Poesia eu sou Asim sim Serei
Permaneça comigo, com fé eu peço. Me vigia aí de cima, me proteja os caminhos, me resguarde nos percalços. Ao meu lado sempre esteja e quando tudo for tristeza, me alegre o coração, encha-o de amor. Deixo em Tuas mãos os meus sonhos, pois sei que és meu Pai, és meu Senhor, meu Salvador. Amém!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
E quando a Maturidade chega não temos mais vergonha de dizer: eu errei. Somos ousados o suficiente pra dizer; me perdoe. E temos humildade o bastante pra dizer; eu preciso de você. Nós já conseguimos dizer; Obrigada (o). Temos coragem pra dizer; Você é importante pra mim. Sem nenhuma neura, sem medo de perder um pedaço, sem nos preocuparmos com o que vão achar, sem com isso nos sentir menos homem, menos mulher. De forma; normal, objetiva, clara e de coração. Iracema R.
Eu estava morto até você me encontrar, embora eu respirasse. Eu estava sem visão, embora pudesse ver. Então você chegou... e eu acordei. .
Bem que eu queria ser mais do que amiga, mais do que uma companheira de escola mais do que isso tudo, queria ser uma pessoa para você me levar para vida toda do seu lado, para te abraçar, te beijar, te dar muito carinho , mais como todos falam querer não é poder...😓💔
Em toda a parte onde eu ando, / Ouço este ruído infindo: / São as tristezas entrando / E as alegrias saindo”.
Não há fingimento, eu te amo. E eu vou amá-lo até eu morrer, e se é a vida depois disso, eu vou te amar então.
Ali,até as tentativas de elogios são equivocadas.—"Eu não sei como o Claudeci consegue dar aula naquela bagunça,não consigo!"
Eu digo: é um mau aluno, hostil e aviltador da escola, e a minha colega professora diz:—"Pois comigo,ele é ótimo"! Estimação?
Nenhuma musica pode compor esse sentimento forte de amor que eu tenho por você ❤, acho que é mais forte que o própio amor porque excede a própia consciência humana ❤
Sobre essa coisa de escrever um novo capítulo na sua vida: eu já derrubei o nanquim na mesa toda faz tempo
"os homens sempre procuram a ilusão nos sorrisos delas enquanto eu encontro a verdade no seu olhar..."
Eu quero acordar, sentir o cheiro da manhã, olhar para o lado e ver você ali, te encher de beijos e falar no seu ouvido que é exatamente isso que eu quero pra minha vida.
A cantiga que eu canto à primavera, / sendo alegre demais por ser sincera, / exprime a ânsia infeliz de ser feliz”.
Eu e você temos muito em comum, certamente tudo que queremos é realizar algum sonho, ser amado sem medidas, poder confiar cegamente em alguém, enfim, ser feliz! Certo? Então sejamos amigos.
Era tão bom ser rica, eu podia fuma dentro do taxi e ninguém falava nada só porque eu tinha dinheiro... saudade, bons tempos que não voltam mais...
Posso dizer que como escritora e como leitora, eu encaro o personagem como rei. Ou rainha. Não importa o quão cativante seja a ação ou interessante a reviravolta nos acontecimentos, se eu não sentir que estou conhecendo alguém que parece real, eu não vou ficar convencida a ler mais.
O meu Deus nunca falhará, eu sei que chegará a minha vez, ele não se esquece da nossa aliança :). Ele é Fiel :)
