Poesia Bilhete
..ainda lembro meu primeiro bilhete,
Encontrei em uma sarjeta,pedaços de papel...
Ainda lembro.
Ainda escrevo...
Muitas vezes, nem sempre em papéis.
Sei que estava rasgado!
Simplismente.
Bilhete.... Chorei e sorri, não tive medo de viver o amor impossível que o destino me ofertou, não tive receio de me reinventar, mudar, transgredir, não terei agora medo do mundo sem você, pois, esta despedida não é um término, talvez um hiato, para que ao ascender à minha divindade eu possa novamente desfrutar dos teus favores, minha deusa, minha musa, minha heroína.
Casthoro´C
Bilhete... Despido dos reflexos e dos enigmas que me aprisionam por incontáveis anos, vislumbrei nos teus olhos minha essência refletida no mar de tua lascívia, não sou filho do carbono e do amoníaco, mas pela dor sou discípulo de uma cardispliciente conduta poética, que me esculpe anseios e desejos por se entregar com verdadeira paixão à vida que emana de teus lábios, nutro-me do amor que ecoa de suas nuances e vivo feliz então por amar-te incondicionalmente, esquecido que sou homem e tu uma mulher, desdenhoso de meu coração, repleto de uma tola e irascível coragem, lanço-me ao mar de teus humores, para olhar de dentro de ti, à mercê de tua voluptuosa vontade, o movimento solar de teus olhos, enquanto sedento lhe devoro, como um tolo, esqueço que logo serei desprezado de teus favores pela minha incapacidade de ser o reflexo de vossos sonhos mais secretos.
Casthoro´C
Pois sendo um escritor sincero,
sujo, mas singelo,
lhe escrevo este bilhete
com as unhas grandes
como o ego.
Quando meu olhar te encontrou
Eu não conhecia o Amor
Quando um bilhete nós trocamos
Ainda não entedia o significado do Eu Te Amo
Mas bastou um novo encontro
dessa vez no banco da praça em uma linda noite
Ela envergonhada e eu fazendo o papel de galanteador
Apenas um beijo, e toda essa história mudou
E o amor? Conheci porque por ti senti
O eu te amo? Eu ouvi com sua voz doce ao meu ouvido
E viver esse momento foi inesquecível
Te amar, te ter, te querer, me perder e me encontrar em você
Eu só sei o que é o amor, porque vivi tudo isso com você
E cada momento eu tenho guardado em meu coração
o primeiro dia dos namorados, a luz do luar minha declaração
nosso anel de compromisso, a conversa com seus pais
sua festa de formatura e tantos momentos mais
Viver esse amor tão intenso e profundo
Me fez o homem mais feliz desse mundo
O Fim do meu Tudo
.
Colchas desarrumadas,
Travesseiros ao chão,
Um bilhete mesa,
Tremor forte na mão,
.
Leio e releio atento,
Vejo turvo, úmido e sofrido.
Não há mais um alento,
Não sou mais seu marido,
.
E as juras, não eram eternas?
A juventude já me passou,
Mas viestes com suas pernas,
Nem afeto mais demonstrou.
.
Será que tens outro alguém,
Por que me abandonaste?
Não valho mais que um vintém,
Um frio bilhete deixaste,
.
A vida segue adiante,
Mas que vida, de quem?
Esse velho sofredor e amante,
Não quer mais ter outro alguém,
.
Aos prazeres rasos me entrego,
Aguardente e meu cigarro,
Sem destino sigo e me levo,
A vagar com o meu carro.
.
A menos notícias me dê,
Me faça entender por favor,
Ter certeza que não vou te ver,
Que acabou o eterno amor.
Bilhete
Há dias de sol que me levam à rua esquecido desta natureza "introspecta", resguardado, ocupado e taciturno.
Não importa quanto tempo passe, quantas fazes amistosas se sucedam, meu coração deseja apenas você.
Pulso em compasso de espera pela tua tu presença em minha vida, tal como no dia em que nos encontramos pela primeira vez.
Naquela tarde de domingo eu não fazia ideia do quão incrível você tornaria a minha vida e monótonos os meus dias.
Um homem cheio defeitos, longe de ser o ideal, mas obstinado por tê-la em meus braços novamente.
Minha mesquinhez me leva a desejar teu beijo e te amar com tamanho fervor que jamais deseje ir embora novamente.
Regresse uma vez mais, faz do meu pito tua morada e mergulha sem reservas em minha alma poética, que anseia sem demora pelos teus favores.
Casthoro´C
Onde é o final desse mundo,
Sorrisos vou achar?
No arco-íris, no bilhete sobre o ar,
No caminhar do meu corpo.
Onde é o final desse mundo,
Sorrisos vou achar?
No céu pintado com as cores do alto mar,
Nessa canção que a lua fez pra eu cantar,
Ou nesse vento no meu rosto,
Sorrir, porque chorar?
Bilhete ao meu amor
Meu amor, eis aqui o meu presente
Espero que fique contente
Comprei estando bem consciente
Só quero te ver sorridente
Para isso, que eu pague em vezes.
Meu amor, que dia já lhe neguei?
Se há, diga, mas, pense bem
Desde quando me apaixonei,
Só penso em lhe dar tantos bens
Que ao não conseguir, me sinto um ninguém.
Meu amor, aceite este meu carinho
Embrulhado, com fita e lacinhos
Não o rasgue, amor, tenha jeitinho
Para que não rasgue também este bilhetinho
Que, de tão humilde, talvez passe despercebido.
Meu amor, sei que sou pobre, bem longe do rico
Mas contigo, me sinto um patrício
Um camponês, um bobo, um menino
Me sinto um todo, com potes e arco-íris
Um louco, atrás de seus sorrisos.
