Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Estamos no mundo, porém não somos do mundo. Se é uma escolha, escolhemos ser diferentes. Na vida tudo é feito de escolhas e a cada escolha uma renúncia... E foi isso mesmo que escolhemos, renunciamos as coisas do mundo para servi ao Pai, de inicio por um interesse, herdar o reino dos céus, mas depois o Pai nos toma com seu amor, e a salvação passa a ser uma "simples" consequencia do que fizermos aqui na terra.
Para a ignorância do líder, é sempre viável que seus liderados, não tenham acesso as informações ou ao conhecimento que ele supostamente teve, para poder assim, justificar sua dominação sobre seus mal produzidos 'subservientes'.
Para as pessoas a vida significa muito e para essas mesmas pessoas alguns momentos faz a vida não significar nada.
Quando nos vermos, não haverá dias nublados nem problemas sem soluções, apenas o brilho do sol por trás da montanha e sorrisos bobos onde conterá o maior tesouro: uma amizade eterna.
Não chores por quem não merece; não enfraqueças por quem não vale nada; mais tarde essa pessoa irá cair a teus pés e aí irás dizer-lhe: "pii - o seu tempo acabou!"
Numca há uma razão para você não ter algo que deseja.Nem existe uma razão para você experimentar algo que não deseja-pois você tem controle absoluto das suas experiências.
Eu não vejo mais ninguém quando vejo os olhos seus, porque teus olhos meu bem, refletem se aos meus.
Não te Sinto Mais Aqui; Sinto falta de alguém que Conheci; Sinto falta da pessoa que perdi; Sinto falta de você Dizendo Assim: Te Amo Amor Até o Fim!
Não há mais nada o que fazer, só consigo pensar em você, meu futuro é contigo viver, para poder aprender que à fórmula do amor será sempre você!
Vamos descobrir o que esse cara não sabe do que precisa mais precisa, ter certeza do que ele sabe do que precisa e ai dizer que somos os únicos que pode ajudar.
Só os ignorantes e os inocentes são felizes, porque eles não veem a maldade e a podridão do ser humano.
Nada nos deixa tão solitários quanto os nossos segredos, não é mesmo ? Sentados, parados, pensando, em qualquer coisa que ninguém ao menos suspeita, deixando cair lágrimas de dor, culpa e arrependimento. Tudo se torna a profundidade da nossa solidão, o buraco mais profundo, que não para, pois não tem um final. Sinto muito a cada dia, por estar na minha cama, chorando, por todos os meus inconfessáveis segredos.
Garotinho, eu preciso de você. Garotinho, não feche os olhos. Garotinho, agora você me vê? Garotinho não beija ela na minha frente. Não garotinho, você não me vê, estou na sua consciência, na verdade, acho que sou sua consciência. que precisa refazer a raiz logo do cabelo mas logo ficará morena de novo. Isso Garotinho, pense em mim quando for dormir e me imagine.
Garotinho, eu não aguento mais ser assim. Eu preciso de você tanto, Garotinho. Tudo bem, eu não quero mais M&M, Garotinho. Não quero chocolate. Garotinho, você está sonhando de novo? Isso, sonhe comigo. Porque eu sou tua consciência, meio que estilo do desenho do Pinóquio, aquele grilo falantes talvez.
Não consigo sonhar com nada, e acordo como se eu não estivesse mais nesse quarto, naquela vida, mas o brigadeiro ainda fica na minha cabeça. Não vou me perdoar com o brigadeiro que caiu no chão. Não vou me perdoar por ser assim. Não quero esperar que o mundo caia na minha cabeça a qualquer hora mas ele vem, e sempre cai.
Tem jeito de fazer força e não conseguir o mundo cair? Tem jeito de ser espontânea e ao mesmo tempo superficial? Minha graça vai junto com a esperança com o resto de um coração podre que anda batendo de mal jeito. Brigadeiro Brigadeiro Brigadeiro.
Brigadeiro...eu não quero mais, perdi a vontade ao escrever o resto desse post. Palavras aliviam as dores. Escrever também. Dormir e comer brigadeiro acaba com elas a algumas horas. Dormir dormir dormir. Vou perder o sono a noite e vou ver filmes tédios e lembrar o tanto que preciso apenas de um abraço que ninguém me dá e eu não tenho a capacidade de perdir.
Só a dor que não cura, te faz pensar na vida; você finje não doer em gestos, e desconta tudo em palavras.
