Poesia de Medo
. Medo X Pavor
Ao Nascermos, possuímos apenas dois tipo de medo.
Medo do cair e medo de barulho, todos outros medos, são criados em nós.
Na vida adulta, diferenciamos medo de pavor, enquanto o Pavor nos paralisa, medo é um estado de alerta.
Li uma frase que dizia: Vai. e, se der medo, vá com medo mesmo.
Frase assertiva, uma vez que coragem não é ausência de medo, ter medo é as vezes é importante, talvez necessário.
Medo me torna prudente, um estado de alerta necessário para evitar tudo aquilo pode, de alguma forma, me prejudicar.
O Pavor nem me deixa tentar
Nosso passado em perspectiva, é possível avaliar o grau de Pavor que nos acomete.
O medo de amar paralisa,
impede o coração de voar
em todas as direções.
E de pousar na flor
mais linda do jardim.
A última besta do Apocalipse será uma renovação do antigo Império Medo-Persa, com uma nova roupagem de “religião militar” nos tempos do fim?
Gênesis 16:11-12 | Daniel 2:32-33, 39 | 7:5, 8, 20-21 | 8:9-12, 23-25 | 11:2-5, 36-38 | Apocalipse 13:1-2 | 17:1-18
Sou imperfeito e tenho certeza sobre isso... sabe por que?
Porque amo e não tenho medo de me entregar e de me confessar nos meus gestos!
Não são os elefantes que nos metem medo, pois eles são visíveis e quem não consegue percebê-los são cegos de olhos abertos.
Observemos as formiguinhas, pois são os detalhes que nos aniquilam.
Não existe HERÓI covarde. Primeiro, temos que perder o MEDO de perder, seja a vida, as pessoas ou os bens. 🗿✨
🤜🏾🧩🤛🏽
a gente tem medo
do que pode ser
se for tudo
se for muito
se for inteiro
eu tenho medo
do que posso ser
ser for tudo
se for muito
se for inteira
tenho medo que interpretem demais minhas palavras:
que coloquem significados onde não existem
que fiquem focados em compreender muito esta ou aquela expressão
que se iludam buscando profundidade no raso e luz onde só há escuridão
que espelhem demais suas próprias frustrações naquilo que eu disse
porque eu raramente digo o que não queria dizer
é quase sempre direto, reto, sem arrodeios
mesmo quando invento palavras apenas porque acho mais bonitas de ler
tenho medo de quem perscruta cada colocação pronominal
caçando explicação que eu nunca desejei oferecer
trocando os verbos, pintando a roupa, tirando a tinta, podando o verso
quando tudo o que eu falo é tão simples
tão simples
tão simples
é coisa mais sobre sentir do que sobre entender...
O silêncio de gelo
Não convence,
Não impõe medo
E não me cansa.
Sim, você é maior
Do que você pensa:
Nasceste para ser
A real diferença.
O tirano de urânio
Não me alcança,
Sou peixe ensaboado,
O atrevido poemário.
Sim, sou aquela
Que ensina a pensar
Antes de falar,
Para que ninguém
Se atreva a fazer
O povo a se calar.
No décimo dia do ano
No décimo dia do ano
quero que você não
tenha medo do futuro,
Quero que você confie
no seu talento puro,
Porque na vida só você
que é o seu porto seguro.
Desfila a falta
De compromisso
Com a razão bem
Na cara do povo,
Não sei se tenho
Dó, medo ou receio.
De quem assumiu
A Revolução como
Vingança e não
Como evolução,
Temo pela vida
De todos os que
Foram injustamente
Levados à prisão.
Desejo em prosa,
Verso e oração,
Todo o dia
Que ali paire e fique
O diálogo e a compaixão.
Balança a palmeira diante
do vento da esperança
na Ilha do Chico Pedro:
decidi amar sem medo.
Na Baía da Babitonga fica
e assim me deixo levar
como embarcação que
está próxima de chegar.
Conhecer bem por onde ir
e sei que sabe me encontrar
onde estou em pleno mar.
Não preciso muito fazer
para a nossa hora acontecer,
e com os olhos fechados viver.
Em algum momento
tive medo de
perder o meu pão,
E da noite para
o dia o perdi,
e me tornei o poema
da imigração.
Não existe governo
que dê conforto
ao povo,
Se não formos
unidos vão nos
matar de desgosto.
Que me condenem
ao lixamento moral,
A verdade precisa
ser ao povo dita,
porque mantê-la
engolida é imoral.
O direito sagrado
de gritar contra quem
Nos escraviza não
vou abandonar,
A nossa realidade
povo e povo,
Pede que sejamos
contra os regimes que
querem nos assassinar.
Aqui não é qualquer
lugar do mundo,
Eu e você nascemos
na América do Sul,
Lugar onde não
existe Governo,
E sim senhores
da nossa escravidão,
não há esquerda e direita,
são eles contra a população.