Bilhete
Ora, como dizia o festejado
arqui-sofista Valerius:
“O Universo é uma nódoa
na perfeição do Não-ser”...
Relembro isto ao tentar mandar-te
– ante a pureza intocada
desta página –
uma mensagem
de Natal. “Mas”,
- diz-me a página, “essa mensagem
foi mandada há muito (pergunta
aos três Reis Magos
se não foi...)”
Ah! Sim, eles tinham a Estrela!
Mas onde é que ela está?
A gente por aqui só encontrou depois
estrelas pirotécnicas
estrelas-do-mar
estrelas de generais.
Melhor não falar e
– em vez de escrever
qualquer palavra que macularia
uma pobre página, ainda nuinha
como a verdade –
será bom apenas desenhar
coisas
sem nenhum conceito
para atrapalhar...
Hoje,
dia de Natal,
eu desenharia pois
– toscamente –
nesta página
a Virgem, o Menino, o burrico...
– imagina
o bem que isso nos faria aos dois...
Porque então,
eu não estaria
te mandando umaideia
apenas...
Eu te mandaria umaVisão!
BILHETE PARA A MALDADE
A quem devo amar se já não tenho mais coração.
A quem devo amar se roubaram de mim o amor e a paixão.
Já não tenho ninguém para dá esperança ao meu dia.
Não é que até as lágrimas roubaram de mim
(nossa que mundo cruel).
Peço para a maldade que tenha piedade.
Deixe-me ao menos a morte para consolar minha solidão.
O bilhete
EU resolvi te escrever.
Reescrevi, rabisquei palavras.
As minhas folhas estavam amareladas
de tão guardadas.
Escrevia e apagava.
Além de muitas folhas amassadas.
Percebi que o lixo cada vez mais aumentava.
Estava em busca de palavras.
Palavras certas para me expressar.
Palavras de sentimentos...
Palavras de carinho...
Palavras de gratidão...
Nem pensei em escrever um poema.
As lindas palavras começaram a brotar!
Pareciam peixes pulando no mar,
ou até mesmo um lindo pomar.
Eu só queria mesmo escrever...
Escrever um lindo bilhete para VOCÊ!
Deixei-te um bilhete
Não saia do caminho que tracei, fique!
Na penumbra dos meus olhos vejo
labirintos...bifurcações a me perder…
mas meus sentidos toma-me as mãos...
e sai pela noite a buscar aqueles traços
que entre meia luz e doce melodia, trouxe
encanto para um coração incrédulo.
Espera-me! que bem ali encontrarás nossas
noites perdidas... e assim… algumas loucuras.
Já perguntei para os Astros…
no oráculo, dentro dos sonhos, um bilhete...
Maktub!
Aut. Brida di Beenergan
respeite direitos autorais
Um poema sobre o seu coração
Um bilhete a quem encontrar esse coração:
Cuide bem dele. Ele sentiu, desejou, sofreu, amou, sorriu e chorou intensamente por toda uma vida. Se lhe parecer bem, permita que tenha um pouco de paz até que, enfim, pare de bater.
Com amor, do sempre seu, "Coração Negro" (sim "negro", adjetivo que só lhe parecerá "ruim" se você for "preconceituoso", rs [aspas representam conexão]).
Ass: uma criança que teve a sorte de viver e morrer, uma vida completa, também, efêmera, se no tempo dos tempos do templo desse universo.
Não sinta pena, sinta medo, pois todos morreremos um dia. Não sabemos como é o outro lado, sabemos que lá não há nada. Tudo o que fomos deixará de ser para todo o sempre, e não haverá nada a ser feito. Você simplesmente acordou em uma montanha russa que desce furiosamente em direção ao chão.
Chão [Chão representa fim]
Aproveite a descida.
Um dia eu te escrevo.
Pode ser carta, bilhete, mas escrevo.
Espera a poeira baixar, espera meu café esfriar.
Espera o coração parar de bater tão forte ao pensar...
Um dia eu te paro na rua, te digo a aquela verdade toda.
Digo que senti tua falta, tua ausência.
E aí depois disso eu te escrevo.
Escrevo como foi passar tanto tempo sem ti.
O que foi matar tudo que eu senti.
Te digo o que foi não sorrir ao saber de você.
Por não poder mais te ver.
Não poder mais te escrever.
O Bilhete
Que bilhete foi esse
Que você deixou?
Dizendo que tinha partido
Pois não aguentava assim tanto amor!
Que já não suportava receber tanta flor
Estava cheia do meu romantismo
Que para você tudo acabou!
Não queria mais um amor tão perfeito
Café na cama, torrada e chá
Que não era preciso tanta poesia
Nem todo carinho pra te acordar!
Você sempre chorou
De barriga cheia
Por ser tão amada
Não soube amar!
Mas saiba que muitas na vida queriam
Somente um segundo
Ocupar seu lugar!
Faço da dor um bilhete encantado,
Do riso, um abrigo improvisado,
E sigo, ainda que despedaçado,
Com alma em festa e corpo cansado.
Bilhete do Dia!
Tenha discernimento para separar o que soma e o que diminui na sua vida.
E somente deixe ficar o que soma, que traz leveza e felicidade.
Apegue-se a tudo que lhe faça bem e seja bom para você.
Bilhete do Dia!
Só você possui o poder de determinar o que é bom para a sua vida. As pessoas podem opinar, mas a decisão final é sua.
Por isso, pare, pense e repense antes de agir.
E faça o que o seu coração mandar.
Bilhete do Dia!
Que você permita purificar a sua alma, a sua vida com bons pensamentos e boas energias.
Que transpareça e permita que brilhe a sua luz interior.
Concentre-se em tudo de bom que você possa ser.
