Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
"A fé como o perdão, não são coisas prá gente entender, são coisas prá gente mudar...!"
☆ Haredita Angel
"Em 2014 em morri muitas vêzes.
Mas em 2015 eu me prometo a não morrer mais tanto!"
☆ Haredita Angel
"O que impediu da gente ficar junto não foram as diferenças.
Mas, os teus preconceitos."
☆ Haredita Angel
"A bíblia é realmente um livro muito sem sentido!
-Para aquele que não acredita em suas possiblidades..."
☆ Haredita Angel
"Não especulo mais a tolice dos tolos.
Nem me firmo mais na inteligência dos inteligentes.
-Aprendi que tudo isso é bobagem..."
☆ Haredita Angel
Pessoas e coisas inúteis, eu descarto!
- Sei que pessoas não são coisas, porque existem coisas que têm bem mais valor...
Não confie nos pensamentos que você tem em meio a turbulência dos sentimentos.
Até a água reflete melhor quando está calma e parada.
"Sou um salto de fé.
Sou uma montanha de emoções.
Sou filha de Iansã, não nego a minha mãe,
aviso que a tempestade vem vindo...!"
☆Haredita Angel
──── V O C Ê ───
Aconteceu;
Doeu.
Desapareceu;
Doeu.
Não voltastes;
Doeu.
Morrestes?
Morri!
☆Haredita Angel
O Primeiro Beijo
Não me lembro bem do primeiro.
Foi rápido e inesperado!
O segundo foi de tremer as pernas.
O último teve gosto de lágrimas;
E todos os outros, foram um começo . . .
Tinham gosto de nós.
O narcisista que parece santo, mas não é!!!
Sam Vaknin, especialista em narcisismo, descreve o “narcisista comunal” como um subtipo específico de narcisista, que busca suprir suas necessidades egoístas por meio de comportamentos aparentemente altruístas, empáticos e morais.
O que realmente me assusta nessa engrenagem religiosa não é o eco cansativo da palavra 'submissão'. O que me revira o estômago é o silêncio cirúrgico que vem depois. Há um arsenal de versículos prontos para moldar o corpo, o tom de voz e o tamanho da saia da mulher. Mas quando essa mesma fiel senta no banco do templo com a alma em frangalhos — ou com manchas roxas que o casaco comprido tenta sufocar —, a teologia deles convenientemente perde a voz.
Não existe um sermão de domingo contra o terrorismo doméstico praticado por maridos que, do lado de fora, simulam santidade. Não há clamor no altar contra o homem que usa as Escrituras como mordaça e o lar como cativeiro. Ao empurrarem a obediência cega e ignorarem o espancamento e a tortura psicológica, essas instituições não estão salvando casamentos; estão blindando criminosos. A igreja, que deveria ser o refúgio, escolhe ser o biombo que esconde o monstro.
Há uma pressa vergonhosa em exigir o perdão da agredida, obrigando-a a engolir o próprio choro para manter as aparências de uma 'família tradicional'. Mas na hora de estender a mão para arrancá-la daquele inferno, o discurso muda: dizem para ela orar mais, aguentar mais, carregar a cruz. Esse abandono não é apenas covardia, é cumplicidade de púlpito. A lição urgente que essas lideranças precisam aprender é que Deus não habita onde a violência é acobertada. Se a sua fé serve para controlar a vida de uma mulher, mas falha miseravelmente na hora de salvá-la da morte dentro de casa, ela não é religião; é apenas um pacto de silêncio mascarado de santidade.
Chore sempre que sentir vontade.
Chorar não é sinal de fraqueza e muito menos algo vergonhoso. Colocar pra fora o que está machucando é normal e muito necessário.
Permita-se chorar algumas vezes, as lágrimas irão levar com elas a dor que está apertando o peito. Elas são as palavras que foram engolidas ao invés de serem ditas. Mas lembre-se que nem todos tem o direito de te ver chorando, pois é seu lado humano mais vulnerável e a sua essência nem todos podem ter acesso.
Não precisamos de grandes
gatilhos de conexão,
porque temos muita disposição;
abro os segredos do coração
para nos convidar:
Vem, faça de conta
que estamos noutro lugar!
Permita-se comigo flutuar,
deixe fruir a imaginação
pelas vias da sedução
se encarregar de tudo aquilo
que não podemos recusar,
e não desejamos parar:
Vem, com vontade de perder
a hora e não querer mais
nada nesta vida encontrar!
Nós dançaremos e colheremos
nesta festa particular debaixo
da Araucária ou da Guabiroba
os frutos da paz amorosa
com a leveza de nos enveredar.
Quando você acha que não há mais saída, Deus vem e te surpreende, tenha calma, as bênçãos estão a caminho.
Acredite, tudo já deu certo.
Morena linda, de cachinhos na cabeça,
entre passos e remelexo, não para de aticar.
Morena linda, com rostinho de menina,
faz biquinho de deboche, provocando com o olhar.
O sanfoneiro que tocava o xote pouco bom do trote se perdeu do norte,sem poder se encontrar.
E a gorda feia, tipo uma baleia com fogo nas ventas, repetia a todos que aquilo não era dançar.
Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.
Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.
De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.
Ainda o dia
não raiou
como gostaria,
não sou
de rodeios,
me traga
o General
são, salvo
e com vida,
Porque tenho
na testa
a estrela
de Madiba.
Canção de Luísa,
meio Bossa-Nova,
meio ousadia,
jamais esquecerei
da tropa presa
por brutal injustiça.
