Poesia eu sou Asim sim Serei
Rodei por um tempo no vazio das palavras. Elas, emudecidas, não diziam nada, e eu? imersa nos labirintos do meu silêncio, onde os pensamentos se embaralham. Mas hoje... Quase agora... Uma palavra ousada se atreveu a sussurrar em meu ouvido, quebrando o amargo do meu silêncio. Chamou isso de liberdade. Sigo, e cumpre minha sentença. O crime? Sentir demais. O único imperdoável, ou inafiançável.
Eu votei em você cinco vezes. Mas eu estava errado. Você não tem a coragem necessária para ser papa.
Eu costumava pensar que lá fora era lá fora, e aqui era aqui. Mas agora que saí e fui trazido de volta… Eu sei. Lá fora, aqui, é tudo igual. Só que aqui, ninguém precisa mais fingir.
Duzentas pessoas naquela sala e cada uma quer que eu seja outra pessoa. Elas deveriam sumir e me deixarem ser o que sou.
O cristianismo irá embora. Vai desaparecer e encolher. Eu não preciso discutir sobre isso; eu estou certo e ficará provado que estou certo. Somos mais populares que Jesus agora. Eu não sei quem vai acabar primeiro, o rock'n'roll ou o cristianismo. Jesus era legal, mas seus discípulos são grossos e medíocres. São eles distorcendo isso o que estraga, pra mim
"O passado que me assombra todos os dias faz com que eu tenha força para transformar o meu futuro."
"Quando se chega novo num lugar e as pessoas me olham como se eu fosse um ser de outro mundo,mal sabem elas que não entro mais nessa vibe,acredito em mim e nos meus sonhos mesmo que me substimem e duvidem da minha capacidade"
Eu que sempre defendo a filosofia de dizer o óbvio, agora estou no dilema entre meus desejos, receios e minhas convicções. Eu já revelei o que sinto em muitos sinais, gestos, sinônimos, recitei quase todas as palavras, falei cantando, mostrei cuidando, flertei brincando... Eu disse tudo, menos o óbvio. Agora eu entendo que o óbvio por mais simples e correto que seja, ele dá medo. Ele assusta porque é uma variante... ou ele cria um ponte ou ele levanta uma muralha... Ou ele une, ou ele sempara. O óbvio tende a ter resultados distintos, seu delta nunca tende a zero e por isso dá medo, uma vez na equação o óbvio sempre resulta em transição. Nosso medo não é do óbvio em si, mas da mudança que ele pode provocar. Por isso, reformulo minha teoria: O óbvio deve ser dito sempre que sua mente estiver preparada para perda na mesma intensidade com que anseia pela conquista e independente do resultado, seja fiel aos seus princípios!
"Sabe de uma coisa? Lá na frente, você e sua descendência irão agradecer ao Criador por eu não ter desistido de você quando tudo parecia improvável."
Eu me sinto livre. Percebo que toda hesitação consome minha liberdade, mas a cada segundo me sinto mais livre. Isso é imaturidade ou niilismo? A liberdade me fortalece ou me esvazia?
"Você me desmonta e me refaz na mesma intensidade. Eu poderia passar a vida inteira me perdendo nesse corpo e nessa deliciosa perfeição."
"Eu penso em você mais do que deveria, mais do que é saudável. Você está em tudo, mesmo quando não está por perto."
"Com você eu quero tudo, eu quero o êxtase na sua forma mais pura. Aquele sentimento que me desnorteia e me torna refém do teu querer."
Como eu pude ser tão ingênuo? Eu era contra segundas chances, costumava dizer que não queria ler o mesmo livro duas vezes pois já sabia o desfecho. Agora eu tento sobreviver à ânsia de merecer uma segunda chance para poder reescrever aquele antigo livro.
Eu escolheria mil vezes fazer o certo e ninguém permanecer ao meu lado do que, fazer o errado e todos permanecerem ao meu lado.
Finalmente, eu consigo resistir a tudo que seja relacionado a você, por favor, só não se aproxime muito, posso esquecer do finalmente.
