com o qual cantas e danças tão bem.
Por vezes até aos aflitos dás pão.
E sempre com um sorriso.
Aos doentes estendes a mão.
És assim, porque em Deus tens inspiração.
Por isso, eis que no céu tens teu galardão !

Dedicado a Lena, Administrativa da Unidade de Longa Duração e Manutenção de Albufeira
Com muito
Carinho

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Tentei calar a minha boca, a qual me disse,
Cala-te alma imunda e perecível tanto.
Sim, faz mesmo só e sempre isso!
Então me calei e isso realizei, portanto.

Mas dentro de mim as entranhas se revolveram,
e dando um grande clamor, calado, não fiquei,
e um novo cântico, de fresco eu entoei.
E dos poemas minhas musas não se calaram.

Ainda com mais força eu tanto gritei,
sou poeta de cânticos do além,
Isso eu já há muito que o sei!

Portanto não mais me calarei,
mas com a força que meu ser tem,
do bem eu muito e ainda falarei!

Inserida por Helder-DUARTE

Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois.
Sim, porque ainda que morto, qu'estou...
Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou.
Sabei então, o porquê, de ter voltado hoje!



Mas eu não o sei! Eu nada entendo...
Não sei... Pois nada compreendo!
Quereis saber mais?!... Mas, eu nao o sei.
Nem, eu sei nada! Nem mesmo vós, da lei...


Mas uma cousa sei, enfim: Voltei...
Sabeis porquê?! Nisto, em verdade, sei...
Porque eu vos amo... Tanto!...Tanto!...



Com este amor, meu. Só meu... Meu...
Qu'é vida!... Mas, não é igual ao teu...
Este!... É meu! Com o qual, eu ainda, canto!


Inserida por Helder-DUARTE

⁠Luto ainda! Ainda! Sim!
Luto, por aquilo que não consegui.
Mas que um dia terei, enfim!
Pois, não o tive, neste tempo aqui.


Mas luto, contra mim!
Contra, tudo e todos!
Pois, vim cá, para lutar, assim.
Contra, vós e outros…


Ele, me ordenou, pois:
Luta, ainda, ainda, sim,
Ontem, amanhã e hoje!


Eis qu’essa luta, findará
E virás, um dia a mim!
Onde, não há lutas, cá!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Verei

Irei ver minha mãe!
Sim. Irei, aquele jardim!
Naquele dia, naquela hora.
E verei, os pombos brancos!
Que são tantos! Tantos!


Verei Camões e Amália...
Verei flores de Dália.
Verei as estrelas enfim.
Verei o que nunca, vi no Minho.
E então, verei o Senhor, sim.


Verei uma árvore verde,
Com as suas flores de verde pinho.
Verei, a Rosa de Saron. Eis, que será isso, cedo!

Inserida por Helder-DUARTE



Desconforto

Ainda tenho Deus no meu coração,

Sim, tenho-o com toda a minha ação.

Como não o ter pois digo eu?

Neste meu ser, que é sempre seu.



Se não ter Deus, o que ter então?

Que porei eu no meu coração?

Onde vou buscar a minha vida?

Eis que Deus é o mais importante ainda.



De noite a minha alma, na minha cama,

sente-se desconfortada, solitária...

E o meu espírito a Deus Clama.



E a luz então vem a mim,

preencher as trevas área,

do meu humano ser, assim!

Inserida por Helder-DUARTE

Papas

⁠Vós que sois evangélicos e dizeis que sois santos,
melhor, que todos outros, sim digo isso com autoridade.
Dizeis que não quereis "papas", mas tendes tantos,
no vosso meio, isto sei eu de muita experiência e verdade.

O apóstolo Pedro na sua epístola diz que não deve haver,
dominadores na igreja de Deus, mas vós pareceis tantos ter.
Cada igreja tem um "papa" um homem prepotente, no mandar.
Sabei vós todos, que Deus começa o julgamento no vosso reinar.

Pois Deus é humilde e não perde a sua grande autoridade,
mas vós que dizeis, que o Senhor dirige a igreja na totalidade,
isso não é de todo uma realidade, no vosso grande meio.

