Poesia eu sou Asim sim Serei
Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé!? Sentiu o barulho de granito?
Nota: Trecho da crônica "Zelador".
Eu acho que sou exatamente como uma tartaruga, escondendo-se sob seu áspero casco; mas você sabe, eu me protejo muito bem. Eu conheço essa maldita vida bem demais.
Não confunda minha bondade com fraqueza. Eu sou gentil com todo mundo, mas quando alguém é injusto comigo, fraqueza não será o que você se lembrará sobre mim.
Eu sou gay, minha música é gay, meu show é gay e eu adoro que isso seja gay. E eu adoro os meus fãs gays.
Eu sou um receptor polimerizado, e você um reagente inorgânico, então qualquer projétil verbal que você lançar na minha direção será refletido, voltará pela mesma trajetória, e irá te atingir.
Desculpe-me, mas eu não quero esfregar na sua cara que eu sou uma doente psicopata, uma louca desalmada, uma pessoa extremamente solitária.
Não adianta tentar mudar, eu sou assim. Valorizo o verdadeiro, acredito no amor, desacredito no perfeito, descarto o falso e guardo comigo tudo que me faz feliz.
Uma mulher sem mistérios é uma mulher sem magia. Por isso eu sou um Universo impossível de se desvendar! Eu sou mesmo assim...
Eu sou o diretor do departamento de doenças infecciosas, com dupla especialização em doenças infecciosas e nefrologia. Eu também sou o único doutor empregado nesse hospital que é obrigado a estar aqui contra sua vontade. Mas sem preocupações, afinal a maioria de vocês poderia ser tratado por um macaco com um frasco de analgésicos. E por falar nisso, vocês talvez vejam eu tomando comprimidos. É Vicodin, é meu, não é para vocês. E eu não tenho um problema com administração de dor, e sim um problema com dor. Mas quem sabe? Talvez eu esteja errado. Talvez eu esteja doidão demais para saber. Então, quem quer ser atendido por mim?
Cada um é cada um. Eu sou assim. E aprendi a gostar de mim. Gostando de mim, aprendi a respeitar mais o jeito dos outros de ser.
Eu não sou racista. Estou contra toda forma de racismo e segregação, toda forma de discriminação. Eu acredito nos seres humanos, e que todos os seres humanos devem ser respeitados como tais, independentemente da sua cor.
Na verdade, sou uma mulher de fases. Eu diria que sofre metamorfoses constantes. Me desapego fácil enquanto me apego. Eu diria melhor ainda: Preciso sempre renovar meus pensamentos, mesmo que tenha que comparar com os antigos, e por fim, abandonar os que já não me servem mais. Acho que só assim consigo viver o meu presente de verdade, e sempre fui assim. Claro que o passado foi importante, me ajudou muito, ou até não ajudou. Mas a verdade é que sofremos menos quando vivemos o hoje. Aliás, creio que só vivemos bem se aproveitarmos o hoje com a maturidade que não tivemos ontem.
A noite é uma criança, a madrugada é um brinquedo. Não sou eu quem dorme tarde, é o sol que nasce cedo.
Eu não tenho imaginação, eu copio. Tenho simpatia por mentiroso e doido. Como sou do ramo, identifico mentiroso logo.
Não sou forte o tempo inteiro e não gosto de admitir isso, então não espalha. Eu sou fraca às vezes. Muitas vezes.
Você é meu. Meu, como eu sou sua. E se morrermos, morremos. Todos os homens têm que morrer, Jon Snow. Mas, primeiro, vamos viver.
Eu não acho que é preciso saber exatamente quem sou. O que realmente importa na vida e no trabalho é se transformar em alguém diferente do que se era no começo.
Você me defende o tempo todo. Por que continua aqui? Eu sou ruim, eu não sirvo pra você. Então por que não fica o mais longe que puder de mim?
Você vai me dizer que a vida é assim mesmo e me provar que eu sou só mais uma apaixonada patética que não se cansa de testar o limite de sofrimento que suporta. As suas respostas eu sei decor e você não se esforça pra me surpreender. Mostrando que não se esforça mais pra nada que seja por mim. A que ponto cheguei.De novo me atirando nesse esgoto pra tentar consertar as coisas que já foram pelo ralo. Me vejo tão boba. E tão corajosa. E tão insistente. É bom ser corajosa, mas preciso aprender a ir embora. Essas tuas partidas doem tanto. E eu continuo aqui, parada e dolorida te escrevendo minhas loucuras. Vou saber lá em que braços você anda se jogando por aí e que promessas você tem feito por aí. E eu aqui guardando meus braços e promessas pro fim do mundo. Que com certeza vai chegar antes de você. Volta pra mim o caramba. Preciso parar com essa mania de te amar, e começar a me amar um pouco mais.
E acontece que eu ainda sou babaca, pateta e ridícula o suficiente para estar procurando O Verdadeiro Amor.
