Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Poesia Final

Atos serenos de mentes perturbadas.
Vozes tranquilas, e lagrimas derramadas.
Viver aqui, entre os continentes das virtudes, atraente é a vida, só que não.
Sonhar por fim, por início a uma vida, vê-la passar pelo seus olhos, e a ver ruir.

Pequenos versos de loucuras plenas.
Mentes pequenas compondo poemas.
Palavras que rimam explicando a vida.
Letras conjuntas de uma ideia dividida.
Peço, e agora me despeço, não quero mais saber de mim.
Nessa poesia deixo marcado o meu fim.

Serenidade, é a mais pura verdade.
Vida dura de cão, tudo que tem é ilusão.
Viver entre raiva e agonia, no meio de sua própria fantasia, cai na real assim, dia ruim.
Nos domínios da vontade, não vive nunca de verdade, sempre espera uma razão, ilusão.

Pequenos versos de loucuras plenas.
Mentes pequenas compondo poemas.
Palavras que rimam explicando a vida.
Letras conjuntas de uma ideia dividida.
Peço, e agora me despeço, não quero mais saber de mim.
Nessa poesia deixo marcado o meu fim.

POESIA INFANTIL

Gluglu, Glup e Gluca

Gluglu, Glupp e Gluca são três amigas bolhas que vivem a brincar
Atravessam terras, mares e ares a colorirem qualquer lugar
Gluglu a bolha de sabão quica na mão e explode no chão
Glupp a bolha de ar que só sabe sonhar e some no ar
Gluca vai para o mar. São três bolhas de sabão

Gluglu vive a quicar, Glupp a flutuar e Gluca a nadar
Gluglu quica na mão muito bem, ela faz schablu!
Explode no chão schablublublu feliz a brincar
Glupp adora sumir, ela faz schabluppu!
schabluppuppu! Se solta no ar

As bolhas ficam no maior blumblumblum
Gluca vai mais longe, quer só viajar
Ela vai nadar e faz sclaschablum
Bolha de ar mergulha no mar
sclachablumblumblum

Elas têm de sobra imaginação
Pra onde bem entendem, vão
Quica no mar quicabarcar,
Quica no chão quicabão,
Quica no ar quicabar,

Gluglu a mão, Glupp ao ar
Gluca no mar, quiçaça
Ahh, não! Sumiram
por favor não vá
Explodiram

Gluglu schagluglugu
Glupp Schablupu
Gluca sclablaca
Glupa, glupu
glum

quiçá não vá
glupp, glup
gluupp...
aah!
ah!

g
l
u
p
p
.

Poesia infantil

Lápis de cor

Para mergulhar num universo de cores
Bastam o lápis de cor e a imaginação
Os tons lembram tudo, até sabores
As idéias vem do coração
É só tê-los nas mãos.
De forma colorida
Fazer da vida
Invenção
Sonhar
Ser
Voar,
Encantar
Poder ir voltar
Delicia de criação
Só quem faz pode entender.
As imagens surgem de um olhar
Cruza a mais pura e simples intenção
E de forma natural e fácil, tem o poder
De colorirem felizes a mais pura emoção.

A música é poesia
É letra com melodia
É saudade e desencontros
Amores e desamores

Música e poesia é perfeição
É traduzir a voz do coração
É tocar a alma dos outros
Com leveza e com emoção

Eu sou a poesia...
Sinônimo que tira o teu sono
na efêmera madrugada
te levando ao êxtase
do mais intenso prazer.

“A verdadeira poesia vem de dentro de você;
O verdadeiro verso é você.
Por isso me torturo tanto, penso tanto, hmm imagino tanto.
Sei lá, você se tornou uma parte de mim, uma parte existente.
Seria bom se eu não te conhecesse… Mas quem eu estou querendo enganar? Acabei me apegando, ou melhor, me apaixonando.”

O que é saudade?

