Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
O poeta nasce pronto, se fortifica com o diálogo de seu interior e tudo que o rodeia, muitas vezes em luta insana. Em letras, sofre o poeta, subjugado por amores, desilusões, saudades, iras ou sorrisos. Mas elas mesmo o curam e ele traça com maestria seus versos. Mesmo que seja apenas no cofre de sua mente, onde guarda seus tesouros secretos.
Que hajam sinceras cores nos olhos, em verdes, azuis ou marrons, flores, carinhos, amores, pintados em poéticos tons...
Tombos na vida são importantes para que aprendermos a ver bem o rumo por onde seguimos.Sejam tombos reais ou aquele onde o pensamento prega peças, induzindo a algumas coisas que nem sabemos de onde vem a ideia ou tentação.Muitas vezes nos perdemos por causa deles. Cabe a nós escolhermos o tanto de tombos que podemos suportar, mas uma coisa é certa: todos eles nos farão levantar e aprender.
Quando uma lágrima solitária e teimosa,cisma em descerpelo meu rosto, ignoro-a, porque já não tenho mais a ansiedade da espera e nem o temor da ausência !
Sempre haverá uma interrogação sem resposta, da humanidade já quase perdida, à procura de si mesma e do que virá em seguida...
Sábio não é aquele que conquista uma multidão, mas sim aquele que controla seus impulsos e pensa antes de agir.
Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue.
Porque a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus. Pois está escrito: "Ele apanha os sábios na astúcia deles";
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
Dentro do racionalismo puro irracional, envolvido no egocentrismo psicossomático e no pragmático fanatismo selvagem indomável, encontramos a tricotomia antropológica da impiedade humana.
Aquele que é puramente racional subirá ao ápice da insensibilidade e o outro, que é puramente emocional, descerá à profundez da insensatez.
Abominação é, para os justos, o homem iníquo; mas abominação é para o iníquo o de retos caminhos.
"A fé em Jesus Cristo", Rm 3.22 em grego é "πιστεως Ιησου Χριστου". A palavra grega para fé tem o sentido de fidelidade ou lealdade. A fidelidade de quem? Do homem ou de Cristo? Não do homem. Porque o homem pecou: "Porque todos pecaram", Rm 3.23. "Não vem das obras, para que ninguém se glorie", Ef 2.9. Mas a fidelidade de Jesus Cristo a Deus Pai: "O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano", 1 Pe 2.22. A fidelidade de Jesus Cristo é recebida pelo homem pecador para a salvação eterna como dom ou presente de Deus: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus", Ef 2.8.
Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.
Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia.
Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.
A razão é o ato de pensar sobre qualquer assunto para chegar à verdade concreta e, depois, agir de maneira correta.
A tentativa de impressionar alguém é igual a girar no eixo do ciclo infinito de vanglória egocêntrica.
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