Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
Amar incondicionalmente é alimentar a própria alma, sem se entregar a paixões desenfreadas, conflitos e sonhos impossíveis.
Qualquer coisa que nos cause angustia e sofrimento não pode ter uma causa natural, pelo contrário, é uma ação que contraria a nossa própria natureza, e precisa ser identificada e superada.
Quando éramos crianças, os nossos pais ou responsáveis nos protegiam, e nos e ajudavam na tomada de decisões, porque éramos incapazes. Quando crescemos, passamos a ser livres para pensarmos e agirmos livremente, assumindo a responsabilidade pelos nossos próprios atos, mas ainda temos uma carga de preconceitos, medos, incertezas, e culpas, que nos levam ao marasmo e indecisões.
Reconhecermos as nossas limitações ajuda a superar fracassos, mas também temos que aprender a superar as incapacidades, através da busca do conhecimento e capacitação, que é o encorajamento e o enfrentamento das situações e adversidades, sem nos isolarmos num casulo.
Nós controlamos os alimentos que nutrem o corpo, mas negligenciamos o que sustenta os nossos pensamentos, complicamos as coisas simples e desperdiçamos o elogio, o afeto e a alegria que contagia o início dos relacionamentos, pois o milagre da vida está na harmonia da ação humana.
A vida se passa no momento presente, o aqui e agora, e não é preciso arrastar correntes de amarguras do passado, nem sofrer por antecedência pelas incertezas do futuro, se é certo que não podemos levar nada quando partirmos, a vida será uma oportunidade única e uma autobiografia, onde ninguém pode ser um mero expectador, mas protagonista da sua própria história.
Hoje, o maior problema daqueles que se dizem "cristãos", é a infeliz tentativa de querer relativizar a palavra de Deus.
Antes eu duvidava que alguém pudesse viver pela fé: agora creio que muitos vivem, exclusivamente, da fé, alheia.
As palavras podem expressar as nossas angústias ou apenas compor os nossos silêncios, porque ainda cremos que, como na natureza, todas as coisas são passageiras e tudo se renova diariamente, até as nossas esperanças.
A fé num ente supremo não é uma atitude irracional, mas coerente com o reconhecimento das nossas próprias limitações, permitindo aceitar determinadas situações que ultrapassam a nossa capacidade de reação, ou fogem do nosso controle.
As coisas não mudam num passe de mágica, o que muda é a forma de enxergarmos, e a disposição para enfrentarmos os mesmos problemas e dificuldades, com o fim da angústia e da tristeza.
Todos nós enfrentarmos novos desafios, crises, conflitos e dificuldades, que geram, em maior ou menor grau, insegurança, medo e receio. Mas temos capacidade para agir, e precisamos ter fé, confiança, coragem e disposição para enfrentarmos qualquer adversidade, assumindo os riscos, encarando os fatos, sem jamais desistir.
É preciso crer, segundo a fé individual, na superação dos limites, na valorização da família, na produção do conhecimento através da formação, e na geração de riqueza através do trabalho.
É preciso esforço para caminhar na direção desejada, porque a letargia é como um sono profundo, e ficar imóvel não nos leva a lugar algum.
Não se santifica pecado! Por mais que todos façam, teus "amigos" te aconselham a fazer e todos digam ser normal: pecado continua sendo PECADO.
"A moda agora é relativizar o evangelho para respaldar a vida de pecado. Tolos! A palavra de Deus é verdade absoluta. Você crendo ou não".
Ha quem diga que apenas as mulheres sejam perfeitas, talvez, por isso, os homens busquem tanto a perfeição.
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