Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu pensava que carinho, amor, sinceridade e respeito eram sentimentos suficientes pra romper qualquer barreiras, mas eu estava enganada. Muito enganada.
E o pior de tudo é que mesmo vc tendo feito tudo que fez eu ainda te quero, apesar de ter me deixado em pedaços te quero ao meu lado.
Eu buscava a fórmula milagrosa. Mas não existe fórmula milagrosa. Existe é "fala milagrosa": te amo! Gratidão!
Eu quero entrar na porta do seu coração, mas se você não quiser me dar a chave... Eu vou forçar até arrombar a porta.
" Se você ama ela (e) de verdade cuide, dê valor, porque eu tenho certeza se ele te ama e ela te ama vale a pena vocês lutarem pelo amor de vocês."
Você diz que me ama...sabe... Eu duvido, porque você não prova e se não quer provar está à vontade mas não me volte a dizer isso, limite-se a tentar prova-lo e aí eu irei concordar com você
Eu penso no silêncio da paz, do sossego que não deve ser interrompido por qualquer bobagem, penso no sentido da vida e nos nossos sentidos. É isso que sempre penso..
Tudo esta vazio, e as pessoas refletem isso cada vez mais, eu me tranquei no alto de um castelo e me fechei para o mundo. E mesmo olhando tudo por essa pequena janela eu realmente espero ser resgatada. Ainda acredito nos príncipes. Ainda acredito no amor
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
Eu infelizmente não pude escolher o meu número de QI, mas posso escolher o meu número de dedicação, e isso, equilibra as coisas.
Certo dia, eu estava estudando, parei para reflexão sobre minha vida, sobre o que estava acontecendo, sobre para que rumos eu estava indo. Minha concentração já estava distante naquela momento, pensei na minha turma, no barulho e bagunça que estava aquela lugar onde eu ia ao topo do stress todos os dias. Poucas pessoas me incentivavam naquele lugar, era realmente uma instituição desestimuladora, porém, tinha sempre pessoas para contar, realmente eram grandes amigos, não que fossem todos homens, mas isso é gramática né. Enfim, quanto mais eu pensava naquela misero espaço de tempo em que eu desperdiçava, existia outras pessoas se dedicando, entretanto, aquele momento foi necessário para eu ver que a vida estava me dando uma surra, antes dos meus 18 anos. Percebi que quanto mais eu caia, mais eu tinha força para me reerguer, pois, meus amigos estavam lá, minha família estava lá, sempre mandando forças positivas para mim, realmente, quando colocamos algo em nossa mente, não existe ninguém que poderá tirar, se não mesmo você, por isso, estude e jamais desista como um covarde, de covarde já bastam aqueles que queriam te derrubar
Quando fizer novas amizades me avisa,quando criticar melhor me avisa por que recalque eu não seguro.Bjs no ombro
Eu acredito na cristandade tanto quanto acredito que o sol nasceu: não só porque eu o vejo, mas porque por ele eu vejo tudo o resto.
As pessoas são como girassol, precisam de alguém para mudar de direção. Eu apenas quero ser o sol delas.
Eu odeio ser o que sempre corre atrás das pessoas, o que sempre chama, o que sempre faz tudo. Tanto, que aprendi a deixar virem atrás de mim, porque cansa.
Ainda bem que eu deixei de ser otário. Não publico mais nada de graça. Ximeno, meu tolo, faça o mesmo, não publique seu lixo aqui.
Os fracassos ajudam-me a crescer porque tiro sempre dos seus ensinamentos algo positivo. Se eu não fracassar, não serei humana. Se eu, por receio, não exteriorizar as minhas emoções, estarei a permitir que qualquer coisa seja capaz de me derrubar. Mas, se eu continuar segura e emocionalmente forte, saberei sempre - com a nitidez surpreendente de quem olha e vê - que o mundo não me deve nada e que só a mim cabe continuar a ser feliz.
Não coincido com o negro de uns e não me identifico com o branco de outros, porque, sinceramente, eu sou diferente e orgulho-me de pensar e de agir assim. Não tenho que ser igual. Não tenho que concordar com o que não condiz comigo. Não tenho que me deixar sufocar por jornadas que não são a minha. Se sei tomar conta de mim, se dou conta dos meus valores, se defendo os meus desejos igualmente como legítimos e se me aceito como sou, também sei respeitar os outros pela sua liberdade individual de serem como são e o que são, sem me obrigar a nada.
Eu queria um final perfeito. Hoje aprendi, da forma mais difícil, que alguns poemas não rimam e que algumas histórias não têm um começo claro, um meio ou um fim. A vida é não saber, é ter de mudar, e é agarrar o momento e fazer dele o melhor, sem saber o que vai acontencer a seguir. Deliciosa ambiguidade.