Só você me deixa assim:
sem nenhum receio...
És a melhor parte de mim:
despida do medo.
Só você me deixa assim:
infinita e segura...
És a minha ventura, sim!
Enfim, a sonhada aventura.
Só você é capaz sem fim,
de amar-me aberta e franca,
No ponto exato e doce
de deixar-me a teu gosto
Para dizer ao mundo:
- Que sou tua humanidade,
a tua fuga e rendição;
Só assim voltou a bater
este meu pequeno coração.
De tudo que não se esquece,
nada teu se exclui;
Só me engrandece.
De tudo que nos aquece,
nada teu se evita;
Só me faz mais atrevida.
Se é para romper as fronteiras,
que seja atravessado
o oceano que nos [separa].
Se é para romper expectativas,
que sejam abandonadas
- as emergências;
Rumo as indicações do destino
que surpreende e sempre [prepara].
Sabor de tudo, sabor de mundo
Com a alma em desterro,
Vais seguindo sem medo,
Levando-me em segredo.
Amo demais os teus sorrisos,
Por ti faço letras dos suspiros,
Gozos, contentamento e risos,
Desenho sonetos novaiorquinos.
Quero de ti de tudo um pouco,
Tenho de ti ainda pouco,
Sou um coração em sufoco,
Esperando pelo meu moço.
Portanto, te aguardo com carinho,
Preparei um céu riscado de estrelas,
E um aconhegante ninho de sutilezas,
Para que voltes a cruzar em meu caminho.
O poeta Ronaldo soube definir bem:
"...você é o medo que me falta.".
Por isso muitas vezes eu te evitei,
Agora, eu te juro com Cunha e Lima
Que não vou fugir dessa história,
Que secretamente me fascina,
Estou indo em letras para a nossa Paraíba...
Paraíba que é terra, fogo, ar, mar e poesia,
Que por algum motivo surgiu para mexer
Com a minha cabeça e com todo o meu ser...
Vou danadíssima te provocando com versos,
Inspirando para você me ter em parceria.
Com brilho nos olhos e um paraíso no peito,
Temos um carinho que já está ganhando jeito...
Destes teus lábios e coração emanam
Um sotaque perfeito, que me provocam
desejo de amanhecer atada em ti;
Escutando a tua deliciosa voz.
Porque eu te desejo sem metades,
Cobiço-te inteiro, e sem cessar;
Chegarei com a força do vento do sul
Anunciando que cheguei de vez para ficar.
Resoluta do desejo de te amar,
Tenho medo de te decepcionar;
Procuras por meus mistérios,
mistérios não tenho para ofertar.
As vontades são amigas da poesia,
As saudades viram doces versos,
Um segundo sem a tua atenção:
é para mim um Universo...
Sou flor do campo, perfumada,
És doçura tremenda, alvorada;
Voo livremente com a passarada,
sonho ser para sempre a tua amada.
Fecho os olhos para te encontrar,
Só de nos imaginar: contorço-me
De loucura boa - coisa de moça;
Sou tua fera, mas também
sei ser super macia... [poesia]!
Orbito nos horóscopos
secretos das galáxias,
Ninguém me captura
nem por medo,
Como borboleta nômade
não tenho e não terei
nenhum governo;
Não há autoritarismo
que me dobre ou prenda,
A minha liberdade interior
é a indestrutível crença.
Tentar insistir é loucura,
trago os signos
e as fases da Lua,
Como borboleta nômade
vivo pronta a escapar,
Ninguém nunca
há de me dominar;
Tenho vela, bússola
e orientação interior:
ignoro o quê tumultua,
Estou por onde você
menos imaginar
todos os dias
sempre a surpreender
onde menos esperar.
Este mundo sendo
virado do avesso,
sem medo confesso
que sonho o tempo
inteiro com você,
e assim te carrego.
Na janela da sala
o infinito da espera,
meditando a entrega,
o aroma das rosas
beijou o meu rosto:
não escondi o jogo.
As adagas da Lua
imortalizando sinais,
o céu rompendo
com o impossível
e abrindo caminhos
para o amor possível.
No jardim secreto
das noites de seda
as estrelas como
centáureas brancas
soltas na Via Láctea,
e eu hipnótica e nívea.
Os quadris no ritmo
do vento ao encontro
do teu como destino,
em festivo encanto
celebrando morada
e canção sussurrada.
Não temendo nada,
trazendo à tona
a vontade represada,
como uma pagã
convertida a religião
entreguei o coração.
Não tenha medo de manifestar a sua mudança
de opinião, e sim tema perder a coerência para si e em público. É extremamente perturbador perceber pessoas que mudam de opinião sem recordar do posicionamento anterior.