Saudade é jardim, poesia são flores, veredas na constelação do rascunho do poeta, que borda à revelia da razão cada verso, na tentativa de decifrar o indecifrável

Saudade é um sentimento que muda o semblante das estações, instala uma sintaxe de estrelas e expõe seus vincos com a alquimia dos sonhos.

Saudade e a serena correnteza do rio que soluça na varanda do mar, numa espécie de espetáculo de lembranças e vastas recordações.

Saudade e a chave que destrava a linha divisória dos sentimentos mais patéticos, suave e dilacerante a sublimar a sombra das ausências, e assim dissolver a fragrância errante do necessário amor.

Esta é uma síntese da minha definição de saudade.

“A poesia grita, cala, fala, sente, desabafa e guarda o pensamento em cada verso que se faz reflexo do cotidiano.”

Giovane Silva Santos

Mulher é poesia, com ou sem estria,
Mulher é poesia ,com seios pequeno ou maior,
Mulher é poesia, sendo pequena ou maior
Mulher sempre será poesia melodia,
O vento, o fogo a paz que te guia

A poesia acalma,
renova a alma,
planta a semente
refresca a mente,
Atrai a canção
Alimenta o coração
revigora o sabor e
renova amor.
Das manhãs de orvalho,
na estrada longa,
no atalho,
nos dias de chuva
em lua cheia...
E nas tempestades...

⁠Sou de lua

Poesia em excesso
Transparência em versos
Vibro, quando cresço
Me escondo, quando minguo
Me liberto, quando nova
E transbordo, quando cheia

Das delicadezas que a vida ensina
Ser de fases é minha sina
Sou mulher, sou menina
Sou cigana, sou sereia
E às vezes uma bruxinha

Entre todas minhas fases
Tenho fase de ser companhia
Tenho a de ser sozinha
Às vezes dou sonhos
E às vezes dou asas
Poema: autoria #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 30/08/2020 às 18:35 hrs

Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues

⁠No dançar da poesia....
Em ritmos desconhecidos se faz....
Passos ritmados.....
Muitas vezez...
Até fora do compasso....
O vento que sopra.....
Vem o lamento....
Lamentos e sussuros.....
Urram e escoam....
A alegria se contempla.....
A música toca....
E tudo vira poesia....
Vibra na alma....
E transborda em euforia....
Trazendo-me mais vida....
Nos meus dias…
Danço com passáros....
Na orquetra.....
Uma sinfonia.....
Onde meu poema talhado...
Se espraia e grita.....
Do bolero ao tango....
Danço manso e valsando....
Do reg á catira.....
Vou marcando chão em riscas....
Danço com as mãos.....
Pés firmes....
E cabeça nas escritas.....
Coração segue flutuando.....
Com aderência nesse chão...
Tão meu...
Quanto seu.....
Atrás da poeira do tempo...
Outra vez…
Danço com minha alma.....
Bailando no céu......
Num frenético......
E escandaloso moral....
Danço com violão....
Minha guitarra.....
Vai surgindo algazarras.....
Danço com as minhas vontades....
Danço sozinho....
Nem que seja....
Restos de alegrias....
O que importa....
É que são somente minhas....
Danço com meu passado.....
Num futuro do meu presente......
Danço a dança possível.....
Chego do inverno.....
E fico no paraíso....
Fragmentado....
Danço com meus poemas....
Pra muitos...
Ou só pra você…
Nesse rebolo.....
Danço dentro do meu consolo.....

Autor Ricardo Melo

⁠Sua pessoa me assusta
tanto quanto
me encanta sua poesia.
Decidi pra sempre
ter você de longe.

"MINHA FANTASIA"

!!USEI DA MINHA POESIA
PARA CRIAR MINHA FANTASIA...
E FOI NESSE TURBILHÃO DE EMOÇÃO
QUE DEIXEI O MEU CORAÇÃO
EMARANHADO POR UMA DOCE ILUSÃO...

..QUERO LEVAR MEUS MOTIVOS
CONTAR MEUS SEGREDOS
SAIR PARA O ALVOREDO
COM A INTENÇÃO DE UM DIA CONQUISTAR
ESSA LOUCA PAIXÃO...

