Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

Cerca de 526219 frases e pensamentos: Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

Meia Lua
O tempo é de chuva
Meia Lua
A noite faz frio
Meia Lua
Coloque a sua
meia, Lua

Gabriela Oliveira
insta: @sejaamodaantiga

Inserida por sejaamodaantiga

É o meu nome
É a minha vida
É o meu querer
Minha inspiração
Meu jeito de escrever

Eu sei que alguns agrado
E outros não
É por isso que existe algo chamado
"Liberdade de Expressão"

Gabriela Oliveira
insta: @sejaamodaantiga

Inserida por sejaamodaantiga

Diante de um lugar no passado,
a saudade é lágrima num brado...

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

SONETO NA MADRUGADA FRIA

Madrugada fria, no cerrado, lua no céu
Confidente, luzente, criando imaginação
Que faz do vazio, menestrel desta solidão
Nostálgica, que rascunha pesar no papel

Com duas estrelas ali caídas ao chão
Uma pulsando a saudade ao peito fiel
A outra querendo memorar feliz cordel
E assim, as duas, ditando a sua versão

Então, nas linhas, somente verso infiel
Chorando dos dedos, suspiros em vão
Já no tempo, perdidos, em veloz tropel

Oh, madrugada fria, consinta a emoção
Sair desta letargia de estar aqui ao léu
E dê ao versejar doce e leve inspiração

Luciano Spagnol
Julho de 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Madrugada fria, no cerrado, lua no céu
Confidente, luzente, criando imaginação
Que faz do vazio, menestrel desta solidão
Nostálgica, que rascunha pesar no papel

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Amar e ser amado,
Viver e adquirir conhecimentos
Cada dia que passa escrevo meus sentimentos,
Escrevo o que penso
Faço o que devo fazer,
Agradeço a Deus por cada amanhecer.

Inserida por VillaSaldanha

ERROS

Meus erros, o fado e seus enganos
Má ventura, estão no meu legado
Numa perdição, no destino calado
Onde a sorte, bastava, ser planos

E na dor, as lágrimas, estive culpado
Tentei no querer, ter bons atos ufanos
Mas a vida, no acaso, teve olhos tiranos
E neste infortúnio cascalhou o passado

Errei todo o traçado dos meus anos
Cosi do avesso ao invés de adornado
Os valimentos os concederei profanos

Na admiração não tive o tal agrado
Os amores, sobejaram os insanos
E agora na rudeza eu sou castigado

Luciano Spagnol
Julho de 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

SONETO DE POUCA FÉ

Oh! Alma conturbada, assim desolada
É tão pouca a tua fé, oh filho ingrato
Prende-te à esperança, sejas sensato
E a confiança em Deus, onde guarda?

Ele te assiste, te olha dos Céus, é fato!
Com paternidade impávida, e iluminada
Jamais cansa ou desiste, nunca é nada
De amor estoico, âncora, firme vicariato

Porque assim, me cambaleia, na morada
Nele tudo se alcança, é afeto imediato
Inteiro, como na morte, é terna estrada

Paladino de lança em riste, superiorato
Não fiques assim triste, ouça a chamada
Deus te clama, no conflito, Ele é exato!

Luciano Spagnol
06 de junho, 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Saber ter a alegria tal a liberdade dos pássaros, é o segredo da felicidade...

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

O MEDO

Medo, onde me encontrou?
Pensava ter me escondido bem
Mas pelo visto, o fez melhor
Pois quando te procurei, recuou.

Medo, onde habita?
Já te cacei e nunca o encontrei
O que está vestindo? Deve ser morte
Porque não há essência em sua vida.

Medo, um dia vou te achar
E quando isso acontecer você vai sofrer
Temer, chorar e tremer
Assim como eu fiz temendo te encontrar.

Medo, te achei!

Inserida por GabrieldeSantana

EXÍLIO

O canto da parede é sua casa
Os rascunhos ao chão, são sua família
A cama é uma vizinha chata
Que belo lugar seria.

Talvez fosse por um tempo
Ou nunca foi em tempo algum
Nada ali existiu, só o tempo
Que lhe recitava um poema por dia.