Antes fazeis o vosso querer, lutando uns pastores contra os outros,
isso fazeis, vós com inveja uns dos outros, aniquilando todos!
Mas eis que Jesus Cristo, virá ainda é eis, que também, já veio!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Gigantes
E muitos ventos sopraram, na terra do meu ser,
desde que esta terra nasceu, sim, sopraram,
e esta terra, quase que tanto danificaram,
ventos uivantes, do Norte e do Sul, e do Nascer,

Gigantes antediluvianos sobre mim arremessaram,
e do mar tsunamis fortes sobre mim, inundaram...
Mas o maior gigante fui eu, que me tornei de mim,
próprio muito inimigo, de agora e de antes, assim.

Então nesses de momentos tempestades, eu invoco,
o meu rei, da Judeia terra, que as do mar da Galileia,
ondas acalmou e com os gigantes, em Canaã guerreia.

E dele eu me aproximo, para vencer, todas as potestades
que contra mim avançam, com agressividades...
E recebo dele vida e força, quando nele eu toco!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Alegra-te

Ai não choreis não!… Não!…
Antes cantai!… Cantai!… E não chorai!
Sim! Pois tudo , já lá vai!… vai!…
Até a eternidade não tem razão!



Mas tu alegra-te e canta e teu mal espanta.
Com força tanta, sem medo, sem mágoa…
Eis que ele vem. E já a existência comanda.
Ai que já vem tão cedo. Como a primeira água.



Veio o rouxinol azul. Veio a flor de Saron…
E ainda a rosa branca, que ao ser encanta.
Veio, e com força tanta! Tanta!…


Para que o homem, mais ainda,
Que eternamente, Que eternamente!
Não mais tenha tormento! Tormento!…

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Farto

Estou farto dos meus poemas, sim estou,
não me alegram mesmo nada estes temas.
De escrever os meus ocos versos de dilemas.
Não os quero, nem mesmo este me interessou.

Mas vós poetas do mundo, ouvi-me nisto que vos digo.
Perdoai-me, mas também dos vossos eu muito me enfado.
Poemas e histórias estou eu de ouvir muito e mesmo cansado.
A minha alma, não quer mesmo nada de letras, não minto.

A minha alma precisa de um poema mais e totalmente forte,
que esteja no universo escrito, e me livre sempre da morte.
Um poema mais sublime que os céus e que as estrelas.

Esse sim eu tanto tenho desejo, de o sempre ter,
escrito no meu espírito e no meu deblitado ser,
para que com isso eu vá a eternas terras!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Forte Amor


Vou ver uma cidade, cidade de muita, luz,
caminho nesse sentido, até lá entrar!...
Sim eu vou lá estar, e lá vou sempre ficar.
Na cidade eterna, cidade do rei Jesus.

Já vem esse dia, dia de vitória total,
em que foi vencida a morte e o mal,
e para sempre estarei com o meu rei,
que dos céus vem e governará na sua lei.

Reina Deus meu, nesse teu poder santo,
Ora vem Senhor Jesus, rei da paz eterna,
Tempo é de reinares e de tirares todo o pranto.

A criação clama em adoração e em clamor,
por ti apela o sol, a lua e toda a estrela e a terra,
tu príncipe do verdadeiro e forte amor!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Pastor





Fui pastor de ovelhas sim!
Ovelhas que tinham fome!
Fome! Fome! Fome! Fome!...
Mas de carne e de carne de homem, enfim.


Não fome, dessa verdade!
Que deviam ter, dela fome!
Mas comeram, carne de homem.
E isto sem ordem e com desordem!


Por isso, me comeram!
Me mataram;
Meu sangue, beberam!


Mas eis que, me dará vida, um pois, que pastor.
Que vem e a quem, mal fizeram!
Mas ele venceu e eu vencerei, com ele, o Senhor!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠É o Tempo

É tempo de acordar, humanidade! É o tempo sim!
Crede no Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador!
Crede que vem o de todo, o sistema humano fim!
Crede em Deus vós todos! Isto eu digo com fulgor!


Apocalipse já se começou a cumprir! Já sim!
Vem aí o reino de Deus! Entrai pela porta então!
A porta é o todo poderoso, que não tem fim!
Aceitai vós todos a grande de Deus salvação!


Decidam onde querem passar a eternidade!
Se com Deus em total da sua felicidade?
Se longe de Deus em morte sempre eterna?!


O dia do Senhor está já a vir, nos próximos anos!
Os sinais estão à vista, e são mesmo tantos!
Já vem vindo o Senhor Jesus Cristo, a vida eterna!

Inserida por Helder-DUARTE