...E NUMA NOITE ENCANTADA
QUERO ACORDAR DESSA NOSTALGIA
E DIZER...VEM! ABRE AS CORDAS DO TEU CORAÇÃO..
DEIXA-ME, ADENTRAR NO REVOAR DE TUA CANÇÃO.

AH ... A POESIA!!!


Oh ... poesia,
Veja só o que aconteceu,
Alguém que pensa tudo saber,
Resolveu instituir o dia de hoje como seu,
Mas discordo dessa decisão,
E é até mesmo muita pretensão,
Escolher apenas um dia para a emoção,
Todos os dias são feitos para amar,
E deixar a alma voar livremente,
Libertando os sentimentos,
Juntando letrinhas,
Formando palavras,
Que magicamente se transformam em versos,
Revelando segredos,
E tantos desejos,
Todos os dias são dias,
De deixar a lágrima rolar,
Seja de alegria ou saudade,
E de sorrir como criança,
Que encontra a felicidade,
No mágico mundo dos sonhos,
Todos os dias são dias,
De falar da beleza das flores,
Ouvir o canto dos pássaros,
E de declarar o amor sentido,
Todos os dias são dias,
De trocar beijos apaixonados,
E envolver-se em abraços calorosos,
Todos os dias são dias,
De amar e ser amado,
A poesia é vida,
E como as batidas do coração,
Acelera a respiração,
Como podem escolher somente um dia para ser seu?
Ah...poesia todos os dias são seus,
Minha alma não vive sem a sua,
Pois você faz parte de mim,
E eu faço parte de você ...

Pediram-me para desenhar a poesia
Para mim iss é complexo
Porque dou asas à imaginação
E a poesia é um reflexo!

Poesia

Ah, poesia!
Sempre companheira
Eterna amiga
Fiel escudeira
Em qualquer tempo
A qualquer momento
Sendo alegre ou triste
Sentimento que aflora
E, lentamente, me devora

Toda mulher é uma viagem
ao desconhecido. Igual poesia
avessa ao verso e à trucagem,
mulher é iniciação do dia,

promessa, surpresa, miragem.
De nada adiantam mapas, guias,
cenas ensaiadas ou pilhagens.
Controverso ser, mulher é via

de mão única, abismo, moagem.
É também risco máximo, magia,
caminho íngreme na paisagem.

Simplificando: mulher é linguagem,
palavra nova, imagem que anistia
o ser, o vir-a-ser e outras bobagens

SEGUE A VIDA..., A POESIA.

As horas gravadas em fotos na memória brindam uma eterna saudade, cada tempo uma paixão de uma vida inteira, um álbum, como que parecendo inacabado. São lágrimas e soluços que os minutos gravam como pecado, sorrisos e loucuras como a devassidão de um sonho interminável. Um filme dirigido pelo instinto, na trama, amor é ódio. Cada pessoa uma história, uma fita, mesmos ingredientes, mesmo final, a morte. A história conta o segredo que virou mito. Na imaginação de poucos a verdade repassada a multidão, uma mentira que ficou na lápide como a maior das verdades humanas, a eternidade que regula a vida. Em todo o passo, de todo o conto, de toda a história, segue firme a sensível veia da emoção no exagero lírico da poesia, as letras convertidas em versos de encantos, enquanto corações desavisados correm mundos a espera da perfeição de um poema lhe dedicado por inteiro. É a vida que segue imune as incomensuráveis e fantásticas previsões, os bruxos e videntes na derrocada humana, toda uma ficção para que a rotina não esmoreça a legítima esperança de alguns momentos de plena felicidade. Segue a vida, complicada como construímos, mas simples como foi desde sua essência, segue rumo ao medo comum, nossa última e real dúvida, o que somos e o que seremos após a poesia declamada.

Pretexto

De que adianta me conhecerdes
e devorar-me com os olhos
Se o açúcar de minha poesia
é o que amarga tua boca