O silêncio é água e as palavras alimento
A boca se cala para poder ouvir a vida
Que passa suave, lentamente com o vento
Tentando alegrar-se com a cicatriz de uma velha ferida.

Inserida por GabrieldeSantana

UM DIA ACABA

Vivia transbordando
Assim era nos bons tempos
Transbordando.

Rabiscando toda uma folha
Explorando os cantos mais absurdos
Enquanto flutuava em uma bolha.

Buscando o dia
Glorioso e imortal
Entre versos e poesias.

Sorria recitando o amor
Transbordando mares de letras
Cachoeiras inteiras de amor.

Só pra mostrar quem sou
Me fiz poesia
Que no fim da história se acabou.

Assim como as folhas, canetas e versos
A fonte secou.

Inserida por GabrieldeSantana

GRANDIOSO

Tirei aquela máscara negra da cara
Mostrei-me humano
Comum, debaixo das farsas
Abri as portas do meu mundo.

Acreditando estar destinado
Ao amargo da realidade
Me fiz “feliz”, calado
Tragado por um sorriso de “verdade”.

Brindado eu fui com alguns sentimentos
E hoje “vivo”
Livre da ilusão dos tempos
“Morto”, mas vivo.

Inserida por GabrieldeSantana

CRIA-ME

Cria-me como seu
Me alimente, banhe e dê carinho
Ensina-me sobre algum Deus
Mostrando qual o caminho.

Faça-me feliz
Junte meus pedaços
Se eu cair não foi porque eu quis
Acolha-me em seus braços.

Ajuda-me ser alguém
Honesto, calmo, tanto faz
Me faça ver além
De algo chamado amor e paz.

Apenas cria-me.

Inserida por GabrieldeSantana

SANTA INSPIRAÇÃO

Ela só grita
Ignorando meu silêncio sagrado
Grita e me contagia com essa voz bonita
Desviando minha atenção para o seu chamado.

Ela dá vida para folhas em branco
Purifica e ilumina com sua doce presença
É gritado, mas é belo o seu canto
E encanta aos que aceitam sua existência.

Tão bela, tão breve
Não recordo de sentir algo tão puro
Uma virgem, a virgem de alma leve
O motivo de um ato absurdo.

Uma santa chamada inspiração.

Inserida por GabrieldeSantana

PROCURO POR UM POETA

Fui, sou, ainda irei
Ser um bom poema
Uma rima atravessada no seu verso.

Eu fui
Eu sou
Eu serei.

Um bloco de notas cheio
Cheio de rascunhos esperando um leitor
Disposto a me aceitar em seu leito.

Leia-me
Sinta-me
Reescreva-me.

Seja a mão correta
Me transcreva com outras palavras
Seja meu poeta.

Inserida por GabrieldeSantana

SONETO SOLENE

Memorar. Um ano. Que importa o ano? Talvez
somente para lembrar os suspiros de tua ida
do silêncio invasor na casa após a tua partida
pra morte, igual, desfolho outonal em palidez

Fatal e transitório, a nossa viveza é vencida
pelo sopro funesto, ao sentimento a viuvez.
Julho, agosto, setembro, vai-se mês a mês
ano a ano e outro ano a recordação parida

Da saudade filial, que dói numa dor doída
de renovação amarga e de vil insipidez
que renasce na gelada ausência sofrida

No continuar, o vazio, traz pra alma nudez
chorada na recordação jamais esquecida...
Neste soneto solene: - a bênção outra vez!

Luciano Spagnol
julho, 2016
Cerrado goiano
Um ano de morte de meu pai.

Inserida por LucianoSpagnol

Que insônia! O sino da igreja já badala
O galo da vizinha o canto já embala
E o sol pela janela a noite ameaça!

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Porém, se perde, também se ganha
Nas dores, se bate, também apanha
O próprio tempo que doutrina a gente

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Memorar. Um ano. Que importa o ano? Talvez
somente para lembrar os suspiros de tua ida
do silêncio invasor na casa após a tua partida
pra morte, igual, desfolho outonal em palidez

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol