Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
Saudade dos momentos mais simples. Um chamêgo, um cafuné, você colocando sua cabeça sobre meu ombro. O amor estava no ar nas ações mais simples.
Por que você não me retribui com o teu amor? Canso de demonstrar tu o que sinto por ti, mas sinto que faço à toa.
Regozijo-me em ter você por perto. Teu toque, apenas tua presença deixa meu estômago cheio de borboletas.
"Se somos galinhas aguardamos a visita do criador ao menos uma vez ao dia, se somos águias buscamos nosso próprio alimento ( pois acaso não possuímos tal capacidade?)".
O processo da conquista muito me apetece, pois posso pressupor que há certeza na ação e que dará: uma planta salutar, com flores lindas e frutos bons!
Éramos como um barquinho de papel, moldados do início ao fim para velejar apenas em uma rasa poça d'água.
Porque quem escreve despe sua alma tentando, em cada trecho, rimar sua fala. Se te faço versos, te peço, leia meus gestos e não cale minha alma.
O sentimento de amor não pode ser resumido em uma palavra, mas a palavra amor sozinha resume muitas coisas.
preto de mais pra ser branco, branco de mais pra ser preto, então lide com isso, pois o Brasil é miscigenado ou seja: o guri é o príncipe mestiço.
já eu, nasci sem chorar, quieto, so observando ao meu redor, Falaram: “será que esse moleque tá morto? Eu tô ficando com dó”. Aí o médico branco me pegou e decidiu que ia me bater, quando ele levantou a mão pra dar o tapa, eu respondi: “rela em mim pra você ver”.
É como um cadeirante arrogante, tentando ensinar algumas dicas de 100 maestros razos para o Usian Bolt. É como um cara que nunca atirou na vida, tentando ensinar o pistoleiro a como se segura a colt. É como um coach que ensina a ser rico, se ele soubesse ser rico, ele era rico, e não coach!
Coração cheio é o que eu quero levar para minha mãe, para minha irmã e para todos os outros que acompanham o corre que os moleque faz no mata ou morre, eu sei que às vezes suor e sangue escorre no chão, fica melado e uma lembrança, um moleque contornado de giz na infância, não é isso que quero ver, eu quero ver vários moleque rimar melhor numa lambança, que mostre para eles que o futuro é possível, tudo depende de qual vai ser o seu nível, hoje em dia eu sou solido e não ferro.
Descanse, tire os sapatos que apertam os seus pés e já não te servem mais. Deixe também ali no canto a vaidade e o ego que machucam as suas costas. Dispa-se das amarras, que deixam marcas nos seus punhos e te aprisionam entre paredes que não se pode ver.
"Muitos falam sobre o fim do mundo. O mundo acaba toda noite quando vou dormir e continua acabando a cada hora que passa depois que eu acordo."
Escrever é a minha forma de libertar a minha imaginação, de compartilhar as minhas emoções, de provocar as minhas reflexões. Escrever é a minha forma de viver.
O amor é uma forma de argumentação, onde defendemos nossos pontos de vista e consideramos as objeções e perspectivas alternativas. O amor é uma forma de reflexão, onde tomamos nossas próprias concepções sobre o outro e sobre nós mesmos como objetos de pensamento. O amor é uma forma de negociação, onde buscamos aumentar a aceitabilidade dos nossos sentimentos e reduzir as divergências entre as nossas concepções.
A vida é uma aventura que se renova a cada dia. Não tenha medo de arriscar, de experimentar, de se surpreender. Cada momento é único e pode ser o início de uma grande história.
A dor é uma mestra que nos ensina a valorizar o que temos, a superar o que perdemos, a crescer com o que sofremos. A dor é uma parte da vida, mas não é a vida toda. A dor pode nos ferir, mas também pode nos fortalecer.
A dor é uma prova de que estamos vivos, de que somos humanos, de que temos sentimentos. A dor é uma oportunidade de aprender, de mudar, de evoluir. A dor é uma companheira que nos acompanha, mas não nos define. A dor é uma transição, mas não um destino.
A escrita é uma forma de arte, de comunicação, de transformação. Eu escrevo para criar mundos, personagens, situações que possam tocar as pessoas, fazê-las rir, chorar, pensar, se emocionar. Eu escrevo porque eu tenho a chave para abrir as portas da imaginação. [...] (em entrevista)
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